The Graceful Dancer - Novo Distrito de Entretenimento da Cidade Antiga de Yongxin. Imagem cortesia de Estúdio Leonardo Zanatta
A seleção curada desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca edifícios e espaços públicos enviados pela comunidade do ArchDaily. De pontes a praças, de parques a mercados e estações de trem, este artigo explora os diversos tipos de infraestrutura pública que sustentam o tecido urbano, apresentando diferentes abordagens ao redor do mundo.
Apresentando desde uma ponte que também funciona como jardim na China, passando pela requalificação de espaços públicos para atender a necessidades contemporâneas em Montenegro e na República Checa, até um parque sobre um píer em Nova York, a seleção abrange várias escalas — de objetos arquitetônicos individuais a estratégias urbanas e planos diretores. Os projetos a seguir revelam as ideias que moldam os espaços e equipamentos públicos em diferentes contextos, ilustrando abordagens diversas sobre o que constitui a espinha dorsal do tecido urbano.
PILLS é um estúdio de arquitetura voltado para a pesquisa, com sede em Pequim. Nosso campo de atuação abrange, principalmente, práticas especulativas como arquitetura e design de interiores, instalações e expografia, design urbano e paisagismo, além de produção transmídia e disseminação cultural. De instalações a edifícios públicos, de projetos culturais a empreendimentos comerciais, o estúdio PILLS responde ativamente a diversos tipos de demandas de projeto urbano e arquitetônico, ao mesmo tempo em que fomenta a produção cultural da arquitetura contemporânea por meio de múltiplos suportes midiáticos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1131276/vagas-em-pequim-estudio-pills-arquiteto-a-designer-de-exposicoes-designer-de-interiores-arquiteto-a-de-detalhamento-executivo-assistente-de-pesquisa-estagiario-a-etcMilly Mo
Encontradas pelos quatro cantos do mundo e construídas pelos mais diferentes motivos, da extração de recursos naturais à fabricação de um determinado produto, as monotowns são cidades criadas ao redor de uma única indústria a qual é responsável por empregar a maioria de seus habitantes. No antigo Bloco de Leste, onde uma série de cidades mono-industriais foram construídas durante o domínio soviético, a súbita transição para um novo sistema econômico centrado no capitalismo abalou profundamente a estrutura destas cidades, dando início a um rápido processos de despovoamento e migração para outras regiões do país e do mundo. A seguir descubra mais sobre a arquitetura das monotowns da era soviética, seus exemplos mais famosos, as histórias de fracassos e o atual estado destes ambientes urbanos extremamente peculiares.
Cortesía de Servicio de Medios Audiovisuales de la Facultad de Arquitectura, Diseño y Urbanismo de la Universidad de la República
No Uruguai, a extensa obra de Eladio Dieste, criador do sistema de “alvenaria armada” e das abóbadas de dupla curvatura em alvenaria, mostra uma variedade singular, motivo que o consolidaria como uma das figuras mais importantes da arquitetura latino-americana. A seguir, recordamos alguns dos principais projetos do engenheiro uruguaio, que vão desde igrejas até fábricas, silos e ginásios.
Para manter viva a memória do engenheiro, o Serviço de Meios Audiovisuais da Faculdade de Arquitetura, Design e Urbanismo da Universidade da República compartilha as seguintes imagens e apresenta a plataforma web Eladio Dieste, desenvolvida como um espaço de divulgação e intercâmbio do acervo fotográfico sobre suas obras e escritos.
Oratorio Casa de Retiro Fundación Alonso Ovalle, Antofagasta,1991.Archivo GKL.. Image Cortesía de Carla Monforte Kapstein
A Casa de Exercícios Espirituais projetada por Glenda Kapstein e Osvaldo Muñoz em 1991 obteve inúmeros reconhecimentos, tornando-se finalista na primeira edição do Prêmio Pavilhão Mies van der Rohe de Arquitetura Latino-Americana em 1998, e recebendo o Prêmio Internacional PLEA (Passive and Low Energy Architecture) em 2003. O projeto, localizado na cidade de Antofagasta, caracteriza-se pela construção de uma série de espaços intermediários que articulam não apenas o interior com o exterior no árido clima desértico, mas também a trajetória acadêmica de Kapstein com seus característicos exercícios práticos.
Este artigo foi publicado originalmente na Revista Trópico Absoluto com o título 'El Teatro Teresa Carreño: una historia personal' em 06 de março de 2020. A seguir, o arquiteto venezuelano de origem alemã Dietrich Kunckel relata, em suas próprias palavras, os detalhes precisos do processo de projeto e construção de uma das obras de arquitetura mais importantes de Caracas, Venezuela.
Casa El Tume / abarca+palma. Courtesy of abarca+palma
Os painéis SIP, assim chamados por seu nome em inglês - Structural Insulated Panels - são painéis autoportantes compostos por um núcleo de espuma rígida localizado entre dois revestimentos estruturais, geralmente placas OSB. Resistentes e leves, os painéis são fabricados de forma controlada na fábrica e posteriormente transferidos para o canteiro de obras, permitindo a montagem rápida de pisos, paredes e tetos, e gerando um envelope térmico e acústico hermético. A espessura do painel corresponderá à soma das espessuras de cada um de seus componentes, e seu peso não deve ultrapassar 20 kg por metro quadrado.
Poucas pessoas têm a oportunidade de projetar uma cidade. Ainda menos o fazem por acaso. Essa é a história do ilustrador e quadrinista Eloar Guazzelli, que desde 1990 vem desenvolvendo um projeto artístico intitulado Cidade Nanquim. A partir de folhas de papel de tamanho A4, o artista compõe uma espécie de mosaico urbano em preto sobre branco que retrata fragmentos de uma cidade imaginária.
Foto tirada durante a visita à exposição Sopro de Ernesto Neto na Pinacoteca do Estado em abril de 2019. Image Cortesia de autoras
A Cidade não-visual: um audioguia pelo centro de São Paulo é um ensaio de projeto auditivo e sonoro sobre as relações urbanas e seus eventos. Uma proposta que possui como centralidade as formas de percepção da cidade por pessoas portadoras de deficiências visuais onde se procura tensionar e dialogar com suas vivências no meio urbano a fim de potencializar seus respectivos direitos à cidade, sua autonomia e o seu exercício enquanto cidadãos. Parte-se como espacialidade nesta análise de caso a região onde foi implementado o projeto das ruas abertas para pedestre no centro novo de São Paulo (República).
https://www.archdaily.com.br/pt/966557/cidade-nao-visual-um-audioguia-pelo-centro-de-sao-pauloAnita Solitrenick, Luisa Moreno, Maria de Andrade, Maristella Pinheiro e Tamara Crespin
O The Second Studio (antigo The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos arquitetos David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diversos profissionais criativos em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com franqueza e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para colegas designers, análises de edifícios e projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Nesta semana, David e Marina recebem Samantha Burton, vice-presidente daYoung & Burton, uma construtora focada em projetos residenciais personalizados.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130462/o-podcast-the-second-studio-sobre-o-trabalho-em-equipe-e-o-papel-do-a-empreiteiro-a-em-uma-obraThe Second Studio Podcast
O continente africano desempenhou ao longo da história da humanidade um papel fundamental na evolução dos processos migratórios. Neste vastíssimo e exuberante território, diferentes povos e culturas conviveram e se miscigenaram por séculos e séculos, resultando em um dos continentes mais humanamente diversos do nosso planeta—e o mesmo pode ser dito de sua arquitetura. Neste sentido, a heterogeineidade característica da arquitetura africana é resultado direto de um longo e intenso processo de apropriação e trocas entre distintos povos, culturas e modos de fazer. Em meio a essa fecunda paisagem construída, podemos encontrar desde tipologias ancestrais construídas pelos povos nativos até estruturas híbridas, nascidas do convívio—ora orgânico ora imposto—entre diferentes culturas e formas de ver o mundo.
Nos últimos anos, as telhas metálicas têm ganhado cada vez mais espaço em projetos arquitetônicos, da escala industrial à residencial, sobretudo quando existe a necessidade de aliviar as cargas sobre a estrutura ou a presença de grandes vãos. Na arquitetura residencial, a solução pode ser uma alternativa às tradicionais telhas cerâmicas por apresentar baixo custo, rápida instalação e uma considerável variedade de tipos e modelos disponíveis no mercado.
Mass timber components for this project were prefabricated offsite which not only aids in the ability for on-site assembly but also aids in the disassembly of projects in the future if needed. Timber's versatility allows it to be disassembled and then reassembled into other buildings and furnishings, sequestering carbon for longer so long as it stays out of the landfill. Photo: PH1 construction by Naikoon Contracting, KK Law. Image Cortesia de naturallywood.com
O primeiro Shikinen Sengu foi realizado no ano de 690, na cidade de Ise, província de Mie, no Japão. Trata-se de um conjunto de cerimônias, que duram até 8 anos, que se inicia com o ritual do corte das árvores para a construção da nova edificação e conclui com a mudança do espelho sagrado (um símbolo de Amaterasu-Omikami) para o novo santuário pelos sacerdotes Jingu. A cada vinte anos, um novo palácio divino com exatamente as mesmas dimensões do atual é construído em um lote vizinho ao santuário principal. O Shikinen Sengu está ligado à crença xinto na morte e renovação periódicas do universo, ao mesmo tempo que é uma forma de passar de geração em geração as antigas técnicas construtivas em madeira.
A ideia de criar um edifício que terá um prazo de validade não é algo tão comum. Inclusive, muito pouco se aborda sobre a questão da vida útil das construções. Quando demolida, para onde irão os materiais que a compõem? Serão descartados em aterros sanitários ou poderão ser reutilizados em novas empreitadas? Há construções, métodos construtivos e materiais que tornam este processo mais fácil. Outros, inviabilizam uma reutilização, por conta de diversos fatores.
O campus de Xiangshan da Academia de Arte da China foi projetado pelo vencedor do Prêmio Pritzker de Arquitetura de 2012, Wang Shu, e por Lu Wenyu, do escritório Amateur Architecture Studio. O escritório foi responsável pela execução global do projeto, desde o plano diretor até o projeto arquitetônico e o paisagismo. No lado norte de Xiangshan fica a primeira fase do campus. Projetada em 2001 e concluída em 2004, ela consiste em um complexo de dez edifícios e duas pontes, com uma área construída de cerca de 70.000 metros quadrados. A segunda fase do campus localiza-se no lado sul de Xiangshan; foi projetada em 2004 e concluída em 2007. É composta por dez edifícios grandes e dois pequenos, totalizando uma área construída de quase 80.000 metros quadrados.
O período de construção de cada uma das duas fases foi de 14 meses. O intenso trabalho artesanal durante a execução gerou diversos desafios que só puderam ser resolvidos no próprio canteiro; assim, o local foi repetidamente moldado e tocado por incontáveis mãos. Em 2007, o fotógrafo Iwan Baan registrou o campus logo após sua conclusão. Em 2021, o/a fotógrafo/a Sai Zhao utilizou lentes com a mesma distância focal original para registrar o campus a partir dos mesmos locais. Ao longo de mais de dez anos, a vegetação cobriu e protegeu a estrutura, e o conjunto edificado agora possui vida própria.
Existe, ao estudar arquiteturas indeterminadas, um instinto, quase que natural, de tentar encontrar um rótulo para ela. E, se não um rótulo, uma forma de tentar solucioná-la para que ela possa, mesmo que momentaneamente, ser algo mais concreto. O que acontece se não tentarmos defini-la?
Em 2019, visitei, com alguns colegas, o Edifício Bonpland do escritório argentino Adamo Faiden. Antes de visitarmos, em conversa com amigos, tentei explicar o conceito por trás de muitos edifícios porteños do século XXI. A lógica de ocupação do terreno, que se articula como dois blocos, um frontal e outro traseiro ligados por uma circulação centralizada, os gabaritos e, no caso do edifício Bonpland, uma planta que tinha como elementos estruturais a circulação vertical e os núcleos hidráulicos. Comentei sobre o exercício de indeterminação que existia no prédio e recebi uma resposta muito interessante: fui dito que essa falta de resolução dos layouts dos espaços internos era preguiça dos arquitetos.
https://www.archdaily.com.br/pt/966553/achando-potencial-no-nao-fazer-encarando-as-possibilidades-no-edificio-bonpland-de-adamo-faidenLeonardo Dias
O renomado arquiteto mexicano Miguel Ángel Aragonés apresenta dez anos de pesquisa materializada em seu mais recente projeto intitulado "Casa PI", cuja sigla se traduz em um novo método de construção de "pré-fabricados inteligentes". Patenteado na Suíça, este sistema busca quebrar o paradigma habitacional a partir de um projeto integral que combina a estrutura da casa com o mobiliário e as novas tecnologias de automação na arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/pt/965364/arquiteto-mexicano-cria-sistema-construtivo-com-tecnologia-de-pre-fabricacao-inteligenteArchDaily Team
Mapa de relaciones. Pieza gráfica preliminar. Elaborada por el equipo de "Entre líneas". Image Cortesía de Entre Líneas
Redirecionar o olhar para a atuação das arquitetas na construção do legado moderno chileno é o principal objetivo da pesquisa de acesso livre intitulada Entre Líneas. A iniciativa se estrutura a partir de uma narrativa visual articulada em torno de cinco pilares, que podem ser visualizados diretamente na plataforma digital do projeto. Por meio do trabalho documental, da compilação de material de arquivo e da elaboração de peças gráficas analíticas, a proposta busca reescrever a história da arquitetura chilena do século XX a partir de uma perspectiva de gênero.
Croquis CDMX é uma iniciativa liderada por Héctor López, que surgiu há oito anos com a intenção de desenvolver e estimular as conexões entre o olho, o cérebro e a mão. Este projeto busca retratar a vida na Cidade do México por meio de croquis à mão livre. Embora o ensino de arquitetura seja direcionado à formação de profissionais que se dediquem ao projeto e à construção de edifícios, Héctor –que estudou na Faculdade de Arquitetura da Universidade Nacional Autônoma do México– propõe uma visão da formação universitária como “o eixo de todos os elementos: eu já sabia desenhar e, na faculdade, me interessei pela construção, pela história, pela teoria. Foi ali que o desenho se tornou disciplinado. Eu convidaria os estudantes a desenharem, independentemente de saberem ou não, pois você descobre coisas desenhando que não compreende ao usar o software.”
Hoje, 13 de agosto, comemoram-se dois marcos importantes para o México: a data aproximada da fundação de Tenochtitlán, capital da civilização mexica, por volta do ano 1325 em uma ilha no lago de Texcoco, no Vale do México, e a queda deste império em 1521 diante do exército espanhol liderado pelo conquistador Hernán Cortés.
Esses são apenas alguns dos diversos acontecimentos que moldam o que hoje conhecemos como a Cidade do México, sendo quase impossível resumir cada um deles. No entanto, vale a pena recordar alguns para compreender de que é feito o solo sobre o qual pisamos, mas sobretudo para refletir sobre o futuro de nossas ações hoje como profissionais da arquitetura: o período pré-hispânico, a colonização ao lado da independência e da revolução, as influências estrangeiras do Movimento Moderno e as diversas interpretações que resultam hoje no que conhecemos como arquitetura contemporânea.
Embora o bambu tenha um potencial incrível como material de construção, os esforços para construir estruturas duráveis de bambu muitas vezes falham, com erros cometidos tanto no projeto quanto no processo de construção. As estruturas de bambu são frequentemente criticadas por sua falta de durabilidade e, antes que a tecnologia de tratamento fosse descoberta, esta era uma das armadilhas para construir com o material. Hoje em dia, empresas de arquitetura como a IBUKU provaram que, se bem projetadas, tratadas e mantidas corretamente, uma estrutura de bambu pode durar toda a vida.
Além do tratamento inadequado, há outros erros cometidos ao construir com bambu e eles são frequentemente ignorados, mas têm o mesmo peso para garantir a longevidade de uma estrutura de bambu. Existem muitos guias excelentes que explicam como construir com bambu, no entanto, as informações são insuficientes ao abordar o que não fazer. Neste artigo, vamos compartilhar como evitar os erros mais comuns ao construir com bambu.
"Por mais de uma geração, os incentivos fiscais históricos (HTCs) financiados pelo governo federal têm sido fundamentais para incentivar as incorporadoras a recuperar e reutilizar edifícios históricos, mantendo-os economicamente viáveis em vez de substituí-los por novos empreendimentos reluzentes. Esses incentivos geram empregos, promovem o desenvolvimento responsável e alavancam bilhões em investimentos privados para viabilizar edifícios geradores de receita". Leia a entrevista de Justin R. Wolf com Meghan Elliott, diretora fundadora da New History, empresa especializada em reúso adaptativo.
https://www.archdaily.com.br/pt/1131369/por-que-o-uso-e-a-melhor-forma-de-preservacaoJustin R. Wolf
Apropriar-se da luz natural fornecida pelo sol, usufruindo de todos os benefícios que ele oferece, é uma das principais estratégias que todo arquiteto ou arquiteta deve levar em consideração quando projeta um determinado espaço ou edifício. O trabalho começa antes mesmo de sentar-se à prancheta, analisando o trajeto do sol e as orientações possíveis que cada terreno nos sugere. O tamanho e a quantidade de aberturas é também algo muito importante a se considerar neste primeiro momento. Isso porque ambientes naturalmente iluminados são mais agradáveis de se viver e trabalhar, impactando decisivamente no humor e o no conforto dos moradores e usuários de um determinado edifício. Somado a isso, gerenciar a forma como a luz do sol penetra em um espaço é também uma maneira muito eficaz de controle passivo da temperatura assim como ajuda a reduzir a demanda por sistemas artificiais de iluminação e condicionamento de ar—resultando em uma maior economia global de energia. Por exemplo, através de sistemas de proteção solar os usuários podem melhor controlar as condições de iluminação de um determinado ambiente, minimizando ainda o ganho de calor e maximizando, assim, as condições de conforto no interior do edifício.
https://www.archdaily.com.br/pt/965147/como-controlar-a-luz-natural-para-reduzir-despesas-e-aumentar-o-conforto-ambientalLilly Cao
A arquitetura é uma profissão de longa data, que produziu diversos marcos icônicos que admiramos e reverenciamos em todo o mundo, além de desempenhar um papel na organização das cidades em que vivemos hoje. Esta descrição, no entanto, contempla a arquitetura no sentido tradicional — e há inúmeros exemplos de indivíduos e empresas que desviaram da prática arquitetônica tradicional, seja por meio do aprofundamento em campos adjacentes ou pela exploração de novas tecnologias.
A ACF divulgou uma nova série de imagens que mostra o recém-concluído TAG Art Museum, projetado pelo escritório Ateliers Jean Nouvel como parte do projeto Artists’ Garden, desenvolvido em colaboração com a Shandong International Coastal Cultural Industry. O museu está localizado na Baía de West Sea, em Qingdao, na China. Dispostas ao longo de um passeio coberto que serpenteia por jardins planejados e bosques, estendendo-se pela costa em direção a uma nova marina, as estruturas são compostas por 12 salas de exposição interconectadas.