À medida que o fim do ano se aproxima, gostaríamos de agradecer a todos e todas novamente por fazerem de 2018 o nosso melhor ano. Graças ao seu apoio contínuo e à proximidade que mantemos com nosso público, hoje alcançamos um número ainda maior de profissionais da arquitetura em todo o mundo, inspirando a criação de melhores ambientes urbanos.
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Kit Domótica Inmobiliario | AveChile. Image Cortesía de AveChile
Domótica = Domus ('casa' em latim) + Autônomo ('quem se governa' em grego)
Como o nome indica, a domótica permite que um lar possa funcionar de forma inteligente, respondendo aos requisitos e necessidades de seus usuários por meio de sistemas automatizados que melhoram a habitabilidade e o conforto de seus espaços, aumentando sua segurança e aprimorando, a longo prazo, a economia de energia e de dinheiro.
Usando sensores, sistemas motorizados, tecnologias sem fio e integração direta com telefones celulares ou tablets, a domótica veio para ficar e você pode integrá-la em seus projetos de arquitetura - desde o estágio inicial - por meio de diferentes sistemas automatizados. Mas como fazer isso? Analise uma série de soluções classificadas por seus benefícios: economia de energia, conforto, acessibilidade e segurança.
“Um desenho deve ser a chave para a compreensão da arquitetura – o que há para gostar ou não gostar, de onde vêm as ideias dos/as arquitetos/as, como essas ideias chegam ao papel e o que é importante nesse processo.” - Sergei Tchoban
No último mês, o arquiteto, artista e colecionador russo-alemão Sergei Tchoban tem sido o foco da exposição “Sergei Tchoban: Drawing Buildings/Building Drawings”, que reúne cinquenta dos desenhos de fantasia urbana em grande escala do arquiteto. Esses desenhos, embora intrigantes por seu valor técnico e artístico, também refletem as reflexões profundamente pessoais de Tchoban sobre o passado, o presente e o futuro de suas cidades favoritas – São Petersburgo, Roma, Amsterdã, Veneza, Berlim, Nova York –, além de uma documentação detalhada de cinco projetos realizados (dois museus, dois pavilhões de exposição e uma cenografia teatral).
Em março de 2016, uma avassaladora notícia surpreendeu e chocou arquitetos ao redor do mundo. Em um hospital de Miami, Zaha Hadid - uma das personalidades mais importantes e reconhecidas do mundo da arquitetura - havia falecido vítima de um ataque cardíaco fulminante.
A renomada arquiteta britânica - nascida no dia 31 de outubro de 1950 no Iraque, educada em Beirute e reconhecida como a "Rainha das Curvas" - transformou-se em uma lenda da nossa época. Suas elegantes e complexas formas arquitetônicas foram construídas nos quatro cantos do mundo, uma carreira meteórica e inspiradora que lhe rendeu o Prêmio Pritzker em 2004, tornando-se a primeira mulher a receber tal honraria, além da medalha de ouro do Royal Institute of British Architects em 2016. Zaha Hadid transcendeu as restrições da velha guarda de nossa profissão, um campo quase que exclusivamente dominado por figuras masculinas.
É momento de nos despedirmos de 2018 e, portanto, olhar para tudo o que fizemos. O que nos interessou? O que nos surpreendeu? O que nos impactou?
Após apresentarmos o melhor da arquitetura de 2018, decidimos reunir e destacar alguns dos projetos argentinos que mais geraram reações em nossas redes sociais. Adeus 2018, olá 2019.
A modernização de Bogotá entre 1940 e 1970, capturada em reportagens fotográficas urbanas e arquitetônicas, foi registrada em diversos livros, revistas e fotolivros da época, bem como em imagens de arquivos públicos e privados da cidade. Todas essas imagens revelam uma abordagem intencional, e até mesmo crítica, de como a arquitetura moderna reconfigurou os centros das cidades e relacionou os novos edifícios e espaços urbanos com a paisagem urbana existente.
Ao analisar o impacto do fotojornalismo, é indispensável falar de Sady González, Manuel H. e Daniel Rodríguez. A arquitetura e a cidade funcionam como pano de fundo para as cenas da vida urbana, personagens, acontecimentos e atividades cotidianas, e suas fotografias são um testemunho visual imprescindível para compreender a transformação da cidade e seu contexto histórico.
Fotografia de Gustavo Neves da Rocha Filho (1954). Image Cortesia de IAB - SP
O IAB teve um primeiro papel fundamental para consolidar a profissão de arquitetos e urbanistas como atividade autônoma da engenharia lá nos anos 1940 e 1950. Organizou-se como instituição de representação, de agremiação espontânea dos arquitetos e de plataforma para as políticas do campo. Seja na direção de uma prática legítima sobre o construído, a paisagem, a cidade; seja sobre o ensino, a educação do arquiteto e da sociedade para esta atividade tão fundamental para a cidadania. Uma ação nestes diversos temas se iniciou com o apoio a regulamentação, em nosso país, da arquitetura como profissão (a criação do Crea/Confea, em 1933), depois com a organização do congresso de 1945, e no caso de São Paulo, com o incentivo para a Fundação da Faculdade de Arquitetura da USP, em 1948.
No leste de Londres, The Trampery on the Gantry está apostando alto no aspecto "criativo" do reuso adaptativo. Parte do enorme centro de transmissão utilizado durante os Jogos Olímpicos de 2012, o antigo pórtico de climatização (HVAC) foi reformado pelo escritório de arquitetura Hawkins\Brown para se tornar um polo de inovação em arte e mídia.
Aproximadamente 3.550 estudantes se matriculam anualmente nos Estados Unidos em programas credenciados de Bacharelado em Arquitetura (BArch), segundo o National Architectural Accrediting Board (NAAB), e cerca de 70% desse contingente acaba se formando em arquitetura. Existem 51 programas de BArch credenciados nos Estados Unidos, em comparação com mais de 2.000 programas de arquitetura em todo o mundo. Os Estados Unidos têm um número muito reduzido de escolas de arquitetura em termos globais. Um fato interessante é que existem duas vezes mais programas de Mestrado em Arquitetura (MArch) nos EUA, mas o volume inicial de matrículas em cada programa é bastante semelhante.
O Urban Sketchers é uma organização internacional sem fins lucrativos dedicada a fomentar uma comunidade global de artistas que praticam o desenho in loco. Sua missão é elevar o valor artístico, narrativo e educativo do desenho, promover sua prática e conectar pessoas de todo o mundo que desenham nos lugares onde vivem e por onde viajam, contando a história de nossos ambientes e dos espaços que habitamos.
Era uma cidade de rios indomáveis: eles irrompiam sazonalmente sobre as margens, moldando férteis e úmidas várzeas. Quando o rio baixava, a terra era rija o suficiente para que uma bola rolasse e muitos pés corressem atrás dela. Foi em uma São Paulo sem rios enterrados sob fatias tristes de concreto que emergiu o futebol de várzea.
Recuperar a história do futebol de várzea em São Paulo é entender a formação da cidade em torno de rios imponentes como o Tietê. No início do século XX, populações imigrantes e de afro-brasileiros e negros recém libertos ocuparam esses territórios e originaram bairros como a Barra Funda, na região oeste da capital. Mais do que uma prática amadora desportiva, essa modalidade se consolidou enquanto símbolo de organização social e luta pelo direito à cidade, em uma época onde a capital paulista começava a ser disputada espacialmente e a sofrer com a gentrificação.
'Silogismos' é um projeto de arquitetura e ilustração que fundamenta sua pesquisa em arquivos, publicações e fotografias sobre a história da construção moderna no México. Trata-se de uma narrativa gráfica sobre as permanências e transformações de obras fundamentais do século XX por meio da síntese, interpretação e contraposição de seus ideais. Os binômios referidos confrontam pensamento e forma com inferências dedutivas. A soma das partes vislumbra significados e motivos críticos da arquitetura para sua futura reconstrução.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117721/silogismos-urbanos-um-ensaio-grafico-sobre-chapultepec-heights-plus-hipodromo-no-mexicoJuan José Kochen + Ximena Rios-Zertuche
Templo de Las Cenizas y Crematorio / Juan Felipe Uribe de Bedout + Mauricio Gaviria + Hector Mejía. Imagem
Este ano de 2018 foi especial para o ArchDaily Colômbia: não apenas celebramos em Bogotá, junto a arquitetos e arquitetas de destaque, os três primeiros anos do nosso site local e nos preparamos para alcançar um novo recorde de visitas anuais, mas também abrimos a conta do ArchDaily Colômbia no Instagram, um perfil que em seis meses já alcançou 10 mil seguidores graças a vocês.
Para encerrar este grande ano, selecionamos as obras mais populares —com base no volume total de interações e desconsiderando repostagens— no @archdailyco:
Há muitas maneiras de resolver o conforto acústico dos espaços interiores que projetamos, usando materiais e soluções de diferentes preços e aparências. Placas de gesso acartonados são uma opção econômica e eficiente para incorporar em nossos projetos, absorvendo o som e reduzindo o nível de ruído gerado pela reverberação através de diferentes padrões e formas.
Aplicadas principalmente em escolas, escritórios, centros comerciais, restaurantes, lobbies e hospitais, as placas de gesso são fáceis de instalar e podem oferecer resultados estéticos de alta qualidade em forros e revestimentos.
Em sua monumental obra de quatro volumes, TheNature of Order, Christopher Alexander discorre sobre uma arquitetura inteligente, sensível e responsiva às necessidades e à sensibilidade humanas por meio da adaptação aos edifícios existentes e à natureza. Trata-se de uma nova maneira de ver o mundo — uma forma de nos conectarmos a ele e a nós mesmos — que, no entanto, assemelha-se profundamente às formas mais antigas de conexão.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117182/como-julgar-um-edificio-ele-faz-voce-se-sentir-mais-ou-menos-vivoNikos A. Salingaros & Kenneth G. Masden II
A arquitetura de Londres hoje, apesar de todos os grandes nomes que dominam as manchetes (Foster, Rogers, Heatherwick), encontra sua riqueza em pequenos escritórios. Peter Barber lidera um desses ateliês, onde, nos últimos 30 anos, vem conduzindo o desenvolvimento de alguns dos projetos de habitação e conjuntos residenciais mais sensíveis da cidade.
https://www.archdaily.com.br/pt/1116966/a-arquitetura-londrina-audaciosamente-excentrica-de-peter-barberKatherine Allen
O renomado arquiteto espanhol Sáenz de Oiza [1918 - 2000] era um ciclista fervoroso. Como ele próprio confessava, sua vida mudou completamente após se mudar com a família de Navarra para Madri para iniciar seus estudos na Escola Técnica Superior de Arquitetura de Madri [E.T.S.A.M.], em meio a uma Espanha em efervescência política e social após o estopim da guerra civil em 1936. Com a morte de seu pai em 1938, coube a ele, de certa forma, o sustento da família. Essas lembranças e as dificuldades emocionais e financeiras de seus primeiros anos fizeram com que, após seu posterior sucesso como arquiteto, ele gastasse parte do patrimônio acumulado em caprichos materiais dos quais não pôde desfrutar na juventude: carros de luxo ou bicicletas, as quais gostava de colecionar.
Outra lembrança curiosa do arquiteto remete ao momento em que, após disputar uma corrida espontânea com um ciclista desconhecido no trajeto de volta de La Granja a Madri, o outro lhe perguntou na altura de Puerta de Hierro: “Escuta... Em que equipe você corre?”. Acabou-se descobrindo que o oponente misterioso era ninguém menos que Federico Ezquerra, um lendário ciclista basco. Aquele deve ter sido um momento muito gratificante para ele.
via Flickr usuário: Ángela Ojeda Heyper Licenciado CC BY 2.0
Jaime Sanz Haro, do coletivo ARKRIT, nos convida a refletir no artigo originalmente entitulado "Normativa, el nuevo tratado arquitectónico: Vitrubio, Alberti, Paladio, y el Plan General" sobre o papel e as consequências dos marcos regulatórios no urbanismo.
2018 foi um ano de muito trabalho para o ArchDaily Brasil. Tivemos a oportunidade de publicar uma série de conteúdos - artigos, notícias e projetos - curados especialmente para você, leitor, que diariamente nos acompanha. Indo além de nossa plataforma, nossa conta no Instagram foi fonte diária de compartilhamento de conteúdo através de nossos stories, IGTV e sobretudo, das dezenas de fotografias compartilhadas semanalmente.
Com nossos quase 150 mil seguidores no perfil brasileiro (@archdailybr) que têm nos acompanhado diariamente e distribuído seus likes nas melhores fotografias de arquitetura de projetos desenvolvidos por arquitetos brasileiros e portugueses, resolvemos criar um balanço de final de ano e analisar quais foram as 15 fotografias que receberam mais curtidas. Confira a lista a seguir!
O ano de 2018 está quase no fim e nos deixa com um fato bastante interessante. Instagram, dada a sua natureza visual, tornou-se uma ferramenta muito importante para a difusão da arquitetura na era digital.
Nesse sentido, em nossa conta compartilhamos os diversos projetos publicados no site e mantemos o registro das fotografias com mais interações. Você sabe quais foram as imagens mais populares do nosso Instagram em 2018?
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Concurso Paulista para Todos - Proposta de Paulo Mendes da Rocha + Nadezhda Rocha. Image via Esquina
Paulo Mendes, Nadezhda Rocha e outros três escritórios de arquitetura (FGMF, Königsberger Vannucchi Arquitetos Associados e Nitsche Arquitetos) são concorrentes do Festival de Ideias Paulista Para Todos, iniciativa do Esquina.net.br, , e do escritório de advocacia Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados, sediado na Paulista.. Cada um deles desenvolveu de maneira livre uma proposta de mobiliário urbano para a Avenida Paulista. As ideias serão submetidas a um trio de jurados composto pelos arquitetos e urbanistas Carlos Leite e Sol Camacho e por Renato Schermann Ximenes de Melo, sócio do Mattos Filho. O anúncio do vencedor será feito no dia 05 de dezembro.
A música é uma importante conexão com a cultura. Além de ser uma fonte de entretenimento, é também um canal para comunicar ideias e expressar a criatividade de artistas. Com conteúdos românticos, sociais, políticos e históricos, cada peça musical desperta lembranças e sensações.
Embora atualmente exista uma infinidade de gêneros em comparação a algumas décadas atrás, a música nos permite viajar pelo mundo sem sair de casa, seja por meio de suas letras ou de suas imagens nos videoclipes. Por isso, elaboramos uma lista com 10 canções que não apenas trazem nomes de cidades em seus títulos, mas que, graças à sua lírica e estética visual, nos transportam para cada uma dessas localidades — que, sendo capitais ou não, transbordam magia em sua arquitetura e em suas ruas.
Embora a fundação das cidades hispano-americanas sempre tenha estado relacionada à disponibilidade de cursos d'água, nem sempre essas cidades conseguiram harmonizar seu desenvolvimento com os rios que as atravessam. No caso de Córdoba, isso ocorre em relação ao Rio Suquía, ao qual a cidade deu as costas durante o século XX, utilizando-o como limite industrial.
Em contrapartida, a canalização parcial do arroio La Cañada é concebida quase como um elemento inerente à cidade, constituindo-se como um traço marcante da imagem urbana, tanto por ser um eixo estruturante e ordenador quanto por seu grande apelo paisagístico e turístico.
A modernização de Bogotá entre 1940 e 1970, capturada em reportagens fotográficas urbanas e arquitetônicas, foi registrada em diversos livros, revistas e fotolivros da época, bem como em imagens de arquivos públicos e privados da cidade. Todas essas imagens revelam uma abordagem intencional, e até mesmo crítica, de como a arquitetura moderna reconfigurou os centros urbanos e relacionou os novos edifícios e espaços com a paisagem urbana existente.
Quando se trata de analisar o impacto do fotojornalismo, é necessário falar de Sady González, Manuel H. e Daniel Rodríguez. A arquitetura e a cidade funcionam como o pano de fundo para as cenas da vida urbana, personagens, acontecimentos e atividades cotidianas, e suas fotografias são um testemunho gráfico imprescindível para compreender a transformação da cidade e seu contexto histórico.