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Arquitetura suaíli: origens e influências que moldaram a paisagem urbana do leste da África

O continente africano desempenhou ao longo da história da humanidade um papel fundamental na evolução dos processos migratórios. Neste vastíssimo e exuberante território, diferentes povos e culturas conviveram e se miscigenaram por séculos e séculos, resultando em um dos continentes mais humanamente diversos do nosso planeta—e o mesmo pode ser dito de sua arquitetura. Neste sentido, a heterogeineidade característica da arquitetura africana é resultado direto de um longo e intenso processo de apropriação e trocas entre distintos povos, culturas e modos de fazer. Em meio a essa fecunda paisagem construída, podemos encontrar desde tipologias ancestrais construídas pelos povos nativos até estruturas híbridas, nascidas do convívio—ora orgânico ora imposto—entre diferentes culturas e formas de ver o mundo.

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Casas brasileiras: 12 residências com telhas metálicas

Nos últimos anos, as telhas metálicas têm ganhado cada vez mais espaço em projetos arquitetônicos, da escala industrial à residencial, sobretudo quando existe a necessidade de aliviar as cargas sobre a estrutura ou a presença de grandes vãos. Na arquitetura residencial, a solução pode ser uma alternativa às tradicionais telhas cerâmicas por apresentar baixo custo, rápida instalação e uma considerável variedade de tipos e modelos disponíveis no mercado.

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Há vida após a demolição: madeira engenheirada, circularidade e projeto para a desconstrução

O primeiro Shikinen Sengu foi realizado no ano de 690, na cidade de Ise, província de Mie, no Japão. Trata-se de um conjunto de cerimônias, que duram até 8 anos, que se inicia com o ritual do corte das árvores para a construção da nova edificação e conclui com a mudança do espelho sagrado (um símbolo de Amaterasu-Omikami) para o novo santuário pelos sacerdotes Jingu. A cada vinte anos, um novo palácio divino com exatamente as mesmas dimensões do atual é construído em um lote vizinho ao santuário principal. O Shikinen Sengu está ligado à crença xinto na morte e renovação periódicas do universo, ao mesmo tempo que é uma forma de passar de geração em geração as antigas técnicas construtivas em madeira.

A ideia de criar um edifício que terá um prazo de validade não é algo tão comum. Inclusive, muito pouco se aborda sobre a questão da vida útil das construções. Quando demolida, para onde irão os materiais que a compõem? Serão descartados em aterros sanitários ou poderão ser reutilizados em novas empreitadas? Há construções, métodos construtivos e materiais que tornam este processo mais fácil. Outros, inviabilizam uma reutilização, por conta de diversos fatores. 

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Testemunhando o crescimento do Campus Xiangshan da Academia de Arte da China: 2007 vs. 2021

O campus de Xiangshan da Academia de Arte da China foi projetado pelo vencedor do Prêmio Pritzker de Arquitetura de 2012, Wang Shu, e por Lu Wenyu, do escritório Amateur Architecture Studio. O escritório foi responsável pela execução global do projeto, desde o plano diretor até o projeto arquitetônico e o paisagismo. No lado norte de Xiangshan fica a primeira fase do campus. Projetada em 2001 e concluída em 2004, ela consiste em um complexo de dez edifícios e duas pontes, com uma área construída de cerca de 70.000 metros quadrados. A segunda fase do campus localiza-se no lado sul de Xiangshan; foi projetada em 2004 e concluída em 2007. É composta por dez edifícios grandes e dois pequenos, totalizando uma área construída de quase 80.000 metros quadrados.

O período de construção de cada uma das duas fases foi de 14 meses. O intenso trabalho artesanal durante a execução gerou diversos desafios que só puderam ser resolvidos no próprio canteiro; assim, o local foi repetidamente moldado e tocado por incontáveis mãos. Em 2007, o fotógrafo Iwan Baan registrou o campus logo após sua conclusão. Em 2021, o/a fotógrafo/a Sai Zhao utilizou lentes com a mesma distância focal original para registrar o campus a partir dos mesmos locais. Ao longo de mais de dez anos, a vegetação cobriu e protegeu a estrutura, e o conjunto edificado agora possui vida própria.

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Achando potencial no não fazer: encarando as possibilidades no Edifício Bonpland de Adamo Faiden

Existe, ao estudar arquiteturas indeterminadas, um instinto, quase que natural, de tentar encontrar um rótulo para ela. E, se não um rótulo, uma forma de tentar solucioná-la para que ela possa, mesmo que momentaneamente, ser algo mais concreto. O que acontece se não tentarmos defini-la?

Em 2019, visitei, com alguns colegas, o Edifício Bonpland do escritório argentino Adamo Faiden. Antes de visitarmos, em conversa com amigos, tentei explicar o conceito por trás de muitos edifícios porteños do século XXI. A lógica de ocupação do terreno, que se articula como dois blocos, um frontal e outro traseiro ligados por uma circulação centralizada, os gabaritos e, no caso do edifício Bonpland, uma planta que tinha como elementos estruturais a circulação vertical e os núcleos hidráulicos. Comentei sobre o exercício de indeterminação que existia no prédio e recebi uma resposta muito interessante: fui dito que essa falta de resolução dos layouts dos espaços internos era preguiça dos arquitetos. 

Arquiteto mexicano cria sistema construtivo com tecnologia de "pré-fabricação inteligente"

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O renomado arquiteto mexicano Miguel Ángel Aragonés apresenta dez anos de pesquisa materializada em seu mais recente projeto intitulado "Casa PI", cuja sigla se traduz em um novo método de construção de "pré-fabricados inteligentes". Patenteado na Suíça, este sistema busca quebrar o paradigma habitacional a partir de um projeto integral que combina a estrutura da casa com o mobiliário e as novas tecnologias de automação na arquitetura.

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“Entre Líneas”, uma pesquisa para visibilizar o trabalho das mulheres na arquitetura moderna do Chile

Redirecionar o olhar para a atuação das arquitetas na construção do legado moderno chileno é o principal objetivo da pesquisa de acesso livre intitulada Entre Líneas. A iniciativa se estrutura a partir de uma narrativa visual articulada em torno de cinco pilares, que podem ser visualizados diretamente na plataforma digital do projeto. Por meio do trabalho documental, da compilação de material de arquivo e da elaboração de peças gráficas analíticas, a proposta busca reescrever a história da arquitetura chilena do século XX a partir de uma perspectiva de gênero.

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Croquis CDMX: um tributo aos edifícios mais representativos da Cidade do México

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Croquis CDMX é uma iniciativa liderada por Héctor López, que surgiu há oito anos com a intenção de desenvolver e estimular as conexões entre o olho, o cérebro e a mão. Este projeto busca retratar a vida na Cidade do México por meio de croquis à mão livre. Embora o ensino de arquitetura seja direcionado à formação de profissionais que se dediquem ao projeto e à construção de edifícios, Héctor –que estudou na Faculdade de Arquitetura da Universidade Nacional Autônoma do México– propõe uma visão da formação universitária como “o eixo de todos os elementos: eu já sabia desenhar e, na faculdade, me interessei pela construção, pela história, pela teoria. Foi ali que o desenho se tornou disciplinado. Eu convidaria os estudantes a desenharem, independentemente de saberem ou não, pois você descobre coisas desenhando que não compreende ao usar o software.”

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500 anos de arquitetura na Cidade do México

Hoje, 13 de agosto, comemoram-se dois marcos importantes para o México: a data aproximada da fundação de Tenochtitlán, capital da civilização mexica, por volta do ano 1325 em uma ilha no lago de Texcoco, no Vale do México, e a queda deste império em 1521 diante do exército espanhol liderado pelo conquistador Hernán Cortés.

Esses são apenas alguns dos diversos acontecimentos que moldam o que hoje conhecemos como a Cidade do México, sendo quase impossível resumir cada um deles. No entanto, vale a pena recordar alguns para compreender de que é feito o solo sobre o qual pisamos, mas sobretudo para refletir sobre o futuro de nossas ações hoje como profissionais da arquitetura: o período pré-hispânico, a colonização ao lado da independência e da revolução, as influências estrangeiras do Movimento Moderno e as diversas interpretações que resultam hoje no que conhecemos como arquitetura contemporânea.

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Como evitar os erros mais comuns ao construir com bambu

Embora o bambu tenha um potencial incrível como material de construção, os esforços para construir estruturas duráveis de bambu muitas vezes falham, com erros cometidos tanto no projeto quanto no processo de construção. As estruturas de bambu são frequentemente criticadas por sua falta de durabilidade e, antes que a tecnologia de tratamento fosse descoberta, esta era uma das armadilhas para construir com o material. Hoje em dia, empresas de arquitetura como a IBUKU provaram que, se bem projetadas, tratadas e mantidas corretamente, uma estrutura de bambu pode durar toda a vida.

Além do tratamento inadequado, há outros erros cometidos ao construir com bambu e eles são frequentemente ignorados, mas têm o mesmo peso para garantir a longevidade de uma estrutura de bambu. Existem muitos guias excelentes que explicam como construir com bambu, no entanto, as informações são insuficientes ao abordar o que não fazer. Neste artigo, vamos compartilhar como evitar os erros mais comuns ao construir com bambu.

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Por que “o uso é a melhor forma de preservação”

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

"Por mais de uma geração, os incentivos fiscais históricos (HTCs) financiados pelo governo federal têm sido fundamentais para incentivar as incorporadoras a recuperar e reutilizar edifícios históricos, mantendo-os economicamente viáveis em vez de substituí-los por novos empreendimentos reluzentes. Esses incentivos geram empregos, promovem o desenvolvimento responsável e alavancam bilhões em investimentos privados para viabilizar edifícios geradores de receita". Leia a entrevista de Justin R. Wolf com Meghan Elliott, diretora fundadora da New History, empresa especializada em reúso adaptativo.

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Como controlar a luz natural para reduzir despesas e aumentar o conforto ambiental

Apropriar-se da luz natural fornecida pelo sol, usufruindo de todos os benefícios que ele oferece, é uma das principais estratégias que todo arquiteto ou arquiteta deve levar em consideração quando projeta um determinado espaço ou edifício. O trabalho começa antes mesmo de sentar-se à prancheta, analisando o trajeto do sol e as orientações possíveis que cada terreno nos sugere. O tamanho e a quantidade de aberturas é também algo muito importante a se considerar neste primeiro momento. Isso porque ambientes naturalmente iluminados são mais agradáveis de se viver e trabalhar, impactando decisivamente no humor e o no conforto dos moradores e usuários de um determinado edifício. Somado a isso, gerenciar a forma como a luz do sol penetra em um espaço é também uma maneira muito eficaz de controle passivo da temperatura assim como ajuda a reduzir a demanda por sistemas artificiais de iluminação e condicionamento de ar—resultando em uma maior economia global de energia. Por exemplo, através de sistemas de proteção solar os usuários podem melhor controlar as condições de iluminação de um determinado ambiente, minimizando ainda o ganho de calor e maximizando, assim, as condições de conforto no interior do edifício.

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Indo na contramão: escritórios de arquitetura que estão rompendo com o status quo

A arquitetura é uma profissão de longa data, que produziu diversos marcos icônicos que admiramos e reverenciamos em todo o mundo, além de desempenhar um papel na organização das cidades em que vivemos hoje. Esta descrição, no entanto, contempla a arquitetura no sentido tradicional — e há inúmeros exemplos de indivíduos e empresas que desviaram da prática arquitetônica tradicional, seja por meio do aprofundamento em campos adjacentes ou pela exploração de novas tecnologias.

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Imagens do Museu de Arte TAG, no litoral, do Ateliers Jean Nouvel, refletindo as cores do pôr do sol

A ACF divulgou uma nova série de imagens que mostra o recém-concluído TAG Art Museum, projetado pelo escritório Ateliers Jean Nouvel como parte do projeto Artists’ Garden, desenvolvido em colaboração com a Shandong International Coastal Cultural Industry. O museu está localizado na Baía de West Sea, em Qingdao, na China. Dispostas ao longo de um passeio coberto que serpenteia por jardins planejados e bosques, estendendo-se pela costa em direção a uma nova marina, as estruturas são compostas por 12 salas de exposição interconectadas.

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Casas brasileiras: 12 projetos com madeira de demolição

Madeira de demolição é aquela que tem origem no desmonte de uma construção, geralmente casas antigas, barracões ou armazéns rurais. Por desinteresse ou inviabilidade econômica de adaptação, resta a opção de demolir estas estruturas, resultando em escombros e, também, elementos que podem ser reciclados e reutilizados na arquitetura. É o caso da madeira de demolição, que vemos empregada, do revestimento à estrutura, em projetos contemporâneos em todo o mundo.

Para inspirar seus projetos, reunimos 12 casas brasileiras fazem uso deste material reciclado em pisos, paredes, decks, banheiros, áreas externas e escadas.

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Kengo Kuma e Rodrigo Veliz sobre como construir com argila em Pomaire, Chile

“Qual é a essência do artesanato cerâmico em Pomaire?”, pergunta Kengo Kuma a Rodrigo Veliz, um oleiro de longa tradição familiar, com quem está trabalhando em conjunto na Rota da Greda, no Chile.

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Casas brasileiras: 20 residências com pé-direito duplo

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Casa MLA / Jacobsen Arquitetura. Imagem: © Leonardo Finotti

Projetos residenciais de casas podem ser campos de experimentação de formas, materiais, técnicas construtivas ou organizações espaciais. Um desses recursos é o pé-direito duplo, isto é, situações nas quais a distância livre entre o piso e o teto equivale a cerca do dobro de um pé-direito padrão (considerado entre 2,50 e 2,70 m). Os grandes espaços formados nessa condição são um prato cheio para se aproveitar de entradas de luz e ventilação naturais, além de estabelecer relações verticais mais interessantes. 

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Nova Pesquisa: O Ambiente Construído Impacta Nossa Saúde e Felicidade Mais do que Imaginamos

Pessoas que vivem em cidades densas estão entre as menos felizes. Seus índices de depressão são 40% mais altos do que os de outras populações, e as taxas de ansiedade são 20% superiores. Por quê? Isso ocorre porque o ambiente construído está diretamente ligado à felicidade e ao bem-estar, e, com muita frequência, os ambientes urbanos falham em proporcionar tranquilidade às pessoas.

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Vagas da semana | Atelier tao+c, ARIZON Design

Nesta semana, destacamos vagas em dois escritórios de design e arquitetura sediados em Xangai: ARIZON Design e atelier tao+c. Com atuações em diferentes escalas e temáticas, ambos os escritórios estão ativos em diversos campos da arquitetura e buscam profissionais alinhados/as com suas visões para integrar suas equipes.

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Vagas em Xangai | Atelier Tao+C: Arquiteto/a, Designer de Interiores, Designer de FF&E e Estagiário/a

Fundado em Xangai em 2016, o atelier tao+c desenvolve uma prática que abrange desde uma luminária pendente até um quarteirão inteiro, estendendo-se de interiores residenciais urbanos mínimos à renovação de antigas casas rurais, e de lojas de rua a comunidades de jovens. Alinhando a prática projetual à pesquisa, o estúdio dedica-se simultaneamente a temas como a revitalização de edifícios antigos e a organização de objetos e assentamentos em espaços habitacionais. Sem restrições de tipologia ou escala, os projetos do atelier tao+c centram-se na escala, na tectônica, nas relações de proximidade e intimidade, bem como na conciliação entre o passado e o imediato, redefinindo a exploração e a compreensão tipológica para revelar o potencial latente de cada lugar.

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Metais nas áreas molhadas: 12 projetos para se inspirar

Quando chegamos na etapa de projeto executivo nos deparamos com o momento do detalhamento das áreas molhadas, que inclui a escolha não só dos acabamentos de parede e piso, mas também das bancadas, louças e metais. O diálogo entre esses elementos é fundamental para um espaço bem ambientado, independentemente do estilo escolhido. 

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Jardins de cura: a natureza como infraestrutura terapêutica hospitalar

A consciência ambiental, a conservação ecológica e a abordagem comunitária são os pilares fundamentais do trabalho de planejamento territorial, projeto paisagístico e construção de infraestrutura pública realizado atualmente pela Fundación Cosmos. A seguir, o diretor de projetos Felipe Correa, em conjunto com Valentina Schmidt e Consuelo Roldán, arquitetas da equipe da Fundação, descrevem detalhadamente os benefícios, objetivos e motivações que os levaram a idealizar a iniciativa dos Jardins Sanadores.

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O retorno à cidade pós-covid: Reflexões para um turismo urbano sustentável em Barcelona

O ArchDaily está trabalhando em parceria com a CityMakers para publicar uma série de artigos, conversas e entrevistas com os diferentes atores da coprodução da cidade que estão por trás do Barcelona CityMakers Lab 2021, evento que acontecerá de 8 a 12 de novembro.

A CityMakers é uma plataforma global de especialistas em boas práticas de coprodução de cidades, que busca conectar profissionais de coprodução urbana e líderes influentes vindos de diferentes partes do mundo, para que inspirem uns aos outros e impulsionem a transformação em suas cidades.

Para esta edição, Velislava Simeonova apresenta seu artigo "O retorno à cidade pós-covid: Reflexões para um turismo urbano sustentável".

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Vagas em Xangai | ARIZON Design: Designer de Interiores Sênior, Designer de Interiores, Arquiteto/a Sênior | Pleno/a, Paisagista

A ARIZON Design (ARIZON 乾正设计) foi fundada em Xangai em 2008 por Shen Junwei. O escritório é especializado no planejamento geral, design e consultoria para edifícios e espaços como shopping centers de alto padrão e complexos comerciais. Com projetos frequentemente reconhecidos por prêmios de design internacionais, consolidou-se como uma das agências de design mais inovadoras e especializadas no setor de varejo e complexos multiuso. O nome ARIZON evoca a expressão “Grandioso é o princípio criativo do Universo, do qual todas as coisas provêm” (originária do I Ching). Com uma imaginação sem limites que confere vitalidade contínua aos espaços arquitetônicos, a empresa posiciona-se na vanguarda da estética “Eco-Fashion” aplicada à arquitetura. Sob a missão de “impulsionar o futuro dos negócios por meio do design”, o escritório busca gerar valor comercial maximizado para seus clientes. 

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