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IAB 75 anos: registros da história para pensar o futuro da instituição

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O IAB teve um primeiro papel fundamental para consolidar a profissão de arquitetos e urbanistas como atividade autônoma da engenharia lá nos anos 1940 e 1950. Organizou-se como instituição de representação, de agremiação espontânea dos arquitetos e de plataforma para as políticas do campo. Seja na direção de uma prática legítima sobre o construído, a paisagem, a cidade; seja sobre o ensino, a educação do arquiteto e da sociedade para esta atividade tão fundamental para a cidadania. Uma ação nestes diversos temas se iniciou com o apoio a regulamentação, em nosso país, da arquitetura como profissão (a criação do Crea/Confea, em 1933), depois com a organização do congresso de 1945, e no caso de São Paulo, com o incentivo para a Fundação da Faculdade de Arquitetura da USP, em 1948.

Como ingressar: conselhos de admissão de programas de arquitetura de todo o mundo

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Na sequência de Um vislumbre do peculiar mundo dos primeiros trabalhos de estudantes de arquitetura, quis explorar o que as faculdades de arquitetura ao redor do mundo buscam ao formar a comunidade de jovens arquitetos e arquitetas de suas instituições.

Aproximadamente 3.550 estudantes se matriculam anualmente nos Estados Unidos em programas credenciados de Bacharelado em Arquitetura (BArch), segundo o National Architectural Accrediting Board (NAAB), e cerca de 70% desse contingente acaba se formando em arquitetura. Existem 51 programas de BArch credenciados nos Estados Unidos, em comparação com mais de 2.000 programas de arquitetura em todo o mundo. Os Estados Unidos têm um número muito reduzido de escolas de arquitetura em termos globais. Um fato interessante é que existem duas vezes mais programas de Mestrado em Arquitetura (MArch) nos EUA, mas o volume inicial de matrículas em cada programa é bastante semelhante.

O futebol de várzea em São Paulo e o direito à cidade

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Era uma cidade de rios indomáveis: eles irrompiam sazonalmente sobre as margens, moldando férteis e úmidas várzeas. Quando o rio baixava, a terra era rija o suficiente para que uma bola rolasse e muitos pés corressem atrás dela. Foi em uma São Paulo sem rios enterrados sob fatias tristes de concreto que emergiu o futebol de várzea.

Recuperar a história do futebol de várzea em São Paulo é entender a formação da cidade em torno de rios imponentes como o Tietê. No início do século XX, populações imigrantes e de afro-brasileiros e negros recém libertos ocuparam esses territórios e originaram bairros como a Barra Funda, na região oeste da capital. Mais do que uma prática amadora desportiva, essa modalidade se consolidou enquanto símbolo de organização social e luta pelo direito à cidade, em uma época onde a capital paulista começava a ser disputada espacialmente e a sofrer com a gentrificação.

Silogismos Urbanos: um ensaio gráfico sobre Chapultepec Heights + Hipódromo no México

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Silogismos Urbanos: um ensaio gráfico sobre Chapultepec Heights + Hipódromo no México - Imagem de DestaqueSilogismos Urbanos: um ensaio gráfico sobre Chapultepec Heights + Hipódromo no México - Imagem 1 de 4Silogismos Urbanos: um ensaio gráfico sobre Chapultepec Heights + Hipódromo no México - Imagem 2 de 4Silogismos Urbanos: um ensaio gráfico sobre Chapultepec Heights + Hipódromo no México - Imagem 3 de 4Silogismos Urbanos: um ensaio gráfico sobre Chapultepec Heights + Hipódromo no México - Mais Imagens+ 3

'Silogismos' é um projeto de arquitetura e ilustração que fundamenta sua pesquisa em arquivos, publicações e fotografias sobre a história da construção moderna no México. Trata-se de uma narrativa gráfica sobre as permanências e transformações de obras fundamentais do século XX por meio da síntese, interpretação e contraposição de seus ideais. Os binômios referidos confrontam pensamento e forma com inferências dedutivas. A soma das partes vislumbra significados e motivos críticos da arquitetura para sua futura reconstrução.

Como melhorar o conforto acústico com chapas perfuradas de gesso acartonado

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Texto por Etex Chile

Há muitas maneiras de resolver o conforto acústico dos espaços interiores que projetamos, usando materiais e soluções de diferentes preços e aparências. Placas de gesso acartonados são uma opção econômica e eficiente para incorporar em nossos projetos, absorvendo o som e reduzindo o nível de ruído gerado pela reverberação através de diferentes padrões e formas.

Aplicadas principalmente em escolas, escritórios, centros comerciais, restaurantes, lobbies e hospitais, as placas de gesso são fáceis de instalar e podem oferecer resultados estéticos de alta qualidade em forros e revestimentos.

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Legislação: o novo tratado arquitetônico?

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Jaime Sanz Haro, do coletivo ARKRIT, nos convida a refletir no artigo originalmente entitulado "Normativa, el nuevo tratado arquitectónico: Vitrubio, Alberti, Paladio, y el Plan General" sobre o papel e as consequências dos marcos regulatórios no urbanismo.

As fotografias mais curtidas em nosso Instagram no ano de 2018

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2018 foi um ano de muito trabalho para o ArchDaily Brasil. Tivemos a oportunidade de publicar uma série de conteúdos - artigos, notícias e projetos - curados especialmente para você, leitor, que diariamente nos acompanha. Indo além de nossa plataforma, nossa conta no Instagram foi fonte diária de compartilhamento de conteúdo através de nossos stories, IGTV e sobretudo, das dezenas de fotografias compartilhadas semanalmente.

Com nossos quase 150 mil seguidores no perfil brasileiro (@archdailybr) que têm nos acompanhado diariamente e distribuído seus likes nas melhores fotografias de arquitetura de projetos desenvolvidos por arquitetos brasileiros e portugueses, resolvemos criar um balanço de final de ano e analisar quais foram as 15 fotografias que receberam mais curtidas. Confira a lista a seguir!

Arquitetos consagrados propõem mobiliários urbanos para a Avenida Paulista

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Paulo Mendes, Nadezhda Rocha e outros três escritórios de arquitetura (FGMF, Königsberger Vannucchi Arquitetos Associados e Nitsche Arquitetos) são concorrentes do Festival de Ideias Paulista Para Todos, iniciativa do Esquina.net.br, , e do escritório de advocacia Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados, sediado na Paulista.. Cada um deles desenvolveu de maneira livre uma proposta de mobiliário urbano para a Avenida Paulista. As ideias serão submetidas a um trio de jurados composto pelos arquitetos e urbanistas Carlos Leite e Sol Camacho e por Renato Schermann Ximenes de Melo, sócio do Mattos Filho. O anúncio do vencedor será feito no dia 05 de dezembro.

Projeto em vila japonesa define os padrões para uma arquitetura de resíduo zero

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Aninhada nos íngremes desfiladeiros e vales fluviais da província de Tokushima, no Japão, fica Kamikatsu - uma pequena cidade como qualquer outra. Mas Kamikatsu, ao contrário de seus vizinhos (ou a maioria das cidades do mundo), pode orgulhar-se de ser quase totalmente livre de resíduos.

Desde 2003 - anos antes de o movimento ganhar popularidade - a cidade comprometeu-se com uma política de desperdício zero. Os requisitos são exigentes: os resíduos devem ser classificados em mais de 30 categorias, itens quebrados ou obsoletos são doados ou separados em peças, itens indesejados são deixados em uma loja para troca de comunidade. Mas os esforços dos moradores ao longo dos anos foram recompensados - quase 80% de todos os resíduos da vila são reciclados.

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Kampung Admiralty Singapore, do WOHA, é nomeado o edifício do ano de 2018 no World Architecture Festival

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O Kampung Admiralty Singapore de WOHA em Cingapura foi eleito o Edifício do Ano de 2018 no World Architecture Festival, concluindo o evento de três dias deste ano em Amsterdã. O prédio, que combina instalações dedicadas a residências para idosos com um amplo programa de uso misto e uma cobertura verde exuberante, foi selecionado de uma lista extremamente ampla que incluiu obras de escritórios como Sanjay Puri Architects, Koffi e Diabate Architectes, Heatherwick Studio, Spheron Arquitetos e INNOCAD.

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O seu celular tem muito o que dizer sobre segregação urbana

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Independentemente de onde você mora ou trabalha e com quem você interage, você geralmente passa pelos mesmos bairros e ruas da sua cidade. Seja em Santiago, Madri, Xangai ou Nova Iorque, certamente há bairros onde você nunca esteve, não importa o quanto você tenha vivido toda a sua vida na mesma cidade. Você realmente já pensou em quantas cidades existem na sua cidade?

Um artigo escrito por pesquisadores chilenos e publicado recentemente na Royal Society Open Science aposta no big data para analisar e visualizar a segregação urbana, oferecendo ferramentas espaciais que nos permitem planejar em uma "cidade de muitas cidades". "Sabemos que Santiago tem bolhas e que há segregação", diz Teodoro Dannemann, co-autor da pesquisa, em conversa com o ArchDaily via e-mail. "Sabemos que cada indivíduo explora apenas uma pequena parte da cidade, que é basicamente o percurso casa-trabalho, o que significa que apenas interagimos com um pequeno grupo de cidadãos", acrescenta.

12 Projetos de Burle Marx vistos do espaço

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Sabemos que arquitetos adoram ver projetos em planta baixa. E certas obras de arquitetura paisagística atingem uma escala difícil de ser compreendida como um todo se não forem visualizadas desta forma; vê-las desta perspectiva pode fazer você captar toda sua essência e apreciar todo o conjunto. Selecionamos a seguir algumas fotografias de obras de Roberto Burle Marx que dificilmente você já havia visto deste ângulo, compartilhados conosco pela empresa espanhola Deimos Imaging.

WIO: 21 equipes universitárias imaginam intervenções em 7 estruturas obsoletas em Santiago

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No contexto da Semana UTEM 2018 no Chile, o workshop Infraestruturas em Obsolescência (WIO) reuniu 21 equipes da Faculdade de Arquitetura da Universidade Tecnológica Metropolitana (UTEM), que desenvolveram propostas para intervir em 7 estruturas em obsolescência em Santiago, a partir de uma ponte para pedestres atualmente fechada por uma estação de trem deteriorada.

Com a presença internacional dos arquitetos Luis Tombé (Colectivo720, Colômbia) e Walter Leone (Leone Arquitectura, Venezuela) - que também participaram do ciclo de palestras CONTRAPOSICIONES que deram palestras no Colégio de Arquitetos do Chile -, cada equipe foi composta por 7 membros de diferentes anos, acompanhados por dois tutores que orientaram os projetos.

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Jean Pierre Crousse: 'Buscamos que as respostas que damos a problemas locais tenham relevância global'

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Jean Pierre Crousse e Sandra Barclay acabam de ganhar o Mies Crown Hall Americas Prize – a maior honraria da arquitetura no continente americano – com o recém-inaugurado Edifício E da Universidade de Piura. Por meio de sua obra, a dupla Barclay & Crousse tem abordado o território e as paisagens peruanas sob diferentes perspectivas e em diferentes escalas, aliando essa abordagem a uma reflexão e a uma prática docente na Pontificia Universidad Católica del Perú, na qual explora a dimensão transdisciplinar e multiescalar da arquitetura.

Nesta entrevista, buscamos aprofundar sua relação com o ensino, com o território peruano e com o papel que a arquitetura desempenha hoje em países como o Peru.

Destaques da semana: reduzir, reutilizar, repensar

É muito comum, nos dias de hoje, sentir-se extenuado pela enorme quantidade de informações que consumimos, tanto consciente quanto inconscientemente. No mundo da arquitetura não é diferente, é preciso dedicar-se para acompanhar o feed diário do ArchDaily e por isso mesmo, entendemos que nem sempre é possível estar a par daquilo que é notícia no mundo. Mas isto que à primeira vista parece ser uma infinita linha de produção arquitetônica, não necessariamente vem ao encontro das mais recentes preocupações em nossa disciplina, aquelas voltadas à economia e compartilhamento de recursos.

Esta reflexão generosa, à respeito de como e para quem estamos construído nossos edifícios e cidades, encontrava-se oculta em meio a produção massiva que definiu a arquitetura durante o século XX, mas algo estava nascendo, mesmo que em estado embrionário - algo que está se tornando cada dia mais evidente nos dias de hoje. Cada vez mais, arquitetos estão incorporando processos e estratégias de sustentabilidade e/ ou reuso adaptativo. Os mais tradicionais prêmios e reconhecimentos do mundo da arquitetura estão operando uma efetiva mudança de direção em nossa disciplina, chamando à atenção não mais apenas aos mesmos grandes nomes, mas também para pequenos escritórios de arquitetura espalhados pelo mundo, aqueles que têm nos apresentado uma nova maneira de pensar e conceber a arquitetura.

O estereótipo do arquiteto foi por muito tempo o da obsessão pelo ego e pela novidade. Praticamente um sinônimo de egocentrismo e originalidade. Por outro lado, atualmente estamos testemunhando uma mudança de rumo à partir da prática de milhares e milhares de jovens profissionais. Os projetos que foram notícia nesta última semana nos ensinam a repensar a arquitetura à partir da redução e da reutilização, transformando a maneira como concebemos à arquitetura no século XXI. 

Por que as coisas belas nos deixam felizes — e por que o modernismo nos deixa tristes?

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Uma exposição recente no MAK Viena – Museu Austríaco de Artes Aplicadas / Arte Contemporânea, apresenta as obras de Sagmeister & Walsh, um escritório de design sediado em Nova York que investiga o que torna a beleza tão atraente.

Intitulada "Beauty", a exposição explora a noção de que a beleza opera como uma função independente e que, por si só, pode ser o propósito primordial da arquitetura: a forma é uma função. Em colaboração com o canal do YouTube e estúdio de design Kurzgesagt (In A Nutshell), este vídeo, lançado em conjunto com a exposição, explica por que coisas belas nos deixam felizes.

Por que as coisas belas nos deixam felizes — e por que o modernismo nos deixa tristes? - Imagen 1 de 4Por que as coisas belas nos deixam felizes — e por que o modernismo nos deixa tristes? - Imagen 2 de 4Por que as coisas belas nos deixam felizes — e por que o modernismo nos deixa tristes? - Imagen 3 de 4Por que as coisas belas nos deixam felizes — e por que o modernismo nos deixa tristes? - Imagen 4 de 4Por que as coisas belas nos deixam felizes — e por que o modernismo nos deixa tristes? - Mais Imagens+ 1

A natureza como coautora em projetos de arquitetura

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Lidar com o contexto onde está inserido um projeto é parte essencial do exercício da arquitetura, seja negando ou incorporando os elementos preexistentes e as condicionantes do entorno nas propostas. Apesar dessa constante, entender o que há em volta como atuante direto nas decisões de desenho e organização do espaço vai além de simplesmente considerar boas vistas, ventilação natural ou orientação, trata-se de enxergar essas condições como agentes ativas nos projetos, isto é, como coautoras.

Os casos em que essa prática se faz mais notável são provavelmente aqueles que pensam os elementos da natureza nesse papel atuante, e essa é a postura adotada por alguns escritórios como verdadeiro partido inicial para o desenho dos espaços.

Conferência de Especialistas sobre “Rematerializando a Construção”

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Conferência de Especialistas sobre “Rematerializando a Construção” - Imagem 1 de 4
Mesas-redondas preparam o LafargeHolcim Forum e elaboram uma agenda clara. A 3ª Mesa-Redonda LafargeHolcim foi organizada por Werner Sobek (centro na foto) no Instituto de Estruturas Leves e Design Conceitual da Universidade de Stuttgart, Alemanha. Os participantes da mesa-redonda incluíram Marilyne Andersen, Marc Angélil, Alejandro Aravena, Xuemei Bai, Philippe Block, Harry Gugger, Guillaume Habert, Dirk Hebel, Anna Heringer, Vivian Loftness, Karen Scrivener e Werner Sobek. © LafargeHolcim Foundation for Sustainable Construction

O 6º Fórum Internacional LafargeHolcim de Construção Sustentável será sediado pela Universidade Americana no Cairo, de 4 a 6 de abril de 2019. O evento é dedicado ao tema “Rematerializar a Construção”. Palestras magnas, workshops e visitas técnicas focarão em estratégias para reduzir o consumo ao longo de todo o ciclo dos materiais — da extração ao processamento, transporte, instalação, manutenção e remoção.

O Fórum investiga como a indústria da construção civil pode se adaptar para se tornar mais enxuta, com uma pegada ecológica menor e sem se pautar pela ilusão de matérias-primas infinitamente disponíveis. Diante disso, o encontro busca propor soluções radicais no uso de materiais de construção.

Barrio Móvil, o ônibus multifuncional que busca aproximar idosos e pessoas com deficiência em Lima

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Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé. Se as pessoas idosas não vão à prefeitura – para evitar os desgastes evidentes de trâmites burocráticos –, a prefeitura vai até elas. Em uma cidade não muito planejada como Lima, onde menos ainda se pensou em desenho urbano para a população idosa ou para pessoas com deficiência, locomover-se ou realizar certas atividades sociais exige o dobro de esforço. Assim, elas preferem ficar em casa, sem complicações.

É uma excelente ideia a ser colocada em prática que a forma de alcançar essa aproximação, para além da arquitetura estática, seja por meio da arquitetura móvel. Dessa forma, a Prefeitura de Miraflores colocaria em circulação, em um ônibus, diferentes funções valiosas para um bairro, mas, acima de tudo, muito valorizadas por um público que necessita de maior mobilidade. A arquitetura em ação é capaz de adaptar um ônibus "comum" para esse fim "múltiplo". Mais uma vez, a profissão demonstra seu poder de conectar, acolher, aproximar...

Barrio Móvil, o ônibus multifuncional que busca aproximar idosos e pessoas com deficiência em Lima - SustentabilidadeBarrio Móvil, o ônibus multifuncional que busca aproximar idosos e pessoas com deficiência em Lima - SustentabilidadeBarrio Móvil, o ônibus multifuncional que busca aproximar idosos e pessoas com deficiência em Lima - SustentabilidadeBarrio Móvil, o ônibus multifuncional que busca aproximar idosos e pessoas com deficiência em Lima - SustentabilidadeBarrio Móvil, o ônibus multifuncional que busca aproximar idosos e pessoas com deficiência em Lima - Mais Imagens+ 33

40 anos da Bienal de Arquitetura de Quito

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O que significa para uma bienal de arquitetura — especialmente uma pan-americana — completar mais de 20 edições? Evidentemente, significa um importante acúmulo de participantes, palestrantes, coordenadores/as e projetos que não apenas evidenciaram, ao longo de todos estes anos, o volume da produção regional, mas também nos lembraram periodicamente o potencial de manter ativo o debate e o intercâmbio, tanto latino-americano quanto mundial.

Por essa razão, é interessante destacar números e fatos. Ambos servem como prova empírica do desenvolvimento histórico e do alcance da Bienal de Arquitetura de Quito, ajudando-nos a responder à primeira pergunta e a compreender por que ela é considerada um dos eventos de arquitetura mais importantes do continente americano.

Le Corbusier e a linguagem da cor

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Quando falamos de Le Corbusier, parte de sua obra, sobretudo as primeiras vilas nas quais trabalhou em estreita colaboração com Pierre Jeanneret, ficou conhecida pelo nome de “Villas Brancas”. É curioso que essa cor, o branco, seja associada ao nome de Le Corbusier, sem que ele possua, como ocorre com alguns pintores, uma fase “azul” como Picasso ou uma fase “de ouro” como Klint.

Quando e por que foi cunhado o termo “Villas Brancas” de Le Corbusier? Seria possível que a brancura de seus edifícios tenha sido malinterpretada, assim como ocorre com a arte grega? Essa brancura foi uma ideia muito útil para consolidar as bases do neoclassicismo em sua época, mas totalmente distante da rica paleta de cores de que desfrutavam tais obras no período helênico.

Fundação Iberê Camargo, de Alvaro Siza, pelas lentes de Ronaldo Azambuja

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Alvaro Siza orquestra, como poucos, a experiência do visitante em suas obras. Por meio de compressões e descompressões, aberturas e fechamentos, volumes, vazios e luz, o arquiteto português marca os trajetos, os pontos de vista, as perspectivas e a passagem do tempo. Este ensaio, do fotógrafo Ronaldo Azambuja, retrata a obra dez anos após sua inauguração.

Cidades fabricadas: o caso da primeira smart city do Brasil

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Smart City Laguna, este é o nome da primeira "cidade inteligente" do Brasil segundo publicaram alguns meios de comunicação, inclusive o ArchDaily Brasil, em 2017. Com inauguração prevista para aquele mesmo ano, o empreendimento contaria em sua primeira fase com 1.800 unidades e, no total, 7.065, divididas entre residenciais, comerciais e de uso tecnológico.

Localizada no distrito de Croatá, que faz parte da cidade de São Gonçalo do Amarante, a primeira smart city brasileira ocupa uma porção de terra de 330 hectares conectada diretamente à rodovia federal BR-22, que cruza os estados do Ceará, Piaí e Maranhão partindo de Fortaleza em direção à Marabá, no Pará. A escolha do local tem razões econômicas: a proximidade com o Porto do Pecém, em Fortaleza, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) e a Ferrovia Transnordestina fazem de Croatá um ponto estratégico no nordeste que vem sendo ocupado nos últimos anos por empresas de tecnologia, conformando um chamado "Cinturão Digital" a pouco mais de 50 quilômetros da capital cearense.

Arquitetura Animal: Cupinzeiro descoberto no Brasil tem a área da Grã-Bretanha

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Pesquisadores divulgaram recentemente a descoberta do maior complexo cupinzeiro do mundo, que se localiza em terras brasileiras, na região nordeste do país. Estima-se que o total de solo escavado represente 4.000 pirâmides de Gizé e que o complexo tenha em média 4 mil anos de idade e cobre uma área estimada de 230.000 km², o que equivale à área da Grã-Bretanha.

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