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A casa através da sala de jantar: Arquitetura em torno da mesa

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“A casa através da sala de jantar. Arquitetura em torno da mesa” é um trabalho de pesquisa realizado pelo arquiteto Francisco Javier Fernández García no âmbito do Mestrado Universitário em Estudos Avançados de Arquitetura da Escola Técnica Superior de Arquitetura de Barcelona. Orientado por Xavier Monteys e escrito sob a forma de um “ensaio editorial”, tem como objetivo colocar sobre a mesa, no sentido mais literal da expressão, a figura da sala de jantar como um elemento doméstico capaz de repensar a casa. Não se trata propriamente de uma coleção de salas de jantar; pelo contrário, frequentemente surgem imagens de naturezas diversas, em um exercício de comparação que contrapõe e permite que características comuns se reflitam mutuamente. Falar sobre a sala de jantar é o pretexto para lançar luz sobre muitos outros temas relacionados à casa e ao habitar.

3 maneiras como o setor de design pode apoiar pais e mães que trabalham

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3 maneiras como o setor de design pode apoiar pais e mães que trabalham - Imagem de Destaque
A Mamava é um bom exemplo de empresa que atende às necessidades de pais e mães que trabalham — ela possui milhares de cabines de amamentação independentes espalhadas pelos Estados Unidos e um aplicativo que ajuda lactantes a encontrá-las. Imagem cortesia de MAMAVA

Horários estendidos, prazos impossíveis, pressão para fazer networking — os setores imobiliário e de design podem tornar desafiador para pais e mães que trabalham encontrar tempo suficiente no dia a dia. À medida que muitas empresas começam a repensar suas normas e políticas, temos a oportunidade de refletir e considerar quando, onde, como e até mesmo por que trabalhamos.

Eu — ao lado de um pequeno mas resiliente exército de pais e mães que trabalham na região de Chicago — quero desafiar nosso setor a pensar mais alto. Estamos em um momento propício para mudanças, especialmente diante da "Grande Renúncia" e da acirrada disputa por talentos. A pandemia nos mostrou que o tempo é o nosso bem mais precioso e, com isso em mente, acreditamos ser possível construir políticas e práticas inclusivas que atraiam profissionais para o nosso setor. Veja como:

Se Space Settlements explicou como viver no espaço, Space Forces explica o porquê

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Se Space Settlements explicou como viver no espaço, Space Forces explica o porquê - Imagem de Destaque
Uma pintura de uma potencial colônia lunar futura pelo artista Rick Guidice para a NASA. Imagem cortesia da NASA

Enquanto o mundo adentra o terceiro ano de uma pandemia global sem sinais de trégua, uma nova corrida espacial se desenha sobre nossas cabeças. O acesso está aberto a todos, e os bilhetes são literais. Jonathan Hilburg, do The Architect's Newspaper, explora como os homens mais ricos do mundo estão traçando novos caminhos para a espécie humana e como o público está reagindo ao futuro do turismo espacial privado. 

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Corrigindo o Registro: As Mulheres que Mudaram a Arquitetura

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Corrigindo o Registro: As Mulheres que Mudaram a Arquitetura - Imagem de Destaque
Foto de Kate Joyce. Cortesia de Ross Barney Architects e Princeton Architectural Press. Imagem Chicago Riverwalk, Ross Barney Architects, 2016

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Existe uma frase famosa — geralmente atribuída a Winston Churchill — que diz: “A história é escrita pelos vencedores”. Essa crença cínica e amplamente errônea só poderia ser verdadeira se a história fosse fixa, consolidada, estática. Mas ela nunca é, e é precisamente por isso que existem historiadores/as. Talvez seja mais preciso dizer que o primeiro rascunho da história é escrito pelos vencedores. No entanto, como qualquer escritor/a dirá, primeiros rascunhos são sabidamente pouco confiáveis. O mesmo acontece com a história da arquitetura. As mulheres desempenham papéis significativos na área desde o início da profissão, mas não é assim que a história registrou. Um novo livro, The Women Who Changed Architecture (Princeton Architectural Press), uma coletânea de mais de 100 minibiografias de importantes arquitetas, abrangendo mais de um século, espera dar um passo em direção à correção dessa omissão. Recentemente, conversei com Jan Cigliano Hartman, editora do volume, sobre a criação do livro, figuras importantes e negligenciadas, e por que esta não é uma lista definitiva.

Green Furniture Concept: Somos o ambiente que habitamos

Em 1940, o nutricionista estadunidense Victor Lindlahr escreveu o livro "Você é o que você come", consolidando a ideia de que aquilo que colocamos em nosso corpo afeta diretamente nossa saúde física e mental. Mais recentemente, chefs influentes assumiram essa causa e impulsionaram uma reformulação nos serviços de alimentação escolar e hospitalar, nos aproximando de uma aceitação universal sobre a forte correlação entre bem-estar e alimentação, além de consolidar a compreensão de que o aprendizado, o comportamento e a recuperação médica podem ser aprimorados com a dieta adequada.

Maison&Objet 2022 revive tradições artesanais e estéticas

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Com um público recorde de visitantes e marcas expositoras internacionais, a tradicional feira de mobiliário e decoração de Paris, Maison&Objet, destacou o luxo, o artesanato e a tecnologia em sua edição deste ano. Realizado no Parc des Expositions de Villepinte de 24 a 28 de março, o evento reuniu 1.811 marcas da Europa e da Ásia, distribuídas em estandes de grande escala, exibições imersivas, cafés ambientados e espaços dedicados a novos talentos. Embora o evento tenha sido remarcado de janeiro para março, houve um aumento de 36,7% no público em comparação com a primeira edição pós-pandemia, realizada em setembro passado.

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Construindo um Futuro Melhor: ICFF e WantedDesign Manhattan 2022

Nos primórdios da pandemia, a curadora do MoMA, Paola Antonelli, e a crítica de design baseada em Londres, Alice Rawsthorn, iniciaram uma série de lives no Instagram chamada Design Emergency. A iniciativa documentou as soluções de design mais impressionantes que surgiram durante a crise da Covid-19 — aquelas que enfrentavam necessidades urgentes de saúde e da sociedade com foco, clareza e velocidade sem precedentes, muitas vezes de maneira bastante local. Em maio ocorre o lançamento do livro originado dessas conversas com os protagonistas da resolução de problemas, direcionando o debate para o próximo foco do mundo do design: como aproveitar essa experiência e atuar como agente de mudança. Portanto, no momento em que as feiras de design de Nova York, a International Contemporary Furniture Fair (ICFF) e o WantedDesign Manhattan, retornam ao seu período habitual de primavera, de 15 a 17 de maio, no Jacob K. Javits Convention Center, é muito oportuno que a voz de Antonelli seja ouvida na palestra principal "Design Emergency: Building a Better Future".

The Second Studio Podcast: Uma resposta ao Basecamp da SCI-Arc — Como estar em um escritório

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The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelo arquiteto David Lee e pela arquiteta Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais do campo criativo em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e projetos, ou reflexões informais sobre o dia a dia e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina analisam o polêmico painel do SCI-Arc, "Basecamp: How to be in an office" [Como agir em um escritório], e compartilham seus próprios conselhos sobre "como se portar em um escritório". A dupla discute a escolha do escritório ideal para se trabalhar; por que a ideia de se comprometer com um escritório está certa, mas também errada; por que os trabalhos paralelos (os famosos *side hustles*) não são a solução para honorários baixos e/ou salários defasados; por que apenas "fazer o trabalho acontecer" não basta; por que aceitar salários baixos não é apenas uma "escolha pessoal"; por que a profissão sofre com baixos salários e longas jornadas de trabalho; e as nuances do debate promovido pelo SCI-Arc.

Lee Bey está de volta à cobertura de arquitetura em Chicago

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via WTTW

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Quando o estimado Blair Kamin deixou o cargo de crítico de arquitetura do Chicago Tribune no início de 2021, a cidade ficou sem profissionais na cobertura diária de crítica em seus veículos de imprensa locais. Essa triste situação foi parcialmente corrigida recentemente, quando o Chicago Sun-Times anunciou que Lee Bey iniciaria uma coluna mensal de arquitetura. O escritor, historiador, fotógrafo e crítico traz uma vasta experiência para a nova função: ele foi crítico de arquitetura do Sun-Times por cinco anos no final da década de 1990, atuou como chefe de gabinete adjunto de planejamento e desenho urbano na gestão do prefeito Richard M. Daley, foi diretor de relações governamentais na SOM e lecionou no IIT. Seu livro mais recente é Southern Exposure: The Overlooked Architecture of Chicago’s South Side. Na semana passada, conversei com Bey sobre sua nova função, sobre como a cidade mudou desde sua última passagem como crítico e sobre a importância singular da arquitetura para Chicago.

Como o Lehrer Architects está enfrentando a falta de moradia em Los Angeles

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A questão das pessoas em situação de rua é um problema persistente e alarmante, crescendo quase 17% em todo o país a cada ano. Diante do último censo de Los Angeles, que registrou um total de mais de 60.000 pessoas nessa situação — das quais quase 14.000 vivem nas ruas do centro da cidade —, uma intervenção urgente tornou-se necessária. O escritório Lehrer Architects, em parceria com a Secretaria de Engenharia de Los Angeles, desenvolveu um projeto comunitário inovador, transformando um lote urbano ocioso em microcasas (tiny homes) para a população local em situação de rua, utilizando abrigos modulares pré-fabricados (os chamados pallet shelters).

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4 motivos pelos quais você precisa usar Realidade Virtual na arquitetura

A realidade virtual trouxe novas formas de trabalho para arquitetos/as. Aliada a softwares de visualização em tempo real, a tecnologia constitui uma ferramenta robusta e com infinitos recursos para o fluxo de trabalho de projeto. Ela auxilia no desenvolvimento da proposta, atende a demandas específicas e ajuda a conquistar clientes. A seguir, apresentamos quatro motivos essenciais para implementar a VR em seu fluxo de trabalho de projeto.

Além de forros puramente funcionais: as possibilidades dos sistemas modulares de feltro

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Conhecido como a “quinta parede”, o forro é a superfície superior interna que define o limite de um ambiente. Ao contrário da decoração, do papel de parede, do mobiliário e de outros elementos que definem a atmosfera de um espaço, ele raramente é destacado como um componente crucial de projeto, o que costuma resultar naquele clássico tom branco liso que continua sendo a norma na maioria dos ambientes internos. No entanto, os forros podem desempenhar múltiplos papéis em qualquer projeto de arquitetura. Por exemplo, eles proporcionam conforto, atuam como superfícies de proteção para outras instalações prediais, ocultam elementos estruturais e adicionam camadas de textura, movimento e cor. Além disso, permitem o fechamento ou a separação de espaços e contribuem para a difusão sonora, reduzindo, consequentemente, a transmissão de ruídos entre os ambientes.

Como Robert A.M. Stern ressuscitou a história da arquitetura

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Stern, na Yale School of Architecture, via Dan’s Hampton. Imagem cortesia de Common Edge

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Há muitos e muitos anos, tive a sorte de conseguir um emprego de verão com Robert A.M. Stern enquanto estava na pós-graduação. As novas memórias de Stern, Between Memory and Invention: My Journey in Architecture (MonacelliPress, 2022), motivaram minhas próprias mini-memórias, com alguns detalhes relevantes que não foram incluídos no livro.

Cheguei ao escritório no início do verão, pouco tempo após a dissolução da Stern & Hagmann e do divórcio de Bob. Encontrei dois futuros profissionais de arquitetura, uma secretária-recepcionista-contadora simpática, mas desorganizada, e Bob. O escritório cresceu ao longo daquele verão e nos anos seguintes — hoje, a equipe conta com mais de 200 pessoas, incluindo 16 sócios/as na Robert A.M. Stern Architects (também conhecida como RAMSA).

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Como instalar as ferragens de uma porta pivotante? Um guia detalhado

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Cortesia de FritsJurgens

Sem dúvida, as portas pivotantes estão mais em alta do que nunca. Girando em torno de um eixo vertical com componentes quase invisíveis, essas portas se caracterizam por suas linhas limpas, estética contemporânea e infinitas possibilidades de design – atributos que as tornam ideais para uma ampla gama de aplicações, especialmente como elementos de destaque no projeto. O grande diferencial dessas portas, no entanto, é o seu movimento fluido e elegante, que proporciona transições suaves entre os ambientes, distinguindo-as das portas de dobradiça comuns. Para garantir esse movimento característico, duas etapas são indispensáveis: a escolha de ferragens de alta qualidade e uma instalação correta.

Cortando o ruído com soluções acústicas da Impact Acoustic

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Costuma-se dizer que só percebemos se o/a arquiteto/a considerou a acústica de um espaço quando isso não foi feito. Pense em interiores de restaurantes altamente instagramáveis, mas nos quais é impossível ouvir o que a pessoa do outro lado da mesa está dizendo.

Durante muito tempo, o tratamento acústico recebeu pouca ou nenhuma atenção na formação acadêmica em arquitetura. As coisas podem estar mudando, mas — para a sorte de empresas como a suíça Impact Acoustic — ainda há uma clara necessidade de provedores de soluções com sensibilidade arquitetônica que priorizam, acima de tudo, a redução de ruídos.

Menos atrasos, mais tempo para projetar: uma solução de pagamento online para arquitetos/as

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Embora alguns possam questionar, a arquitetura é, essencialmente, um setor de prestação de serviços. E, como em qualquer serviço, o processo em si (reuniões, faturamento, pagamentos) pode ser tão importante quanto o resultado final (o projeto concluído). No fim das contas, ao oferecer um serviço coerente, eficiente e bem estruturado que complemente um bom projeto, os/as clientes ficarão satisfeitos/as e provavelmente retornarão. Além disso, farão a propaganda boca a boca e recomendarão o escritório, o que, em última análise, é a melhor maneira de profissionais de design e arquitetura construírem uma boa reputação e atraírem novos/as clientes.

Muitos requisitos precisam ser atendidos para prestar um bom serviço. Mas talvez um dos mais cruciais envolva o faturamento e os pagamentos, vitais para o fluxo de caixa e, portanto, fundamentais para a saúde financeira de qualquer negócio. Em setores baseados em projetos, como arquitetura e design, os honorários costumam ser pagos em várias parcelas definidas por etapas específicas, desde a entrega do estudo preliminar até a execução da obra. Dessa forma, contar com uma receita consistente e previsível em todas as etapas é indispensável, pois evita inadimplência e atrasos que podem comprometer a entrega do projeto e causar situações complexas.

Funhouse Situacionista: O complexo papel da arte na revitalização das cidades

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Cortesia de Stephen Zacks. ImageHovagimyan colaborou com Gordon Matta-Clark em Day’s End, obra na qual Matta-Clark fez um corte ilegal em formato de meia-lua no Navy Pier, ao final da Gansevoort Street, em 1975

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Embora o novo livro de Stephen Zacks, G.H. Hovagimyan: Situationist Funhouse, seja ostensivamente sobre a vida e a obra do artista, há um subtexto intrigante e aparentemente oportuno pairando ao fundo: o complexo papel da arte e da cultura no desenvolvimento e redesenvolvimento das cidades. Trata-se de uma questão complexa e por vezes tensa, propensa a um pensamento simplista, até mesmo binário. Zacks, amigo e ex-colega na revista Metropolis, sempre teve uma visão mais sutil do assunto. Na semana passada, entrei em contato com ele para conversar sobre a obra de Hovagimyan, as lições históricas da Nova York dos anos 1970 e os motivos pelos quais a "gentrificação" precisa de um novo nome.

Esplendor do Pacífico: A Evolução Arquitetônica de San Diego

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San Diego é uma cidade intrinsecamente ligada ao oceano. Desse modo, sua arquitetura responde a uma variedade de influências culturais e condições naturais. Lar de estilos arquitetônicos diversos e distintos, San Diego abriga desde residências vitorianas no estilo Queen Anne e bangalôs craftsman até estruturas de estilo neocolonial espanhol. Além de obras monumentais como o Salk Institute e a Geisel Library, San Diego também abriga uma série de projetos contemporâneos, tanto culturais quanto residenciais.

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Tecnologia de videogames: para onde caminha a ArchViz?

Tecnologia de videogames: para onde caminha a ArchViz? - Imagem de Destaque
© Epic Games

Anos atrás, profissionais de arquitetura migraram dos desenhos feitos à mão para o CAD. O tempo economizado e a eficiência obtida transformaram o setor. Hoje, é difícil encontrar um/a arquiteto/a que trabalhe exclusivamente com os métodos tradicionais de papel e caneta. Essa transição digital continuou a evoluir.

Uma rodovia matou a cidade de Hartford?

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Uma obra de infraestrutura pode, literalmente, matar uma cidade? Esta é a questão que o escritor Jim Krueger propõe em seu podcast recente, The Road That Killed a City. O local em questão é a cidade onde Krueger vive hoje — Hartford, Connecticut — vizinha ao arborizado subúrbio de West Hartford, onde ele cresceu. Krueger morou em ambas as cidades, o que ajuda a equilibrar a surpreendente história que ele revela sobre como a capital de Connecticut foi empalada por uma rodovia (na verdade, duas: a I-84, de leste a oeste, e a I-91, de norte a sul, convergem em Hartford em uma espécie de marco zero viário). Conversei com Krueger sobre o que motivou o podcast, parte do que ele descobriu sobre a história dessa malfadada "melhoria" urbana e o legado de uma rodovia que continua a impedir o renascimento de Hartford — uma herança compartilhada por muitas cidades na América do Norte.

Uma abordagem universal para espaços sociais modernos: MENU Tearoom e Co Chair

Uma abordagem universal para espaços sociais modernos: MENU Tearoom e Co Chair - Imagem de Destaque
Os mais recentes lançamentos de mobiliário da marca de design dinamarquesa MENU: as novas banquetas Co Bar e Counter, e o sofá Tearoom High Back. Imagem cortesia de MENU

Desafiar os espaços sociais a refletirem adequadamente nossa existência moderna deve ser uma busca importante para todos os profissionais de design — o poder dos interiores progressistas não deve ser subestimado, podendo inclusive contribuir para mudar o rumo da história. A marca dinamarquesa de design MENU é movida por uma abordagem centrada no ser humano e enraizada no agenciamento social — tendo como resultado final de cada produto o desenvolvimento de um senso de comunidade e pertencimento no mundo real.

Podcast The Second Studio: Entrevista com Scott Mitchell

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The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais da área criativa em conversas improvisadas que abrem espaço para reflexões aprofundadas e discussões pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para colegas de profissão, avaliações de edifícios e projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina recebem Scott Mitchell, fundador e CEO do Scott Mitchell Studio, para conversar sobre seus projetos, seu interesse inicial pela arquitetura, seu escritório, as pessoas influentes em sua trajetória, o poder de uma arquitetura consciente e muito mais.

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"Reverter a Pirâmide", a instalação do OJO Estudio para o Model: Festival de Arquiteturas de Barcelona

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No dia 5 de maio, foi inaugurada a primeira edição do Model. Festival de Arquiteturas de Barcelona. O evento, organizado conjuntamente pela Prefeitura de Barcelona e pelo Colégio de Arquitetos da Catalunha (COAC), é liderado pela equipe de direção artística composta por Eva Franch i Gilabert e Beth Galí, juntamente com o pesquisador cultural José Luis de Vicente, aproximando-nos da arquitetura experimental e nos ajudando a repensar como queremos viver juntos por meio de novos modelos de cidade e novos imaginários.

Por meio de cinco instalações de arquitetura efêmera situadas em um circuito pelo distrito de Ciutat Vella — passando pela Praça da Catalunha, pela laje de Sant Antoni, pela Praça Idrissa Diallo, pelo Passeio de Lluís Companys e pela Praça Real —, são explorados os os cinco grandes eixos desta edição do festival, cujo tema central é "Recrecer" (Recrescer): Entre-Classes, Entre-Culturas, Entre-Espécies, Entre-Gerações e Entre-Matérias.

Nesse contexto, apresentamos a seguir a instalação "Revertir la Pirámide" (Reverter a Pirâmide), do OJO estudio.

"Ocupar o centro com a palavra": Uma instalação sobre debate, espaço público e cidade na Praça Real de Barcelona

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De 5 a 15 de maio, a Praça Real de Barcelona transformou-se em um dos centros de debates sobre arquitetura e cidade do Festival MODEL. A instalação efêmera "Ocupar o Centro com a Palavra", realizada pela Faculdade de Design e Engenharia ELISAVA sob a direção de Roger Paez, em conjunto com Manuela Valtchanova, Albert Fuster e Toni Montes, buscava "gerar condições ideais para que possam ocorrer tanto encontros quanto desacordos - sempre por meio da palavra".

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