Poderia ter caído facilmente no kitsch. Ao ouvir que uma antiga prisão foi transformada em hotel, seria compreensível imaginar um destino temático sobre encarceramento, repleto de maçanetas em forma de algemas e pijamas listrados de brinde.
No entanto, a sensível adaptação de uma antiga prisão feminina em Berlin-Charlottenburg, realizada pelo escritório Grüntuch Ernst Architekten, passa longe disso. O edifício histórico, originalmente concluído em 1896, foi cuidadosamente lapidado para se tornar um espaço de luz e tranquilidade. Desde sua abertura no ano passado, o hotel já conseguiu cultivar uma comunidade fiel de hóspedes exigentes — que sempre retornam — em busca de restauração, em vez de justiça restaurativa.
No campo em constante evolução do design arquitetônico, a trajetória das tecnologias de visualização está nos impulsionando rumo a um futuro onde a criatividade não conhece limites. Diversas novas ferramentas lideram essa revolução, oferecendo softwares inovadores que redefinem os limites da visualização arquitetônica. Neste artigo, analisamos uma dessas ferramentas, o Eyecad VR, e seus pontos fortes, explorando como a renderização em tempo real, as experiências imersivas, os recursos de realidade virtual e uma vasta biblioteca de blocos 3D estão ajudando a remodelar o panorama do projeto de arquitetura.
A composição de uma cobertura plana ou de baixa inclinação é constituída por diversos componentes que precisam atuar de forma conjunta, eficiente e consistente para oferecer uma solução sustentável e de longo prazo. Embora a membrana de impermeabilização seja frequentemente a camada superior e, portanto, a mais visível, o que está sob ela tem um impacto significativo no desempenho global da cobertura. A escolha de materiais adequados e sustentáveis — bem como a garantia de sua correta instalação — é o que permite a uma cobertura resistir ao teste do tempo e estar preparada para os desafios do futuro.
Cooktop de Indução Essential. Imagem cortesia de Gaggenau
Diante da evolução dos estilos de vida e das inovações tecnológicas, a arquitetura contemporânea frequentemente aprimora o desenho das cozinhas para que desempenhem funções multifacetadas e dinâmicas. Ao incorporar sistemas inteligentes e automatizados e criar espaços flexíveis e adaptáveis, de linhas minimalistas e limpas, as cozinhas traduzem a própria essência da vida contemporânea.
Pautados pelos avanços tecnológicos, por uma linguagem de design clara e pela funcionalidade, os eletrodomésticos inovadores da Gaggenau evoluem em harmonia com as constantes transformações nos modos de vida. Entre suas soluções, o cooktop Essential Induction se integra perfeitamente à bancada da cozinha, proporcionando flexibilidade e design de ponta para entusiastas da culinária.
No dia 2 de dezembro, o Teatro Biobío foi palco do encerramento do 26° Congresso Nacional de Arquitetos. A emocionante cerimônia incluiu a entrega das Distinções CA 2023, uma palestra do vencedor do Prêmio Nacional de Arquitetura, Fernando Pérez Oyarzún, e a apresentação da síntese das conclusões do congresso, que se traduzirá em um mandato de mudança para a Diretoria Nacional do Colégio de Arquitetos do Chile.
O mundo da arquitetura é uma fusão cativante entre expressão artística e precisão científica. Minha jornada nesse campo começou com uma investigação profunda de sua rica história. Foram as obras impressionantes dos mestres do Renascimento que me impulsionaram em uma trajetória de transformação, guiando-me no sentido de aproveitar o imenso potencial da inteligência artificial e dos algoritmos no projeto de arquitetura.
O Climat de France é um projeto de habitação de interesse social do período colonial francês na Argélia projetado por Fernand Pouillon e atualmente renomeado como Oued Koriche. Localizado a cerca de 8 km a oeste da capital do país, Argel, o complexo foi construído entre 1954 e 1957, em plena Guerra de Independência da Argélia. O projeto é composto por diversos edifícios de escalas variadas. Sua estrutura mais proeminente é um grande bloco retangular que abriga 3.000 unidades habitacionais, além de uma ampla praça interna que remete a um fórum romano e janelas externas inspiradas nos mosaicos característicos da arquitetura islâmica.
Este conjunto habitacional possui uma história complexa, que envolve a tentativa de integração da população argelina ao estilo de vida francês, o uso da arquitetura moderna como ferramenta para confrontar os modos de vida tradicionais muçulmanos e a posterior transformação de sua praça coletiva em um palco de contestação e revolta.
Reforma do Robert C. Weaver Federal Building de Marcel Breuer / Brooks + Scarpa. Imagem Cortesia de Brooks + Scarpa
Explorar projetos de arquitetura, propostas de concursos e obras não construídas de arquitetos/as de renome é um passo importante para fomentar a inovação, incentivar o intercâmbio multicultural e desenvolver abordagens diversas de projeto. Analisar esses conceitos não realizados pode oferecer insights sobre a evolução do pensamento arquitetônico, explorando um espectro mais amplo de abordagens e perspectivas de design. A seleção curada desta semana de Melhor Arquitetura Não Construída destaca propostas enviadas por escritórios de arquitetura consolidados.
Reunindo escritórios reconhecidos internacionalmente como Brooks + Scarpa, Penoyre & Prasad, Aedas, Pininfarina e Opposite Office, esta seleção exemplifica a ampla gama de projetos e intervenções desenvolvidos por arquitetos/as em diversas escalas e programas. De releituras criativas de ícones arquitetônicos conhecidos a museus de arte, inserções urbanas e propostas ativistas conceituais, estes projetos demonstram a variedade de abordagens que os/as profissionais adotam ao projetar em contextos específicos e em resposta a limitações, desafios e oportunidades locais.
Os resíduos são um tema central nos debates sobre as mudanças climáticas, e o conhecido apelo para reduzir, reutilizar e reciclar continua sendo um imperativo válido que se aplica a todos, em qualquer escala. Ainda assim, alguns setores precisam prestar atenção especial aos materiais utilizados, e a construção civil é certamente um deles. Com os resíduos de construção e demolição (RCD) representando aproximadamente 25% a 30% de todos os resíduos gerados na União Europeia, este é um setor desafiador que necessita urgentemente de reinvenção no que diz respeito aos materiais. Como parte de uma abordagem holística, as membranas de EPDM (Terpolímero de Etileno-Propileno-Dieno), como a RubberGard EPDM da Elevate, podem ajudar a reduzir significativamente o impacto ambiental das edificações. Entenda o porquê a seguir.
Madagascar é um país insular na costa sudeste da África que, apesar de sua vegetação exuberante e de sua fauna e flora singulares, enfrenta desafios ambientais formidáveis, desde a elevação do nível do mar até a exploração desmedida de recursos naturais. Joan Razafimaharo é uma arquiteta profundamente envolvida com sustentabilidade, mudanças climáticas e esforços de adaptação em Madagascar e em toda a região do Oceano Índico. Razafimaharo também é uma das apenas cerca de sessenta arquitetas e arquitetos no país, atendendo a uma população de 28 milhões de habitantes.
Recentemente, conversei com ela sobre ativismo ambiental diante das mudanças climáticas, a contenção da exploração de recursos naturais, o papel de arquitetos e arquitetas em sociedades com escassez de recursos, e o empoderamento de mulheres em áreas isoladas. A entrevista, realizada originalmente em francês, foi traduzida e editada para fins de extensão e clareza.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138578/como-madagascar-esta-enfrentando-as-mudancas-climaticasMathias Agbo, Jr.
A conferência bienal do clima da ONU, a COP28, encerrou-se em Dubai esta semana com o compromisso de uma eventual "eliminação gradual" dos combustíveis fósseis. Foi um clássico gesto do copo meio cheio ou meio vazio. De fato, como apontaram os otimistas, foi a primeira vez que qualquer menção ao afastamento dos combustíveis fósseis constou no texto do comunicado final. No entanto, a exemplo das COPs anteriores, esta resolução também não tem caráter vinculante e foi alcançada sob fortes protestos tanto de países produtores de petróleo quanto de nações em desenvolvimento que dependem das cadeias de suprimento de energia existentes para seu crescimento futuro. O caráter tortuoso do resultado, brando e oficialmente sem força prática, gerou desânimo. Se não conseguirmos entrar em acordo sobre a natureza do problema, será excepcionalmente difícil solucioná-lo.
Para ampliar a perspectiva, conversei com o veterano ativista Bill McKibben. Professor no Middlebury College, ele já publicou 20 livros; seu primeiro, The End of Nature, foi lançado em 1989. Ao lado do Dr. James Hansen, ele foi um dos primeiros a acender o alerta climático. McKibben é colaborador da revista New Yorker e fundador do Third Act, movimento que mobiliza pessoas com mais de 60 anos em prol da justiça climática e racial. Em colaboração com sete estudantes do Middlebury, fundou a 350.org, a primeira campanha climática de base global.
Abra as portas para um universo de inspiração arquitetônica com a Assinatura de Presente do ArchDaily. Quer você conheça um/a arquiteto/a ou alguém entusiasta da arquitetura e do design, a assinatura de presente do ArchDaily é o presente perfeito para alimentar essa paixão, expandir conhecimentos e apoiar a missão do ArchDaily.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138192/presenteie-com-inspiracao-arquitetonica-com-a-assinatura-do-archdailyArchDaily Team
Mudar de carreira pode parecer um passo arriscado. Esse foi o caso de Romi, que trocou o setor de atendimento ao cliente pela arquitetura há alguns anos.
“Eu trabalhava no atendimento ao cliente de uma empresa de tecnologia de saúde, mas estava pronta para migrar para uma área mais criativa, após anos produzindo arte no meu tempo livre”, conta ela. Ela se interessava por arquitetura, mas não tinha certeza se essa seria a escolha certa. Foi então que soube, por meio de uma amizade, sobre os Programas de Verão do College of Environmental Design (CED) na UC Berkeley, onde poderia vivenciar como é a faculdade de arquitetura e conhecer melhor as opções de carreira na área. Ela decidiu experimentar.
Divisiones de cristal. Image Cortesía de Glasstech
No contexto do design contemporâneo, as divisórias de vidro ganharam espaço no mundo do design de interiores graças à sua versatilidade em combinar elegância, funcionalidade, luminosidade e amplitude de maneira harmoniosa. Uma de suas principais vantagens é a transparência, refletida na capacidade de criar divisões espaciais sem obstruir a luz natural, proporcionando uma sensação de abertura e conectividade entre as áreas — o que é especialmente benéfico em espaços reduzidos, onde a luminosidade pode fazer toda a diferença no ambiente interno.
Por sua vez, os métodos construtivos também são simplificados pela instalação limpa e rápida de painéis e portas de vidro, bem como por suas múltiplas opções de fixação, adaptando-se às condições estruturais e às etapas da obra. Além disso, embora a transparência seja uma característica de destaque, as divisórias de vidro também podem incorporar recursos para garantir a privacidade quando necessário, utilizando diferentes tipos de vidros com aplicação de impressão digital, serigrafia ou acabamento jateado.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138565/flexibilidade-luminosidade-e-independencia-solucoes-em-vidro-para-o-design-do-espaco-interiorEnrique Tovar
A equipe de curadoria do ArchDaily se esforça diariamente para apresentar a nossos leitores e leitoras os projetos mais significativos, inspiradores e inovadores, zelando, ao mesmo tempo, pela representatividade da arquitetura mundial.
Como parte de nossa retrospectivaResumo do Ano 2023 no ArchDaily, revisitamos e refletimos sobre o que foi publicado durante este ano. A arquitetura residencial continua sendo uma das categorias mais visitadas em termos de obras construídas, despertando grande interesse em nossos usuários e usuárias de todo o mundo. Por essa razão, selecionamos as 50 melhores casas publicadas este ano no ArchDaily em espanhol, que trazem um recorte da forma e do caráter da arquitetura residencial hispano-americana.
À medida que este ano sangrento se aproxima do fim, em um momento no qual a mensagem de “Paz na Terra” parece totalmente silenciosa, cabe perguntar: qual é o poder da arquitetura? Como ela pode responder à violência contra pessoas inocentes, cujas vidas foram viradas de cabeça para baixo? Como a arquitetura reage a uma crueldade avassaladora? O que ela tem a dizer? Será que ela pode despertar consciências?
https://www.archdaily.com.br/pt/1138098/em-varsovia-uma-resposta-arquitetonica-projetada-por-estudantes-a-tempos-sombriosMichael J. Crosbie
O Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais criativos em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios são entrevistas, enquanto outros trazem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações descontraídas sobre a vida cotidiana e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina, do escritório FAME Architecture & Design, discutem as diferentes maneiras de se contratar um/a empreiteiro/a, bem como os prós e contras de cada método: Acordo Negociado, Licitação Competitiva, Design-Build e Pré-Construção. A dupla aborda os processos, o papel do/a arquiteto/a ao longo do caminho, o controle de custos do projeto e muito mais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138217/the-second-studio-podcast-a-melhor-forma-de-contratar-um-a-empreiteiro-a-pre-construcao-e-outros-metodosThe Second Studio Podcast
Embora constituam um espaço essencial e integrante da arquitetura residencial, a ampla variedade de possibilidades projetuais para os banheiros frequentemente acabou negligenciada em prol da praticidade. Historicamente concebido sob a premissa da privacidade, o banheiro contemporâneo vem sendo reimaginado para proporcionar uma maior sensação de abertura e conforto — e encontrar um equilíbrio delicado entre privacidade e exposição é algo facilitado por objetos de design como a banheira.
https://www.archdaily.com.br/pt/1093685/trabalho-em-xangai-duts-design-contrata-arquiteto-a-de-projeto-designer-de-interiores-lider-designer-visual-multimidia-estagiario-a-recrutamento-continuo韩爽 - HAN Shuang
A história dos Jogos Olímpicos, embora celebrada pelos feitos esportivos, é constantemente marcada por desafios de infraestrutura. Em diversas cidades-sede, de Atenas a Rio e Pequim, repetem-se os mesmos problemas: grandes estouros de orçamento e a complexa questão do legado. Surge, então, a grande pergunta: qual é o melhor uso de longo prazo para instalações construídas especificamente para o evento? Os Jogos de Montreal, em 1976, não fugiram a esse padrão após a construção de um Parque Olímpico criticado pelos custos excessivos e pela dívida gerada por obras especializadas. No pós-Jogos, estruturas como o Velódromo de Montreal corriam o risco de se tornar um peso financeiro. No entanto, a cidade reagiu de forma proativa ao propor a transformação do edifício em um ativo cívico dinâmico, hoje reconhecido internacionalmente como um exemplo bem-sucedido de reutilização de instalações olímpicas.
A arquitetura contemporânea aprendeu a celebrar a matéria viva. Painéis de micélio, sistemas de algas, paredes vivas — a vida agora é bem-vinda nos edifícios, sob a ótica da inovação. No entanto, a mesma disciplina que celebra esses organismos trata o mofo como contaminação. Ambos são biológicos. Ambos respondem à umidade, à temperatura e às condições dos materiais. A diferença não é científica; diz respeito a quais formas de vida a arquitetura está disposta a aceitar e quais prefere eliminar.
O mofo não se limita a edifícios abandonados ou interiores mal conservados. Ele surge em residências, escolas, escritórios, estruturas históricas e novas construções, nos mais diversos climas e contextos. Isso torna difícil ignorá-lo como um problema menor ou isolado. Se o mofo continua voltando, o que ele nos diz sobre os ambientes que os edifícios criam?
Biosphere no Treehotel / BIG. Imagem Cortesia de BIG
Atualmente, a população vive em cidades grandes, vibrantes e, por vezes, caóticas. Por isso, ao escolher um lugar para descansar das responsabilidades e da rotina diária, as opções mais procuradas envolvem a fuga para cenários naturais, como florestas remotas, selvas tropicais ou praias intocadas. Para quem busca se desconectar completamente da vida urbana sem deixar de manter uma forte conexão com a natureza, hotéis de pequena escala, cabanas e refúgios são excelentes opções. Seja uma casa de veraneio privada ou um hotel de cabanas, essas acomodações são projetadas para fazer de seu entorno natural o seu maior atrativo, permitindo que as edificações se integrem perfeitamente à paisagem.
No dia 20 de dezembro de 2019, a coletiva de imprensa de abertura da oitava edição da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Duas Cidades de Shenzhen e Hong Kong (Shenzhen) (doravante denominada “UABB”) foi realizada no Museu de Arte Contemporânea e Planejamento Urbano de Shenzhen (MOCAPE), anunciando o início oficial do evento deste ano.
Com o tema “Interação Urbana” (Urban Interactions), esta edição da UABB tem como curadores-gerais o arquiteto e diretor do Senseable City Lab do MIT, Carlo Ratti, o membro da Academia Chinesa de Engenharia, Meng Jianmin, e o renomado curador e crítico de arte, Fabio Cavallucci. O Laboratório Conjunto de Turim-Sul da China (Universidade de Tecnologia de Turim e Universidade de Tecnologia do Sul da China) atua como curador acadêmico. A exposição foi inaugurada em 21 de dezembro de 2019 nos locais principais — a Estação de Trem de Alta Velocidade de Futian e o Museu de Arte Contemporânea e Planejamento Urbano de Shenzhen — abrindo oficialmente ao público em 22 de dezembro. Paralelamente, nove subexposições espalhadas pelos distritos de Shenzhen funcionarão em sinergia com o espaço principal, estabelecendo uma rede orgânica de interação por toda a cidade.
A mostra divide-se em duas seções: “Olhos da Cidade” (Eyes of the City) e “Ascensão Urbana” (Ascending City), investigando por diferentes prismas a evolução da relação entre o espaço urbano e a inovação tecnológica. O espaço principal abriga mais de 140 obras, reunindo mais de 280 participantes de 24 países e regiões, incluindo escritórios e profissionais renomados internacional e nacionalmente, como MVRDV, Liam Young, Stefano Boeri, Sou Fujimoto, Thomas Heatherwick, Ryoji Ikeda, além de Wang Shu, Yung Ho Chang, Dominique Perrault, Philip F. Yuan, Liu Cixin, os acadêmicos Cui Kai e Wang Jianguo, entre outros arquitetos/as, artistas e instituições.