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Linha 3 do Metrô de Santiago sob o olhar de María González

Linha 3 do Metrô de Santiago sob o olhar de María González - Imagem de DestaqueLinha 3 do Metrô de Santiago sob o olhar de María González - Image 3 of 4Linha 3 do Metrô de Santiago sob o olhar de María González - Image 4 of 4Linha 3 do Metrô de Santiago sob o olhar de María González - Image 6 of 4Linha 3 do Metrô de Santiago sob o olhar de María González - Mais Imagens+ 8

Até alguns anos atrás, circulava um boato em Santiago do Chile: por trás das paredes de Cal y Canto, a histórica estação da Linha 2 do Metrô, escondia-se uma estação fantasma que se conectaria com a Linha 3, uma rota que fazia parte do plano diretor da rede subterrânea. No entanto, sua construção foi suspensa após o terremoto de 1985, que obrigou o redirecionamento de recursos estatais para a reconstrução da região central do Chile.

Na última terça-feira, 22 de janeiro —34 anos mais tarde— a estação Cal y Canto finalmente abriu sua conexão com a Linha 3, a mais recente adição à rede metroviária da capital chilena, tornando-se, assim, a sétima linha de Santiago, depois das linhas 1, 2, 4, 4A, 5 e 6.

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Como conseguir um emprego em um escritório de arquitetura dos EUA

© Annie Spratt. Cortesia de Architect-US

Procurar emprego não é algo divertido. É estressante para o requerente e muitas vezes é demorado para o potencial empregador também. Pode ser ainda pior se você procura um emprego internacional, na esperança de conseguir uma vaga em uma empresa de primeira linha nos Estados Unidos. Para um candidato de outro país que pretende mudar-se para uma carreira de arquitetura nos EUA, o processo pode parecer esmagador: regras e regulamentos, processos de emissão de vistos e muita documentação suplementar necessária para a imigração.

As principais empresas de arquitetura inscritas nos programas Architect-US. Cortesia de Architect-US.

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O que meninos e meninas podem dizer sobre a cidade e o habitar?

Hoje em dia, no que se refere ao planejamento urbano, costuma-se promover o desenho e a busca por cidades inclusivas. Ou seja, propiciar ambientes coletivos nos quais todos os setores da sociedade se desenvolvam de maneira ideal.

Quão mais fácil seria essa tarefa se fossem criados espaços onde os diferentes setores da sociedade pudessem expressar suas necessidades em relação ao habitar?

"Leo Leo! Que Ves? La ciudad contada por los niños y las niñas" é um projeto que surgiu na cidade de Córdoba em 2017, no âmbito do programa de gestão de atividades artísticas e culturais da Subsecretaria de Cultura da Universidad Nacional de Córdoba, onde continua desenvolvendo atividades como "Ciudad niñez-ca", sob a coordenação de Paola Antonietti e dos/as oficineiros/as Camila García Reyna, María Paz Pérez Roque, Rocío Maldonado, Gabriela Soto e Matias Zanetti, junto à cátedra de Urbanismo 1A da FAUD e ao Taller de Estudios de la Ciudad y el Territorio.

Conheceremos o projeto por meio das palavras de seus/suas idealizadores/as.

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A automação afetará os/as arquitetos/as? Leitores confiam em sua criatividade (e em se adaptar rapidamente)

A automatização está dando o que falar. Não apenas por sua capacidade potencial de substituir inúmeros empregos de baixa renda ou especialização, mas também pela possibilidade de substituir profissões de nível superior inteiras por meio de inteligência artificial e machine learning.

No ArchDaily abrimos o debate em 2017 a partir de uma reportagem sobre o assunto e, agora, perguntamos ao nosso público no Instagram o que pensam sobre a automatização. Será que serão afetados(as)? Nossos leitores e leitoras parecem confiantes: há quem argumente que a arquitetura é uma arte, ou uma disciplina que trabalha com as emoções, embora não levem em conta os processos de padronização e modulação já consolidados no mercado imobiliário. Segundo as pessoas que responderam à nossa enquete, essa camada emocional atribuída à arquitetura tornaria sua automatização mais difícil.

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Brincreto, a iniciativa que transformou um terreno vazio em Paraisópolis em um espaço de brincar

Quem durante 2018, às segundas e quintas, passou por um terreno vazio no coração de Paraisópolis, segunda maior comunidade de São Paulo, se deparou com crianças com joelhos polvilhados de terra, brincando com objetos como pneus, barquinhos de papel e gravetos em um sem fim de brincadeiras. Era o projeto Brincreto, iniciativa do Coletivo LUB – Laboratório de Urbano de Brincadeiras.

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Casas brasileiras: 16 residências com telhado

Frequentemente usada para se referir a qualquer tipo de cobertura, a palavra "telhado", a rigor, refere-se a um tipo específico composto por um ou mais planos inclinados conhecidos como "águas" sobre as quais são assentadas telhas. Isso diferencia o telhado de outras coberturas, como lajes planas, cúpulas e abóbodas. O ângulo de inclinação destas "águas" está diretamente relacionado à incidência de ventos na edificação e ao tipo de telha usada, sendo essencial para o escoamento de águas pluviais e resguardo do interior da casa.

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Desenho à mão, um ofício subestimado

Desenho à mão, um ofício subestimado - Imagem de Destaque
© Jim Keen

Fiz parte da última geração de estudantes de arquitetura que não usava computadores (estamos falando apenas do início dos anos 90 aqui; havia eletricidade, televisões coloridas, foguetes, só nada de renderizações.) No meu último ano na faculdade, calculei mal quanto demoraria para terminar meu projeto de graduação. À medida que o prazo se aproximava, percebi que era tarde demais para me comparar às apresentações de meus colegas. Na época, Zaha Hadid e suas pinturas desconstrutivistas definiam o estilo da ilustração arquitetônica. Isso significava que muitos projetos de estudantes eram renderizados em tintas a óleo em grandes telas.

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Arquitetura, pedagogia e um projeto de país: o Sistema S

Muito tem se falado desde que o novo ministro da economia, Paulo Guedes, afirmou que é preciso “meter a faca” no Sistema S, entretanto, as discussões se concentraram nas questões e aspectos financeiros do sistema. Para compreender a relevância do Sistema S - que tem no SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), SESC (Serviço Social do Comércio), SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), SESI (Serviço Social da Indústria) e SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), seu carro chefe - para a sociedade brasileira, parece mais significativo conhecer as motivações originais do sistema de ensino profissionalizante, o projeto pedagógico e político por trás de sua criação, a importância da arquitetura de suas unidades para alcançar os objetivos pretendidos e a sua relevância ainda atual no campo da educação e cultura.

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Mobiliários de fibrocimento: leveza e resistência

Mobiliários de fibrocimento: leveza e resistência - Image 5 of 4
Cortesia de Swisspearl

A ideia de transformar materiais frios e brutos em formas elegantes sempre fascinou artistas, arquitetos e designers. Desde as esculturas de mármore carrara de Lorenzo Berdini e Michelangelo, onde formas humanas eram talhadas de pesados blocos de pedras com detalhes como o toque da pele ou a leveza de um manto, tornar aos olhos objetos rígidos e pesados em macios e leves é algo extremamente desafiador. Na arquitetura isso não é diferente: entre descolar um volume levemente do chão, deixar um pequeno recuo entre estrutura e vedação, alterar o revestimento de parte de um bloco, há diversos artifícios para tornar a edificação visualmente mais leve.

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Vidros: glossário de termos técnicos para arquitetos

Vidros: glossário de termos técnicos para arquitetos - Imagem de Destaque
Colegio Lusitania Paz de Colombia / Camilo Avellaneda. Image © Carlos Alfonso Avellaneda

Nosso parceiro Vidrio Andino compartilhou conosco informações valiosas relacionadas ao mundo do vidro, o que pode nos ajudar a entender melhor como o material funciona e nos orienta na escolha do vidro certo para o nosso projeto de arquitetura.

De A a Z, verifique abaixo por que devemos evitar o choque térmico, o que é o fator solar ou exatamente o que queremos dizer quando falamos de vidro temperado.

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Explorando seu projeto em realidade virtual: 7 dicas de especialistas

A Realidade Virtual oferece benefícios que, há apenas alguns anos, seriam dificilmente imagináveis. É possível andar pelos projetos antes de serem construídos; os espaços internos são totalmente vivenciados antes de todos os detalhes serem decididos. Ela permite que arquitetos e clientes tenham a capacidade de trabalhar como verdadeiros colaboradores em um projeto.

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Como sistemas de estacionamento robotizados viabilizam a arquitetura urbana

Economia de espaço, redução de custos e uma experiência de uso agradável – estacionar não poderia ser melhor do que isso.

As paisagens urbanas em todo o mundo estão mudando, e profissionais de arquitetura enfrentam o constante desafio de integrar vagas de estacionamento a novos empreendimentos ou imóveis existentes em ambientes urbanos densamente construídos. Embora haja uma ambição crescente de substituir os carros como principal ferramenta de mobilidade, estamos longe de alcançar esse objetivo. A maioria das revitalizações de centros urbanos atualmente exige estacionamentos estruturados. Onde o espaço é restrito, rampas de acesso ou o raio de giro de uma garagem convencional podem ser difíceis de encaixar. Como os sistemas de estacionamento robotizados não exigem esses elementos nem acesso para pedestres, eles conseguem acomodar até 60% mais carros no mesmo espaço – aumentando o retorno sobre o investimento (ROI) das vagas. Alternativamente, o mesmo número de carros pode ser estacionado em apenas 60% da área de uma garagem convencional, gerando economias significativas de custo na fase de construção. Em ambos os casos, a experiência de uso em sistemas de estacionamento robotizados – com áreas de entrada bem iluminadas, processos seguros de retirada de veículos e redução na emissão de gases poluentes, já que a busca por uma vaga é efetivamente eliminada – é incomparável.

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Ábalos & Herreros: arquitetura a partir da modéstia e da tecnologia

Situamo-nos na Madri dos anos 80. Concretamente na Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Madrid [E.T.S.A.M.], uma universidade à sombra da de Barcelona, cidade otimista em relação às transformações urbanas. Uma cidade que confiou em seus/suas arquitetos/as, estimulando sua participação na reconstrução da própria identidade. Enquanto isso, a cidade de Madri parecia se ativar a partir de outras perspectivas. Esta estimulava outros setores artísticos, deixando os/as jovens arquitetos/as sem muitas possibilidades para exteriorizar seu entusiasmo compartilhado. Iñaki Ábalos e Juan Herreros pertenciam a essa geração madrilenha. Eles, como tantos/as outros/as, tiveram que esperar e traçar estratégias intelectuais para definir esses novos limites profissionais e territoriais que reconstruiriam a Madri do futuro.

A obra de Ábalos & Herreros não é apenas um exercício virtuoso de superfícies e técnicas construtivas, mas soma a isso o estabelecimento de mesclas, de conexões e relações espaciais. Estabelecer vínculos que façam dialogar todas as peças: o existente com o novo, as pessoas e os objetos, o edifício e a paisagem, etc. Sua arquitetura recolhe o legado da Modernidade para traduzir seus gestos em algo, talvez novo e inovador para um/a observador/a menos atento/a, embora intrinsecamente carregado de toda a experiência tecnológica acumulada durante o século XX. Fazem tudo isso de uma forma ilustrativamente modesta, propondo-se a resolver os problemas de sempre de uma maneira diferente. A sua não é uma arquitetura revolucionária nem radical — entendendo esta última palavra sob o ponto de vista de querer romper com uma totalidade. Não existem origens, mas sim achados em seu caminho. Reconsideram-se tópicos estabelecidos, utilizam-se tecnologias, materiais, gestos e formas que, por razões diversas, continuam armazenados nos arquivos de ideias de muitos/as que ainda não souberam como implementá-los de maneira engenhosa e criativa.

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Como um bom projeto urbano pode minimizar os efeitos das mudanças climáticas

Centros urbanos geralmente acumulam mais calor do que regiões periféricas e menos povoadas, este é um fenômeno climático mais conhecido como ilha de calor urbano (UHI). Embora este não seja um fenômeno recente, o qual vem sendo analisado por décadas, recentes descobertas indicam que a maneira como construímos nossas cidades é um dos principais fatores para o agravamento deste fenômeno histórico. Considerando isso, a descoberta destes novos dados deverá transformar decisivamente a maneira como planejamos e construímos nossas cidades no futuro.

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Dinamismo e contraste: o campus da UNAM pelas lentes de Yueqi “Jazzy” Li

Dinamismo e contraste: o campus da UNAM pelas lentes de Yueqi “Jazzy” Li  - Image 4 of 4
© Yueqi "Jazzy" Li

Ainda que o Campus da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), localizado na região centro-sul da Cidade do México, seja tão enigmático quanto os famosos murais de O’Gorman, sua própria arquitetura é aquilo que nos deixa mais intrigados quando visitamos este lugar. Caminhando pela UNAM, nos deparamos com uma exposição arquitetônica de edifícios modernistas, em sua grande maioria construídos durante os anos 70, juntamente com uma série de pátios abertos, passagens secretas e alguns pavilhões. Excepcionalmente, a arquitetura do campus têm um pouco de tudo: geometria arrojada, abertura, abstração, humanidade, permeabilidade, alvenarias ruindo e rochas vulcânicas espalhadas por toda parte.

Dinamismo e contraste: o campus da UNAM pelas lentes de Yueqi “Jazzy” Li  - Imagem de DestaqueDinamismo e contraste: o campus da UNAM pelas lentes de Yueqi “Jazzy” Li  - Image 1 of 4Dinamismo e contraste: o campus da UNAM pelas lentes de Yueqi “Jazzy” Li  - Image 2 of 4Dinamismo e contraste: o campus da UNAM pelas lentes de Yueqi “Jazzy” Li  - Image 3 of 4Dinamismo e contraste: o campus da UNAM pelas lentes de Yueqi “Jazzy” Li  - Mais Imagens+ 24

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7 conselhos de grandes arquitetos para jovens arquitetos

Em muitos momentos na carreira de arquiteto nos deparamos com dúvidas e inseguranças sobre a nossa profissão. Por isso, estar em contato com a sabedoria de grandes nomes do campo como Alejandro Aravena, Álvaro Siza, César Pelli, Francis Kéré, Jeanne Gang, Norman Foster e Paulo Mendes da Rocha, sirva como um momento de inspiração para enfrentar os desafios que a Arquitetura e Urbanismo nos propõe. Veja, a seguir, conselhos destes grandes arquitetos.

A importância de entender o corpo humano: Projetando para todo o tipo de pessoas

É um simples senso comum: um bom design é baseado nas pessoas e no que elas realmente precisam. Como arquitetos, estamos nos aprofundando o suficiente para dar as respostas corretas aos requisitos que enfrentamos em cada projeto?

A Herman Miller é um ótimo exemplo desse entendimento. Fundada em 1905 por Dirk Jan De Pree, a empresa americana produz equipamentos e móveis para escritórios e habitações, incluindo um alto nível de pesquisa para entender o corpo humano e a maneira como habitamos nossos espaços cotidianos. Essas investigações, apoiadas por testes de usabilidade e trabalho multidisciplinar, resultam em um grande número de peças de mobiliário e projetos espaciais que agora são usados com sucesso por pessoas em todo o mundo.

Tivemos a oportunidade de visitar a sede da empresa em Zeeland, Michigan, e entender como esses estudos têm sido realizados há várias décadas.

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Proposta de projeto do ECADI para o Concurso Internacional de Conceito do Museu WorldSkills

Este projeto integra o concurso de conceito para o único Museu Mundial de Habilidades (World Skills Museum) do mundo. O objetivo é restaurar e renovar um antigo galpão fabril às margens do Rio Huangpu, transformando-o em um espaço voltado à promoção da educação profissional de jovens e articulado às competições de habilidades técnicas, criando paralelamente um espaço público urbano dinâmico.

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Hans Scharoun: arquitetura, espaço e imaginação

A vertente historicamente expressionista na arquitetura nasce após o desastre humano e social herdado da Primeira Guerra Mundial. Uma guerra enlameada, fétida, de ínfimo valor humano, que espalhou seus estragos por toda a Europa, parte da Ásia e EUA. No entanto, o território mais funestamente desolado foi, sem dúvida, o alemão, onde ela não apenas deixou uma crise econômica e de infraestrutura, mas também perturbou o pensamento de toda uma sociedade. Uma grande depressão emocional. Por essa razão, a luz do expressionismo era tão necessária. A cor, o retorno à natureza, a crueza da reta ao lado da delicadeza da curva, as arestas vivas, texturas, jogos formais... Uma nova linguagem. Uma nova dialética para expressar o olhar sobre o mundo.

Hans Scharoun [1893-1972] bebeu dessa linguagem. Ele, junto a muitos de seus contemporâneos —Mies, Taut, Mendelsohn ou o próprio Häring— formou-se no clima expressionista vivido na Alemanha do pós-guerra, sob a direção de Poelzig e sua Escola de Breslau. Esse expressionismo surge pela primeira vez em uma série de aquarelas que ele enviou para a “Gläserne Kette” (“Corrente de Cristal”), a famosa correspondência entre arquitetos/as e artistas da Alemanha da época. Idealizada originalmente por Bruno Taut, essa correspondência servia como meio de comunicação entre os membros do grupo. Nas cartas, libertos dos limites da viabilidade, os membros descreviam suas visões de uma sociedade ideal e de uma arquitetura benéfica.

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Anunciados os projetos finalistas para o EU Mies Award 2019

A Comissão Européia e a Fundação Mies van der Rohe anunciaram as 40 obras pré-selecionadas que concorrerão ao Prêmio da União Européia de Arquitetura Contemporânea - Prêmio Mies van der Rohe de 2019. O Prêmio, do qual o ArchDaily é parceiro de mídia, partiu de 383 trabalhos nomeados pelo júri para uma seleção de 40 finalistas, celebrando as tendências e oportunidades da reutilização adaptativa, habitação e cultura em toda a Europa.

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Plano de desenvolvimento urbano da zona noroeste da cidade de Mar del Plata

O recente livro 'Plan de desarrollo urbano de la zona noroeste de la ciudad de Mar del Plata', de Guillermo Tella, Beatriz Cuenya, Martín Delucchi e Laura Corbalán Vieiro, sintetiza os resultados alcançados na experiência de assistência técnica e articulação institucional realizada entre 2017 e 2018 para o Município de General Pueyrredón (província de Buenos Aires, Argentina), promovida pelo Centro de Estudos Urbanos e Regionais (CEUR-CONICET) e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

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URLO Studio, vencedor do concurso de ideias do plano diretor para o eixo ferroviário sul de Quito

O escritório equatoriano URLO Estudio foi eleito o vencedor do concurso de ideias do eixo articulador sul de Quito, certame que busca a renovação urbana na capital equatoriana por meio do desenvolvimento de microcentralidades nos 13 quilômetros da rota turística.

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Fachadas recicláveis e duradouras: 20 edifícios revestidos em zinco

O zinco é um elemento natural extraído do minério. É a sigla ZN, que aparece na temida Tabela Periódica, aquela que tanto nos atormentava nas aulas de química. Através de um processo metalúrgico para a queima das impurezas, a redução do óxido de zinco e o refino, ele assume uma aparência muito mais amigável, que são as chapas, bobinas e rolos utilizados na construção civil. A principal característica deste material é sua maleabilidade, que permite que seja trabalhado facilmente, permitindo revestir complexas formas em fachadas e coberturas das construções.

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DAS transforma o tecido urbano de Qianmen em um impressionante mural axonométrico

A expressão artística é muitas vezes indisciplinada. Às vezes, o tumulto de cores e a explosão de linhas e formas ajudam a criar uma ilustração 2D, que é precisamente o que o Drawing Architecture Studio (DAS) fez na nova filial da Ucommune em Dajiang Hutong, Pequim.

No final de 2018, Li Han, co-fundador do Drawing Architecture Studio, ganhou o Drawing Prize por seu desenho digital de The Samsara of Building No.42 on Dirty Street, que também ilustra uma narrativa visual da cidade de Pequim e sua cronologia residencial ao longo do século XXI. Este ano, o DAS assumiu a área de Qianmen, co-trabalhando com a marca Ucommune, transformando sua rede rodoviária, arquitetura e composição urbana em um panorama dinâmico e meticulosamente detalhado intitulado Under the Zhengyangmen.

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