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Os principais desafios do uso da tecnologia solar

A tecnologia solar tem um enorme potencial, mas tem sido subutilizada. Para se ter uma ideia, a cada 24 horas, a quantidade de luz solar que atinge a Terra forneceria energia para todo o planeta por 24 anos. Evidentemente, é necessário coletá-la adequadamente, através de sistemas fotovoltaicos. Com a crise climática, cada vez mais presente nos nossos cotidianos e causando um aumento das preocupações em torno da obtenção de energias de fontes renováveis e da diminuição nas  emissões de carbono, utilizar as possibilidades do sol para gerar energia limpa parece um caminho sem volta. Mas ainda existem algumas dificuldades que reduzem sua utilização, como a obtenção de produtos solares econômicos, a estética, a disponibilidade desses produtos, regulamentação e mesmo questões de instalação. 

A seguir, elencamos os principais desafios de incorporar a energia solar nos projetos e de que forma é possível superá-los:

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"É importante dar autoria ao público": Uma entrevista com Urban Radicals

Urban Radicals é um coletivo de design sediado em Londres, fundado em 2019 por Era Savvides e Athanasios Varnavas. O escritório atua na intersecção de múltiplas disciplinas, explorando o espaço público e a noção de coletividade em uma variedade de escalas, contextos e expressões projetuais. Selecionado como uma das Novas Práticas de 2021 do ArchDaily, o Urban Radicals se contrai e se expande organicamente por meio de seus projetos, dissolvendo as fronteiras entre diversos campos do conhecimento e contornando a estrutura tradicional de escritório para integrar uma multiplicidade de perspectivas na arquitetura.

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Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022: Descubra a lista completa de projetos

Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de Pequim 2022 começaram oficialmente em 4 de fevereiro de 2022. Esta edição dos Jogos de Inverno adotou uma abordagem ousada ao adicionar duas zonas de neve em Zhangjiakou e Yanqing à zona de gelo em Pequim, criando um sistema inédito de três zonas.

O Instituto de Pesquisa e Design Arquitetônico da Universidade de Tsinghua (THAD) liderou o planejamento e o projeto arquitetônico geral de todas as instalações na Zona de Zhangjiakou e da Arena Shougang na Zona de Pequim. O planejamento e o projeto das instalações da Zona de Yanqing foram elaborados pelo China Architectural Design & Research Group (CADG). Arquitetos e arquitetas chineses assumiram o protagonismo da criação, pautando-se pelo princípio do desenvolvimento sustentável e integrando de forma estreita as metodologias de planejamento urbano e projeto arquitetônico ao longo do ciclo de construção de aproximadamente seis anos. A equipe propôs a estrutura de projeto de "intervenção espacial em escala integral" baseada no "Plano Geral, Plano Regulatório, Desenho Urbano, Projeto de Arquitetura e Projeto de Sistemas de Equipamentos", consolidando a prática chinesa para uma Olimpíada de Inverno sustentável.

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Por que os desenhos de Louis Kahn ainda importam

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Em uma era de e-books e publicações prioritariamente digitais, Louis Kahn: The Importance of a Drawing (Lars Müller Publishers) é um resgate audacioso: um livro suntuoso de mais de 500 páginas, um objeto perfeitamente condizente com seu tema, cujos edifícios possuíam um peso, tanto literal quanto figurativo, que constituía parte de seu poder e apelo. Concebido e editado por Michael Merrill, o livro constitui tanto um exame profundo do processo criativo de Kahn — narrado por meio do desenho à mão — quanto um retrato revelador do homem por trás dessas obras e ilustrações. Merrill é arquiteto e educador, atuando atualmente como diretor de pesquisa no Institute for Building Typology no Karlsruhe Institute of Technology, na Alemanha. Também é autor de dois livros anteriores sobre o mestre da arquitetura, Louis Kahn: Drawing to Find Out e Louis Kahn: On the Thoughtful Making of Spaces.

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Arquitetura no México: 33 restaurantes que estimulam a experiência do usuário

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Ao longo dos anos, o desenho de interiores evoluiu de acordo com as necessidades que surgem, mas sobretudo de acordo com as experiências que procuramos provocar no usuário. Nos últimos dois anos, testemunhamos uma mudança radical e um interesse especial pelo assunto, pois a pandemia nos obrigou a prestar atenção redobrada à configuração dos lugares que frequentamos. Isso teve como consequência o surgimento de projetos muito mais integrais, que atendem ao bem-estar do usuário combinando cores, experiências sensoriais, tecnologia e elementos naturais que promovem a saúde.

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Luminárias: modelos e possibilidades em projetos residenciais

A elaboração de um projeto arquitetônico é um processo complexo que envolve diferentes escalas, desde a estrutura até pequenos refinamentos, como escolha de revestimentos, cores de pintura, rodapés, metais, louças e, claro, luminárias.  

Para além das questões de potência e tonalidade das lâmpadas, o próprio design das luminárias também é essencial no processo de projeto, podendo contribuir com a valorização dos espaços e o conforto dos habitantes.

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O que arquitetos podem fazer além de arquitetura?

"Sou arquiteto... e agora o que eu faço?", deve ser uma das perguntas mais frequentes de qualquer recém-formado em arquitetura. Muitos, ao longo dos anos, encontrarão empregos em diferentes indústrias que não envolvem necessariamente trabalhar em um escritório projetando e construindo edifícios.

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Rahul Mehrotra sobre a Cidade Cinética e o Urbanismo para o Sul Global

Rahul Mehrotra é um urbanista, educador e sócio-fundador do escritório Rahul Mehrotra Architects (RMA Architects), com sedes em Mumbai e Boston. Por toda a Índia, Mehrotra projetou trabalhos que variam de planos diretores a casas de veraneio, fábricas, instituições sociais e edifícios de escritórios. Ao longo de décadas, sua atuação no ativismo urbano culminou na fundação da Architecture Foundation do escritório, que se concentra em criar uma “consciência sobre a arquitetura na Índia” por meio de pesquisas, publicações, exposições e um diálogo público inclusivo em torno da ética e dos valores arquitetônicos.

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Vários espaços em um: as possibilidades das plantas reconfiguráveis

Ainda que a inteligência artificial esteja mostrando o potencial para realizar sucessivas iterações com bons resultados, projetar o layout dos espaços toma grandes porções do tempo de um projetista. A organização dos elementos presentes em um espaço determina os fluxos, os pontos de vista e determinará em grande parte como este será usado. Mas a ideia de engessar o uso do ambiente pode não funcionar para todos os casos. Por conta de restrições de espaço ou usos suplementares que um cômodo pode ter, alguns arquitetos têm desenvolvido layouts dinâmicos que comportam mais de uma possibilidade de uso. Seja através de elementos divisores ou de módulos especiais, estes projetos permitem que o espaço mude radicalmente através de um movimento.

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Casa, cidade, território: Uma investigação coletiva sobre as transformações do habitar urbano contemporâneo

Este artigo de Miguel Paredes Maldonado foi publicado originalmente com o título "Casa, ciudad, territorio: Una investigación colectiva sobre las transformaciones del habitar urbano contemporáneo" na edição nº 31 da revista Dearq em 1º de setembro de 2021 (DOI: https://doi.org/10.18389/dearq31.2021.02).

O artigo explora as relações interescalares estabelecidas recentemente entre o domínio doméstico da habitação e os âmbitos coletivos da cidade e do território, sob a ótica do desenvolvimento de novos “comuns urbanos”. Essa exploração se formaliza como uma investigação coletiva, baseada na participação em concursos de arquitetura e elaborada no contexto docente da Universidade de Edimburgo (Reino Unido) entre setembro e dezembro de 2020. Seus resultados destacam o pronunciado substrato infraestrutural do habitar urbano contemporâneo e identificam os principais processos de transferência entre os domínios do doméstico e do coletivo em uma série de cenários de habitação urbana.

A seguir, apresentamos o texto como parte de uma colaboração conjunta para contribuir com a difusão de pesquisas, análises e opiniões elaboradas pela comunidade acadêmica nacional e internacional sobre arquitetura, cidade e áreas afins.

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De um mal necessário ao luxo: a história dos banheiros na sociedade moderna

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Os banheiros que usualmente temos em nossas casas são heranças da colonização europeia pelo mundo. Sua forma atual, porém, tem origem de milênios atrás e não seria possível sem os investimentos e a evolução do saneamento básico. 

A saúde de uma população está diretamente relacionada ao ambiente físico que ela habita, assim como foi colocado por Hipócrates em seu texto “Ares, águas e lugares”, escrito durante o século V a.C.. Nele, o pensador grego conhecido como o ‘pai da medicina’, afirma que para se investigar corretamente a saúde e a causa das doenças é necessário observar e compreender o ambiente habitado a partir das estações do ano, dos ventos, das águas, da sua posição geográfica, da terra e da paisagem e também dos hábitos das pessoas que ali habitam. Cada civilização desenvolveu uma forma de lidar com o que hoje entendemos por saneamento, a depender de seu tempo e também de seu contexto geográfico, cultural, político e econômico. 

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“A Broken House”: filme retrata fenômeno da imigração e a saudade de casa

“A Broken House” é um documentário dirigido por Jimmy Goldblum que retrata a história de Mohamad Hafez, um cidadão sírio que se mudou para os Estados Unidos em um visto de entrada única para estudar arquitetura e não pôde mais voltar para seu país natal. Enfrentando seu destino, canalizou a saudade de casa em seu trabalho artístico e começou a produzir esculturas em miniatuira de sua terra, construindo a "Damasco de suas memórias".

“Se você não pode voltar para casa, porque você não cria sua casa". Ao contar a história das pessoas que lá habitam, o projeto arquitetônico ganha uma dimensão política após o início da guerra civil síria, retratando a extensão da destruição sofrida pela cidade, humanizando os refugiados e compartilhando suas histórias. 

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Servidor Local: uma nova plataforma surge na Cidade do México

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© Zaickz Moz

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O Servidor Local é um ponto de conexão, um fórum onde o diálogo acontece; é, em essência, um refúgio de ideias, diversidade e intercâmbios. Como plataforma, impulsiona projetos culturais, de arte e design que protagonizem discursos com impacto na sociedade, que busquem beneficiar o entorno mais próximo e possam se propagar ao longo do caminho do público visitante.

O que os/as arquitetos/as podem fazer além da arquitetura?

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"Sou arquiteto/a... e agora, o que eu faço?" deve ser uma das perguntas mais frequentes de qualquer pessoa recém-graduada com o diploma de arquitetura em mãos. Com o passar dos anos, muitas dessas pessoas encontrarão trabalho em diferentes indústrias que não envolvem necessariamente trabalhar em um escritório projetando e construindo edifícios.

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Cozinhas fantasmas: inovação na indústria dos restaurantes com o crescimento do delivery

Em um dia frio de inverno, se você deseja uma pizza, panquecas ou um suculento cheeseburger, é fácil recorrer a um aplicativo em seu telefone para rapidamente fazer um pedido e recebê-lo na sua porta. Mas você já se perguntou como os restaurantes acompanham as demandas dos clientes, aqueles que retiram para viagem ou fazem pedidos por meio de aplicativos de entrega, a solução pode estar na nova tendência em expansão das Ghost Kitchens, especialmente nos últimos dois anos da pandemia COVID-19.

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Causa Comum: Novas perspectivas em Santiago do Chile

A quarta temporada do podcast Causa Comum, uma coprodução entre a Fundación Lepe e a Fundación Aldea para o festival OH! Stgo, realizado em meados de janeiro em Santiago do Chile, aborda o passado, o presente e o futuro da capital, bem como o papel que seus/suas habitantes nela ocupam, priorizando o bem comum e a forma colaborativa de fazer, habitar e imaginar o lar compartilhado.

Sob a direção e coordenação de Francisca Cordero, Soledad Díaz de la Fuente, Magdalena Novoa e Trinidad Piriz, ao longo de seis capítulos são analisados histórias, comunidades, monumentos e espaços públicos que habitamos diariamente, sob novas perspectivas, apresentando temas que vão desde as múltiplas identidades de uma praça, a liderança feminina nos projetos de habitação e a construção da memória na cidade, até os cerros isla (morros-ilha) como oportunidades socioambientais, o habitar urbano mapuche e o edifício do GAM como expoente da arquitetura e da mudança social.

Exposição da Equipe Artística Internacional Marina Morón em Pamplona

O coletivo artístico de trajetória internacional _marina_morón (formado pelo Doutor em História Jesús Marina e pela Doutora Arquiteta Elena Morón) inaugurou seu último trabalho no Pabellón de Mixtos de La Ciudadela, na cidade de Pamplona.
A mostra é patrocinada pelo Colégio de Arquitetos Vasco-Navarro e pela Prefeitura de Pamplona, e permanecerá aberta ao público até 15 de março de 2022.

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Direitos trabalhistas e condições de trabalho na arquitetura: quando seremos ouvidos?

No início da carreira, muitos arquitetos e arquitetas se veem em situações descritas por alguns como "patinar e não sair do lugar", pois suas expectativas não correspondem à realidade que encontram e isso só piora com o passar do tempo. Motivados pelo "ganho de experiência", os jovens profissionais se submetem a longas jornadas de trabalho, inclusive nos finais de semana, com baixos salários e muita exigência física e mental, o que muitas vezes resulta em um esgotamento do indivíduo (burnout). Por conta dessas condições de trabalho, o prestígio da profissão desaparece. Tendo isso em mente, como esses profissionais podem lutar pelos seus direitos trabalhistas após décadas de exploração? E o que está sendo feito para garantir esses direitos?

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Os melhores projetos brasileiros de paisagismo de 2021

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Pensar em pontos de foco, biomas, espaços de descanso, criar ritmo junto da arquitetura, como facilitar a manutenção e fruição dos espaços, são apenas alguns dos desafios de um projeto paisagístico. Hoje, mais do que servir como um elemento de composição espacial, a relação entre o paisagismo e o espaço construído é cada vez mais valorizada ao passo que compreendemos como a presença da natureza é benéfica para a saúde e conforto humano e de outras espécies. Assim, pensar e projetar a paisagem se tornou um exercício cada vez mais complexo e valorizado.

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Chinas Chinas: um projeto de pesquisa sobre os supermercados chineses na cidade de Buenos Aires

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CHINAS CHINAS é um projeto de pesquisa realizado por FLORA. Consiste em um percurso pela cidade de Buenos Aires, Argentina, a partir da análise tipológica de supermercados chineses. Tem o objetivo de reconhecer e explorar os modos de apropriação e as microescalas domésticas que neles ocorrem, evidenciando que a arquitetura da cidade é moldada a partir das banalidades cotidianas. É assim que a arquitetura ganha sentido quando as condições de vida são dadas pelas próprias pessoas. Habitar (para além do funcional) tem a ver com isso.

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Arquitetura, cinema e realidade virtual em Jogador Nº 1 de Steven Spielberg

O cinema é uma ótima ferramenta para estimular discussões e reflexões sobre o espaço que vivemos, dialogando profundamente com a arquitetura e o urbanismo através de cenários e locações. Os filmes podem abordar questões atuais sobre esses campos de estudo e introduzi-los nas suas narrativas, abrindo caminhos para novos debates.

O longa de 2018, Jogador Nº 1, dirigido por Steven Spielberg, nos traz uma série de questões sobre urbanismo, relações sociais, cidades contemporâneas, conflitos ambientais e também como as novas tecnologias podem interferir na relação do indivíduo com os espaços públicos. Ao longo do texto, serão apresentadas discussões sobre como esses fatores se fazem presentes no nosso convívio e nos novos conceitos de cidade. 

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A ascensão do co-living: projetando moradias comunitárias

Não há nada de novo em viver comunitariamente. A história mostra as moradias se aglutinam devido tanto pelas necessidades em comum quanto para a concentração de recursos. Hoje, devido ao crescimento populacional, ao adensamento urbano e preços dos imóveis, arquitetos e urbanistas têm procurado achar alternativas para habitações compartilhadas, também chamadas de co-living. Esses novos modos de morar exploram uma variedade de formas e configurações espaciais coerentes com o que se espera do futuro.

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A influência de Le Corbusier na arquitetura através da produção em massa e da fabricação digital

Os espaços digitais e a tecnologia de fabricação tornaram-se mais proeminentes do que nunca no cenário atual de nossa sociedade pós-pandemia, tornando-se cada vez mais acessíveis e permitindo processos rápidos e espontâneos de iteração e evolução. Essas tecnologias resultaram na capacidade de produzir em massa componentes de construção não padronizados e altamente diferenciados na mesma instalação de sua contraparte padronizada, transformando a maneira como os edifícios e seus respectivos componentes são concebidos, projetados e representados, bem como fabricados, montados e produzidos.

A beleza da fabricação digital está em sua capacidade de mesclar aspectos da produção em massa e artesanal a ponto de os custos praticamente desaparecerem. A capacidade da tecnologia de fabricar de maneira tão simples e quase contínua levanta questões sobre seu potencial de alterar significativamente nossa percepção atual da arquitetura, gerando o seguinte questionamento: a influência da produção em massa na arquitetura resultou na perda de intencionalidade no projeto?

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Por que todo designer e arquiteto pode se beneficiar da economia criativa no metaverso

A Nike adquiriu recentemente o RTFKT, um estúdio de design fundado em janeiro de 2020, conhecido por seus sneakers e colecionáveis "prontos para o metaverso". Aquisições de terrenos no metaverso estão fazendo manchetes com seus preços multimilionários. Também vimos a adoção de artes NFT pelo mainstream neste ano, e estima-se que as vendas devam disparar para 17,7 bilhões de dólares até o final de 2021.

Por baixo da hype e do frenesi, podemos observar uma mudança fundamental que desbloqueia uma nova economia criativa. Ela oferece aos criadores acesso direto ao mercado, constrói relações contínuas com os fãs, e une desconhecidos em comunidades auto-governadas. Neste artigo, vamos discutir porque todo designer 3D e arquiteto deveria abraçar o movimento Web 3.0 para adotar uma nova lógica de mercado e se beneficiar da economia de criadores do metaverso. 

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