A modernização de Bogotá entre 1940 e 1970, registrada em fotorreportagens urbanas e arquitetônicas, foi documentada em diversos livros, revistas e fotolivros da época, bem como em imagens de acervos públicos e privados da cidade. Todos esses registros revelam uma abordagem intencional, e até mesmo crítica, de como a arquitetura moderna reconfigurou os centros das cidades e articulou as novas edificações e espaços urbanos com a paisagem urbana existente.
Ao analisar o impacto da fotografia a partir da arquitetura, é fundamental mencionar Paul Beer e Germán Téllez. Dentro do seu amplo espectro de temas retratados, esses dois fotógrafos se dedicaram de maneira mais específica à fotografia de arquitetura. Eles receberam encomendas dos escritórios de arquitetura mais prestigiados da época, e seus registros revelam valores, relações e aspectos distintos e complementares da arquitetura e da cidade moderna.
A arquitetura, ao contrário de outros aspectos da cultura (como moda ou música), só pode realmente ser experimentada e entendida pessoalmente. Para marcas famosas, projetar uma nova sede pode ser uma excelente oportunidade para sinalizar gostos e valores - mas também cria uma questão arquitetônica interessante. Embora os edifícios sejam habitados (quase 24 horas por dia) pelos funcionários da empresa, eles também são muito povoados pela imaginação de pessoas em todo o mundo. Como é estar nesses lugares?
La Minerva é uma escultura monumental icônica da capital de Jalisco, feita por Joaquín Arias em 1957 por ordem do então governador Agustín Yáñez. Os anos se passaram e seria durante a Copa do Mundo México de 1986, quando após uma vitória da equipe brasileira, seu treinador deu aos jogadores uma tarde livre e a comemoração terminou ali, na confluência das avenidas López Mateos, Vallarta, Golfo de Cortés e Circunvalación Agustín Yañez. A partir deste dia, celebrações e demonstrações adotaram La Minerva como cenário predileto. No entanto, fenômenos climáticos e as vibrações veiculares conferiram sérios danos à sua estrutura.
Uma equipe de cinco estudantes de mestrado em arquitetura da Universidade de Hartford ganharam recentemente a competição Dream Green, patrocinada pelo Connecticut Institute for Resilience and Climate Adaptation e pelo Escritório de Sustentabilidade da Prefeitura de Hartford. O concurso solicitou propostas para melhorar a cidade através de projetos “pop-up” que transformem espaços urbanos subutilizados, ao mesmo tempo em que destacam a infraestrutura verde e o projeto sustentável.
https://www.archdaily.com.br/pt/905230/estudantes-da-hartford-architecture-vencem-concurso-de-sustentabilidade-urbana-com-o-projeto-de-parque-live-work-playSponsored Post
Renderização da Usina de Resíduos em Energia do BIG. Imagem cortesia de BIG.
O JP Morgan Chase anunciou esta semana que contratou o escritório Foster + Partners para projetar sua nova sede global em Nova York. O projeto, localizado em Midtown Manhattan, substituirá o edifício atual da década de 1960, projetado pelo SOM para o banco de investimentos norte-americano.
Esta não é a primeira vez que o Foster + Partners é contratado para desenvolver o projeto de uma sede corporativa: o escritório também é responsável pelos projetos da vizinha Hearst Tower, do Campus da Apple no Vale do Silício e da sede da Bloomberg em Londres, vencedora do Prêmio Stirling.
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Rua Completa Joel Carlos Borges, São Paulo. Foto: Pedro Mascaro/WRI Brasil, via Flickr. Licença CC BY-NC-SA 2.0
Mudar o paradigma de desenho viário aplicado há tantas décadas no Brasil é desafiador. Enxergar cada via com olhos de quem pensa primeiro no uso das pessoas e não mais dos automóveis é um exercício cada vez mais necessário e urgente no planejamento urbano. É nesse contexto que o conceito Ruas Completas busca construir ruas mais seguras, saudáveis e equânimes.
Para apoiar profissionais de diversas áreas a entender e colocar em prática os princípios de Ruas Completas, o WRI Brasil e a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) criaram os Seminários Online Ruas Completas. Foram realizadas oito conferências ao longo do ano de 2018 que exploraram diversos assuntos relacionados às etapas do desenvolvimento de um projeto. Centenas de pessoas de 150 cidades brasileiras assistiram palestras com 17 especialistas de dez organizações diferentes.
https://www.archdaily.com.br/pt/905509/seminarios-online-gratuitos-mostram-como-implementar-ruas-completasWRI Brasil
O nível educacional de um país não se reflete apenas nos estudantes e professores, ou nas matrizes curriculares públicas, mas também na infraestrutura educativa como espaço de influência para o aprendizado e a experiência. Os institutos são uma opção importante no esquema educacional do país; no entanto, muitas dessas instituições não passaram por grandes transformações e melhorias de infraestrutura desde a sua criação. Como resposta a essa lacuna, surgem os "Institutos de Excelência", projetos que fazem parte de um plano estratégico maior que engloba tanto institutos quanto universidades dentro de um programa de investimento em infraestrutura do ensino superior público, proposto pelo Ministério da Educação (MINEDU) e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
O que mais chama nossa atenção é que esse atributo de "qualidade" raramente é associado à grande maioria dos institutos de ensino superior peruanos, aos quais não se costuma dar a devida importância. Com isso em mente, analisamos a proposta de um instituto protótipo representativo de um grupo de vários projetos que já estão viabilizados e prontos para iniciar o processo de execução. Para compreender como os sonhos de uma educação descentralizada melhor se transformam em arquitetura, a equipe de especialistas e de arquitetura liderada por Ana Carlín detalha as diretrizes e o escopo do programa e do projeto. Continue lendo para saber mais sobre essa boa prática.
Translações Sonoras é uma instalação urbana desenvolvida pelos arquitetos Mathias Klenner e Sofía Balbontín, acadêmicos da Faculdade de Arquitetura, Design e Construção da UDLA, em conjunto com estudantes de arquitetura da Universidad Austral de Chile.
A intervenção explora as diversas paisagens sonoras de Valdivia e seu entorno próximo, vinculando territórios e comunidades através da translação em tempo real de múltiplas sonoridades invisibilizadas em direção ao centro da cidade.
Conheça a proposta detalhada segundo as palavras de seus autores, a seguir.
"Casas en el valle del río Simpson: el patrimonio desconocido de Aysén",de Lorena Pérez, Tomás Errázuriz e Carlos Castillo, publicado pela Fundación ProCultura, resgata a arquitetura vernácula desenvolvida durante o período de colonização tardia nas residências da região, abordando suas formas de habitar, transformações ao longo do tempo e sistemas construtivos.
O livro investiga um tipo de autoconstrução que não obedece a projetos nem a modelos arquitetônicos, mas sim à resposta ao meio ambiente, às tradições, aos materiais disponíveis e a um sem-fim de fatores que resultaram em um patrimônio único no Chile.
Embora a maioria dos/as arquitetos/as seja lembrada por uma estrutura ou encomenda monumental, muitos dos nomes mais prolíficos da área, em algum momento, voltaram suas atenções para o projeto de uma cidade inteira. Muitas vezes aventurando-se no exterior para ver sua visão estética ganhar vida em territórios desconhecidos (e, frequentemente, sobre uma população desprevenida), o planejamento urbano representava a oportunidade perfeita para realizar suas doutrinas arquitetônicas em escalas inimagináveis. A seguir, relembre alguns dos maiores empreendimentos de planejamento urbano. Tendo esses planos fracassado ou prosperado, eles funcionam, em última análise, como reflexões fundamentais sobre as consequências de um olhar externo definindo a noção de lugar e espaço para um público estrangeiro ao longo de gerações.
Projetos do Uruguai, Argentina, Chile e Brasil foram escolhidos como vencedores do Prêmio CICOP Chile 2018. Esta é a quarta edição nacional — e a segunda edição internacional — da chamada aberta latino-americana de projetos que desenvolvam intervenções em edifícios, conjuntos edificados ou áreas de valor patrimonial.
"Atuar com sensibilidade e propriedade técnica no patrimônio construído colabora para unir forças em favor da conservação e reforçar a contribuição que o campo profissional pode dar para a transmissão de valores patrimoniais às futuras gerações", explicam os organizadores na chamada que recebeu 92 propostas nesta edição.
O diretor do concurso foi Nicolas Iza, enquanto a coordenação geral ficou a cargo de Marco Antonio Orellana. Por sua vez, o júri foi composto por Arturo López Bachiller e David Avila, representantes do escritório Luis Vidal + Arquitectos; juntamente com María Inés Arribas, Mabel Briceño, Antonino Pirozzi e Carolina Vergara, representantes da CICOP Chile.
Às margens do rio amazônico Piraí, os anéis e canais de Santa Cruz de la Sierra não apenas abrigam edifícios da arquitetura contemporânea e moderna da Bolívia (são curiosos os exemplos do racionalismo formalista, brutalismo e pós-modernismo que aqui se manifestaram), mas também parte de sua diversa arquitetura antiga e cotidiana: de um centro histórico repleto de galerias coloniais e casarões a mercados locais e abrigos rústicos como o pahuichi cruzeno.
Por ocasião do recente encontro latino-americano de estudantes de arquitetura (ELEA), para o qual recebemos o convite para realizar uma cobertura in loco, selecionamos dez desses lugares que podem ajudar a ter um panorama geral da cidade e de sua heterogênea arquitetura.
Philip Johnson viveu uma vida longa e extraordinariamente movimentada. Ele foi arquiteto, curador de museu, lançador de tendências, articulador de poder, conspirador e uma presença cultural excepcionalmente marcante. Mark Lamster, crítico de arquitetura do Dallas Morning News e bolsista do Harvard Loeb Fellowship, escreveu uma biografia profundamente envolvente sobre ele, intitulada Philip Johnson, Architect of the Modern Century: The Man in the Glass House. Conversei com Lamster há duas semanas sobre o livro e o emaranhado de contradições que foi Philip Johnson.
No último mês de outubro publicamos os vencedores da terceira convocatória de trabalhos finais de graduação na Colômbia, conhecidos também como trabalhos de conclusão de curso (TCC), na qual recebemos 94 projetos provenientes de mais de 10 cidades e 22 universidades.
Nossa equipe editorial selecionou seis projetos vencedores e, pela primeira vez, um júri composto por arquitetos e arquitetas de destaque na Colômbia encarregou-se de escolher o Grande Vencedor 2018: Lina Toro, Carlos Cano (OPUS, Medellín) e Jorge Noreña (Ruta 4, Pereira).
O júri escolheu como Grande Vencedor o trabalho de conclusão de curso Rehabitar la ladera, desenvolvido por Daniela Núñez e Roger Escalante, egressos(as) da Universidad Nacional de Colombia, campus Medellín. "O projeto não se limita a descrever e a documentar uma situação de habitação baseada nessa intuição construída como testemunho sobre o habitar local, mas propõe um projeto de desenho aberto que delega com generosidade e simplicidade as diretrizes de um crescimento intuitivo, porém regulado", comentou Toro na decisão do júri.
Como construir envoltórias leves, com uma confortável luz difusa e alta resistência ao impacto e ao clima?
O policarbonato oferece diversas soluções para o aproveitamento da iluminação natural. Seja em fachadas, espaços internos ou coberturas, os benefícios do policarbonato, como leveza, linhas limpas, painéis coloridos e efeitos de luz, oferecem uma ampla gama de liberdade projetual. A tecnologia de painéis microcelulares reduz a necessidade de luz artificial e favorece a uniformidade na difusão da luz natural, obtendo fachadas com eficiência energética e sensação de espaço e iluminação nos espaços interiores. Confira, a seguir, 10 projetos que utilizaram policarbonato como material de envoltória.
Nove equipes compostas por mais de 200 estudantes e 50 docentes projetaram dispositivos utilizando exclusivamente este material, que posteriormente foram instalados em diferentes espaços públicos da cidade. A iniciativa buscava valorizar e dar visibilidade à indústria da madeira na região, posicionando a cidade como uma referência no design local e internacional.
Ubicación de los 10 sanatorios en España. Image Cortesía de Javier García Librero
Em 13 de dezembro de 1943, uma lei estabelecia as bases regulatórias do Patronato Nacional Antituberculoso, criado com o objetivo de combater e ajudar a erradicar uma das piores doenças enfrentadas pela população espanhola e mundial durante o século XX: a tuberculose. "O Patronato Nacional Antituberculoso vem se dedicando a impedir a disseminação de uma doença que representa a primeira entre as causas de mortalidade na Espanha, bem como o perigo mais importante para a raça", iniciava o texto da lei.
Após o término da guerra civil em 1939, a situação da Espanha e de sua população não era das mais favoráveis. Esse cenário se refletia em um atraso em relação a outros países ocidentais quanto ao número de sanatórios antituberculosos. Tanto é assim que, em 1934, com 66 sanatórios, a Espanha era o país com a menor proporção de centros por habitante de toda a Europa, um para cada 357.000.
Publicado originalmente na Metropolis Magazine como El Equipo Mazzanti Heals a Gash in Bogotá’s Urban Fabric. With a Patchwork of Verdant Gardens, Anna Fixsen escreve sobre o Parque Bicentenário em Bogotá. "O que antes era foco de controvérsias agora é um parque inovador que reconecta duas áreas no coração do seu centro histórico", escreve.
É impossível vivenciar Bogotá sem se deparar com a aura de Rogelio Salmona. Talvez mais do que qualquer arquiteto/a, Salmona moldou a identidade urbana desta cidade andina por meio de edifícios cívicos e poéticos. De uma pequena varanda no último escritório desse arquiteto —localizado no topo de uma torre projetada por ele mesmo— descortina-se um verdadeiro panorama de Salmona: bem em frente, os enormes volumes das Torres del Parque, um complexo residencial de três torres concluído em 1970; e, ao sul, o MAMBO, o Museu de Arte Moderna de Bogotá.
A modernização de Bogotá entre 1940 e 1970, capturada em ensaios fotográficos urbanos e arquitetônicos, foi registrada em diversos livros, revistas e fotolivros da época, bem como em imagens de arquivos públicos e privados da cidade. Todos esses registros revelam uma abordagem intencionada, e inclusive crítica, de como a arquitetura moderna reconfigurou os centros das cidades e relacionou os novos edifícios e espaços urbanos com a paisagem urbana existente.
Ao analisar o impacto da fotografia de rua, é fundamental mencionar Leo Matiz, Armando Matiz e Hernán Díaz. Esses três fotógrafos retrataram personagens, acontecimentos e a vida urbana de Bogotá. Destacamos e selecionamos aqui, dentro de sua ampla produção, seus registros de ruas, praças, cruzamentos e edifícios representativos da cidade — lugares emblemáticos ou anônimos que, através da fotografia, consolidam o patrimônio moderno na memória coletiva, e onde a arquitetura e os espaços urbanos são os protagonistas das cenas.
Vigas vagão são aquelas constituídas por barras e tirantes de aço, onde a aplicação destes últimos atuam na redução dos esforços de flexão e deformações da peça, permitindo a diminuição na altura da viga. Em outras palavras, são a união de vigas contínuas de alma cheia (aço ou madeira) junto a cabos de aço que são posicionados na região inferior e apoiados por montantes tracionados. Desse modo, conseguem vencer maiores vãos, mantendo a menor seção possível e a esbelteza da peça. Segundo o engenheiro Yopanan Rebello, “o termo ‘vagonada’ deriva diretamente de sua aplicação como apoio em vagões de trem” [2].
Este artigo foi publicado originalmente no ArchDaily em 13 de fevereiro de 2018.
A cidade de Toronto tem uma longa e tensa relação com o desenvolvimento imobiliário e os vazios urbanos. O mapa da Compra de Toronto de 1787, acordada entre os Mississaugas da Primeira Nação de New Credit e a Coroa Britânica — que mais tarde estabeleceria o território colonial que viria a ser Toronto —, concebe a paisagem como um único lote vago, claramente definido e ansioso por desenvolvimento. Ou, como o artista Luis Jacob melhor descreveu, “significando nada mais do que uma página em branco à espera de ser preenchida livremente”. Mais de duzentos anos depois, à medida que a disponibilidade de moradia, os preços e a escassez de aluguel impulsionam os empreendimentos residenciais verticais na cidade, a política do lote vago nunca pareceu tão palpável.
Quando perguntaram a Clorindo Testa o que sentia ao saber que uma de suas obras, a Casa Di Tella, seria demolida, ele respondeu: “Eu acredito que as obras não são feitas para durar. Pode-se dizer que o Coliseu de Roma vai perdurar. Não vão colocar abaixo a Catedral de Notre Dame, nem o Duomo de Milão. Mas, quando se faz uma obra, não se fica pensando que ela será memorável e durará para sempre. Obras com essas características têm proprietários/as, e os/as proprietários/as mudam de ideia. As pessoas e a sociedade também mudam: o que era válido vinte anos atrás, hoje não é mais. É inevitável que seja assim. Pessoalmente, não me incomoda em nada que demolam uma obra minha: não faço as coisas para que durem para sempre. Você faz as coisas para que funcionem quando são encomendadas, e elas duram o que têm que durar. A Casa Di Tella foi feita para Di Tella, e Di Tella morreu. Em certo sentido, já não é mais a casa dele... Passou a fazer parte de um instituto que a comprou. Portanto, as funções de que necessita agora são outras”. [1]
No discurso de Testa, nota-se uma notável humildade que parece pouco frequente no DNA do/a arquiteto/a que anseia pela eternidade de suas obras. Afinal, esse desejo de eternidade nos foi imposto quase como uma ordem, uma necessidade. Palladio bem sabia disso ao mencionar Vitrúvio: “utilidade, perpetuidade e beleza”.
Mais de 40 anos depois de ter emergido das festas do South Bronx, o hip-hop tornou-se uma força esmagadora que remodelou a cultura global. Mas no seu aspecto mais elementar e fundamental, o hip-hop é um confronto direto e poderoso com o ambiente construído. "Vidros quebrados em todos os lugares / Pessoas mijando nas escadas, você sabe que eles simplesmente não se importam", Grandmaster Flash and the Furious Five cantaram em sua faixa seminal de 1982 "The Message". "Eu não aguento o cheiro, não aguento o barulho / Não tenho dinheiro para sair, acho que não tenho escolha.” (Broken glass everywhere / People pissing on the stairs, you know they just don’t care / I can’t take the smell, can’t take the noise / Got no money to move out, I guess I got no choice.”)
https://www.archdaily.com.br/pt/905213/como-a-arquitetura-do-hip-hop-esta-conquistando-seu-espacoDante A. Ciampaglia
The Exchange / Oyler Wu Collaborative. Cortesia de Oyler Wu Collaborative
Em sua periferia, a cidade de Columbus, no estado de Indiana, é uma cidade suburbana como qualquer outra dos Estados Unidos. Mas passeie pelo centro da cidade e você verá uma inesperada variedade de arquitetura moderna. Esta pequena cidade foi, nos últimos cinquenta anos, uma espécie de laboratório para a arquitetura, atraindo arquitetos tão diversos quanto Kevin Roche e IM Pei. As crianças frequentam a escola em um edifício projetado por Richard Meier, os fiéis frequentam uma igreja projetada por Eliel Saarinen.