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Graças às propriedades de superfície aprimoradas, os painéis lacados PerfectSense Premium Matt agora podem ser usados em superfícies horizontais. Imagem cortesia de EGGER Holzwerkstoffe
A fabricante de materiais derivados de madeira EGGER continua desenvolvendo e aprimorando seus painéis laqueados foscos e de alto brilho PerfectSense Lacquered Board — uma linha de superfícies que está no mercado há cinco anos e oferece propriedades visuais e táteis de alta qualidade. Desde seu lançamento em 2015, os Painéis Laqueados de MDF PerfectSense Matt e Gloss vêm elevando os padrões da indústria de mobiliário. Arquitetos/as, fabricantes e clientes têm se inspirado em seu visual elegante, toque agradável e durabilidade. Sendo uma especialista em materiais derivados de madeira, a EGGER tem aprimorado continuamente o desempenho dos produtos PerfectSense para conceitos de mobiliário e ambientes de alta qualidade. Como resultado, a versão Matt evoluiu para o Premium Matt, e a Gloss transformou-se no Premium Gloss. Agora, ambas as variantes podem ser utilizadas de formas ainda mais diversas. "Devido ao sucesso global e à tendência contínua de superfícies foscas, aprimoramos ainda mais nossos conhecidos painéis laqueados foscos e de alto brilho. Agora, eles também demonstram suas vantagens em superfícies horizontais", afirma Hubert Höglauer, Diretor de Marketing e Gestão de Produtos de Mobiliário e Design de Interiores do Grupo EGGER. Premium Matt: novas aplicações horizontais Os Painéis Laqueados em Premium Matt (PM) se destacam à medida que a tendência contemporânea de superfícies foscas continua a ganhar popularidade. Para os/as clientes, surgem novas vantagens no planejamento e no processamento, como afirma Höglauer: "O inovador sistema de laca otimizou de forma perceptível a resistência a microrriscos e arranhões de nosso painel laqueado PerfectSense fosco. Consequentemente, estamos expandindo a gama de aplicações desse produto para superfícies horizontais, tais como mesas, balcões e prateleiras." A propriedade de resistência a marcas de dedos (anti-fingerprint) do Premium Matt facilita a limpeza, uma vez que quase não ficam marcas na superfície. Isso é particularmente vantajoso no caso de acabamentos escuros. Premium Gloss: novos níveis de brilho Os Painéis Laqueados Premium Gloss (PG) se diferenciam por sua elegância atemporal. O desenvolvimento contínuo do Premium Gloss enfatiza o acabamento espelhado e a natureza reflexiva brilhante, o que contribui para a sensação de amplitude visual em qualquer ambiente. As propriedades da superfície agora estendem as aplicações possíveis do Premium Gloss para superfícies horizontais, como aparadores, que também podem ser executados em alto brilho. Mais variedade, combinações perfeitas O portfólio de produtos da EGGER inclui bordas ABS correspondentes e bordas de destaque de PMMA, produzindo resultados visualmente interessantes para todos os painéis laqueados em Premium Matt e Premium Gloss. Para completar o visual fosco ou de alto brilho, estão disponíveis os laminados PerfectSense Topmatt ou HighGloss. A nova bancada Topmatt com acabamento de borda também pode ser utilizada para garantir um design fosco uniforme em cozinhas. "Dessa forma, oferecemos a solução de produto certa para todas as ideias de design com um acabamento sofisticado fosco ou brilhante", afirma Hubert Höglauer. Alguns dos benefícios dos Painéis Laqueados PerfectSense Premium Matt e Premium Gloss incluem:
"Os deck parks estão cada vez mais em voga nos centros urbanos do sudoeste, mas não se adequam a El Paso", escreve o/a autor/a Sito Negron. Recentemente, diversas cidades ao redor do mundo têm repensado os espaços urbanos dedicados ao transporte, introduzindo áreas públicas sobre rodovias ao mesmo tempo em que expandem a malha viária. Nesta republicação do The Architect's Newspaper, explora-se os limites dessa tendência e questiona-se sua implementação em determinados casos.
Ao definir a sexualidade como uma dentre as várias tecnologias sexuais, Michel Foucault expandiu nossa compreensão sobre o que se entende por sexo. Desta maneira, não só o artefato construído, com seus diversos mecanismos espaciais de produção de corporeidades, mas também o próprio pensamento, em forma de discurso disciplinar, modula a relação entre a arquitetura e o corpo. E o inverso também se verifica, com a incidência do gênero e da sexualidade sobre a teoria arquitetônica. De uma forma ou de outra, vê-se como esse campo de relações é rico e capaz de multiplicar nosso conhecimento acerca da arquitetura e dos próprios meios de constituição e entendimento do corpo generificado e sexuado.
No artigo desta semana da Metropolis Magazine, Kelly Beamon explora “a simbologia do telhado em duas águas”, analisando como muitos arquitetos contemporâneos têm se apropriado desta tipologia fundamental para ressignificar a sua própria essência. De acordo com Beamon, o telhado em duas águas é uma das mais tradicionais soluções arquitetônicas de cobertura, utilizada amplamente tanto em regiões de clima frio quando temperado, a qual está composta por dois planos inclinados e opostos os quais se encontram para formar a cumeeira. Como uma das soluções construtivas mais emblemáticas na arquitetura residencial dos EUA, este artigo procura analisar como este tradicional recurso tem sido reinventado ao longo das últimas décadas.
No momento em que escrevo este artigo, o Brasil está na mais grave crise humanitária de sua história — não apenas uma “crise sanitária”, como se costuma comentar. A pandemia da COVID-19 matou, até 30 de abril de 2021, 411.854 de pessoas e, apenas nos últimos dias, a média móvel de mortes começou novamente a arrefecer — tendo chegado ao máximo de 3.125 em abril.
Epidemiologistas, microbiologistas, infectologistas etc. observam que o impacto da pandemia nas cidades brasileiras é fortemente idiossincrático: cada qual tem condições peculiares a considerar, antes de podermos ousar generalizações. Por outro lado, estima-se uma alta subnotificação (até um décimo dos casos reais), que, inclusive, varia entre cidades. Contudo, feitas as reservas, o que podemos observar no quadro geral?
Arquitetura e automação são dois conceitos que na era moderna de projeto e avanços tecnológicos andam de mãos dadas - ou não? Por um lado, há um leve temor de que "robôs substituam os arquitetos", tornando a profissão mais automatizada e menos criativa. Por outro lado, a tecnologia tornou a prática da arquitetura mais eficiente, em termos de processo e custo. Até onde a tecnologia nos levará? Nosso trabalho será substituído pela tecnologia? A resposta curta é, provavelmente não.
No artigo do Commom Edge desta semana, Duo Dickinson faz uma análise de seu percurso como arquiteto, das salas de aula à prática profissional e finalmente, a volta à escola de arquitetura como professor. Explorando a fundo as transformações na prática da arquitetura ao longo destes anos, Dickinson afirma que “ninguém mais acredita que as nossas escolas de arquitetura estejam hoje preparadas para educar os profissionais que a arquitetura precisará daqui a dez anos”. Nesta jornada, o autor explica como o ensino da arquitetura evoluiu ao longo do tempo, apontando possíveis direções para garantir que o ensino da arquitetura permanece relevante no futuro.
O Havaí se tornou um lugar que define o paraíso. De praias imaculadas e um clima quente a paisagens naturais e vulcões ativos, as ilhas são o lar de paisagens e cultura incríveis. Com estilos de construção indígenas e modernos, a arquitetura do estado está intimamente ligada ao meio ambiente. Reinterpretando técnicas e tradições de construção histórica, a arquitetura havaiana contemporânea equilibra o desejo de honrar o passado enquanto celebra novas experiências e a cultura moderna. Isso levou à formação de espaços incríveis para habitar.
Talvez um dos mais emblemáticos espaços relacionados à profissão do arquiteto, o canteiro de obras é onde se materializa o projeto, onde a técnica é posta em prática, pondo à prova o projeto e o projetista. Amplamente praticado como espaço de trabalho alienante, o canteiro de obras já foi espaço de aprendizado de ofícios, de repassar conhecimento. Hoje, com a evolução das técnicas construtivas, processos milenares correm o risco de cair no esquecimento. É dentro deste contexto que o Castelo de Guédelon, localizado próximo ao vilarejo de Treigny, na França, está inserido.
Há anos, o setor da construção civil vem enfrentando uma escassez de mão de obra especializada, algo que tem impulsionado o desenvolvimento de novas tecnologias e sistemas automatizados de construção. A recente crise sanitária apenas exacerbou essa tendência, fazendo com que muitas empresas de automação—que antes se dedicavam principalmente à fabricação de automóveis—voltassem sua atenção à indústria da construção civil. Neste contexto, espera-se que a automatização dos meios de produção na engenharia e na arquitetura cresça até um 30% ao longo dos próximos anos. No artigo a seguir procuramos explorar as atuais capacidades desta tecnologia e as futuras possibilidades que ela ainda poderá trazer para os processos de construção, além de como tem sido integrada na atual prática e as possíveis mudanças que ela poderá nos trazer no futuro.
Em meio à paisagem montanhosa de Blumenau, cidade localizada no estado de Santa Catarina, na região Sul do Brasil, encontra-se uma pérola da arquitetura moderna religiosa assinada por Gottfried Böhm, que faleceu recentemente com 101 anos: a Igreja São Paulo Apóstolo, construída entre os anos de 1953 e 1963.
Treze anos atrás, o então prefeito de Maceió, Cicero Almeida, inaugurou duas grandes obras na cidade, os viadutos Washington Luiz e João Lyra. A expectativa, na época, era de que ambos trouxessem uma possível solução para os problemas de mobilidade urbana na capital a partir de uma maior fluidez do tráfego na região. Porém, com o passar do tempo, o que se pôde observar foi um aumento da frota de veículos na cidade que trouxe de volta o fantasma dos congestionamentos nos horários de pico, e as obras que prometiam solucionar a mobilidade da cidade já não eram mais suficientes.
https://www.archdaily.com.br/pt/963959/parem-de-construir-viadutos-para-resolver-problemas-de-mobilidadeRuan Victor Amaral
É inquestionável que os ambientes influenciam diretamente no comportamento e nas emoções de seus usuários. Estima-se que os seres humanos passem cerca de 90% de seu tempo de vida em espaços internos, por isso é tão importante que eles favoreçam positivamente nossa capacidade cerebral. Um termo específico para relacionar os estímulos que o cérebro recebe dependendo do ambiente em que está é neuroarquitetura. Diversos estudos têm sido publicados sobre esse tema, a maioria sobre o impacto em ambientes de trabalho. Este artigo pretende abordar sobre esse conceito, enfatizando sua importância no projeto de espaços destinados a crianças na primeira infância.
Alguns pesquisadores definem que o início do Antropoceno se deu com a Revolução Industrial, outros com a explosão da bomba nuclear ou até no advento da agricultura. Isso ainda não é um consenso científico. Mas a noção de que as atividades humanas vêm gerando alterações com repercussão planetária, seja na temperatura da Terra, nos biomas e ecossistemas, é algo cada vez mais disseminado. O antropoceno seria uma nova era geológica marcada pelo impacto da ação humana no planeta Terra. Isso é particularmente perturbador se considerarmos que se toda a história da Terra fosse condensada em 24 horas, os humanos só apareceriam nos últimos 20 segundos. Seja na extração massiva de recursos naturais, liberação de carbono dos veículos e indústrias, é sabido que boa parte da culpa é da construção civil, sobretudo na produção de resíduos sólidos, por conta de desperdícios e demolições. No Brasil, por exemplo, os Resíduos da Construção Civil podem representar entre 50% e 70% da massa dos resíduos sólidos urbanos [1]. Muitos acabarão descartados irregularmente ou utilizados como aterros soterrados por tempo indeterminado.
Nesta reedição, Martin C. Pedersen conversa com John Englander, autor de Moving to Higher Ground: Rising Sea Level and the Path Forward, sobre o aumento “irrefreável” do nível do mar. O artigo explora a importância de se planejar para esse desafio imediatamente. De fato, "temos algum tempo, mas não todo o tempo do mundo", afirma John Englander.
Nos últimos anos, assistimos a um maior reconhecimento do esforço coletivo que é a arquitetura e a crescente valorização das diferentes profissões que participam no processo de projeto. Dentro de cada edifício extraordinário, a engenharia estrutural desempenha um papel essencial na materialização da ideia arquitetônica. O artigo destaca as contribuições passadas e presentes da engenharia para o ambiente construído, personalidades que ficaram à sombra dos arquitetos apresentando suas intenções de projeto e a colaboração entre engenheiros e arquitetos hoje.
Massimo Paolini compartilha conosco o seguinte artigo intitulado 'Barcelona: destruições de uso'. O texto apresenta os últimos projetos e debates em torno do futuro da cidade.
"Arquitetura sem arquitetos" é um projeto dirigido pela artista mexicana Sandra Calvo que ocorreu no período de 2011 a 2014 no bairro de Villa Gloria – um complexo de casas autoconstruídas localizado em Ciudad Bolívar, distrito na zona sul de Bogotá – em colaboração com uma família de moradores, que consistiu na criação de uma estrutura de fios que refletisse os desejos latentes de sua própria moradia por meio de práticas construtivas e de design.
O sudoeste dos Estados Unidos é amplamente conhecido por seus projetos cívicos e monumentais. Essas propostas estabelecem expressões icônicas e contemporâneas que transcendem as tradições vernáculas. Localizados em diferentes regiões do Texas, Novo México e Arizona, os projetos são concebidos com uma estética moderna e novas ideias. Novas experiências espaciais e abordagens formais estão sendo exploradas por arquitetos/as locais e internacionais. Em contraste com os espaços íntimos e discretos da arquitetura residencial da região, esses edifícios se consolidam como marcos urbanos de destaque e pontos de convergência em suas respectivas cidades.
Em um artigo originalmente publicado na Metropolis, a autora Lauren Gallow destaca uma transformação urbana na Califórnia, liderada por um grupo de organizações locais e designers. O projeto "substitui um beco anteriormente perigoso por áreas de lazer, arte pública e vegetação nativa", revelando o potencial inexplorado desse espaço público frequentemente negligenciado.
À primeira vista, construir uma piscina na orla costeira pode parecer uma decisão pouco coerente. Afinal, por que alguém escolheria se banhar ali com a imensidão do mar ou do rio a poucos passos de distância? No entanto, apesar da nossa primeira impressão, em muitos casos essas obras acabam se tornando infraestruturas realmente significativas para pessoas com mobilidade reduzida, crianças ou outras pessoas para as quais o mar ou o rio pode trazer algum tipo de insegurança. Nesta perspetiva, as piscinas costeiras apresentam-se como dispositivos de conexão entre as pessoas e a paisagem, possibilitando a utilização dos territórios marítimos e fluviais para que mais pessoas possam desfrutar da água com segurança.
A pandemia de COVID-19 representa um momento de ruptura para o nosso mundo e promete impulsionar mudanças transformadoras no design, desde a maneira como vivenciamos nossas casas e escritórios até o planejamento de nossas cidades. A série de webcasts Design Disruption explora essas transformações — abordando também questões como as mudanças climáticas, a desigualdade e a crise habitacional — por meio de conversas com mentes visionárias da arquitetura, do design, do planejamento urbano e do pensamento contemporâneo, propondo soluções criativas e reimaginando o futuro do ambiente construído.
Países com clima predominantemente tropical ou equatorial, como o Brasil, permitem que as casas possuam uma relação mais fluida entre interior e exterior, não havendo necessidade, em grande parte do território nacional, de soluções arquitetônicas que limitem a conexão entre estes espaços para manter o ambiente aquecido. Em locais marcados por temperaturas mais quentes, soluções que buscam a integração entre espaços internos e externos podem ser bem-vindas, pois promovem maior ventilação e iluminação naturais para o ambiente residencial, além do seu característico apelo estético.
Um projeto de escala relevante, raramente é obra de um único homem. Desde os primórdios levantamentos de celeiros em aldeias, realizados nos séculos 18 e 19 até a força-tarefa padrão hoje em dia, uma edificação requer muitas mãos a bordo, trazendo diferentes contribuições e conhecimentos para moldá-la e executá-la.