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Casas brasileiras: diferentes usos e funções para o quintal

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Em países tropicais como o Brasil muito se valoriza as áreas externas nos projetos residenciais. Nas casas brasileiras os quintais são utilizados de diferentes maneiras e se configuram também de acordo com o projeto arquitetônico. Sendo grandes ou pequenos, ajardinados, com piscina, ou equipados com outras funcionalidades, quando possível as famílias brasileiras buscam aproveitar ao máximo suas áreas externas.

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O que é economia circular?

O conceito de economia circular ganhou uma definição mais precisa em 1990 quando surgiu no artigo Economics of Natural Resources and the Environment (Economia dos Recursos Naturais e do Meio Ambiente), dos economistas e ambientalistas britânicos David W. Pearce e R. Kerry Turner. Na época, o principal intuito da pesquisa era demonstrar que a economia tradicional não incorporava a reciclagem. Desse modo, o meio ambiente assumia um papel secundário, tal qual um simples reservatório de resíduos. A economia circular ganharia forças, portanto, como uma oposição à economia linear, ou tradicional, em que a cadeia produtiva é regida sob o lema “extrair, produzir e descartar”. Um modelo profundamente enraizado na nossa economia, mas que tem se tornado insustentável por diversos motivos como o esgotamento dos recursos naturais, a contaminação do meio ambiente decorrente da produção e descarte, entre outros.

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Dia Internacional das Mulheres 2023: arquitetas inovadoras na vanguarda dos desafios globais

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O último ano viu grandes histórias protagonizadas por mulheres arquitetas. Kimberly Dowdell foi eleita a primeira presidente negra da AIA, Carol Ross Barney recebeu a Medalha de Ouro AIA 2023, Jeanne Gang ganhou o Prêmio Charlotte Perriand 2023, Frida Escobedo foi selecionada entre as 100 líderes emergentes pela TIME, Renée Gailhoustet foi laureada com o Prêmio de Arquitetura da Royal Academy 2022, Liberdade Infinita, Um Mundo para uma Democracia Feminista foi inaugurada na Bienal do FRAC na França, e o ArchDaily apresentou o documentário Women in Architecture da SkyFrame, mostrando Toshiko Mori, Gabriela Carrillo e Johanna Meyer-Grohbrügge, três arquitetas em três países diferentes, de contextos diversos, em momentos distintos de suas vidas e carreiras, mas com muitas coisas em comum.

Após perguntar em 2021 "por que ainda é importante falar sobre arquitetas”, e contribuir para "reequilibrar forças e ajustar narrativas" em 2022, em nossa terceira edição do Mês Internacional da Mulher, o ArchDaily se concentrará nas conquistas das arquitetas que trabalham especificamente em desafios globais encontrando abordagens inovadoras para os problemas atuais. Alinhado ao tema escolhido pelas Nações Unidas para o Dia Internacional da Mulher de 2023, voltado à inovação e tecnologia para a igualdade de gênero, o ArchDaily refletirá sobre o que é inovação diante dos desafios globais.

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Dia Internacional da Mulher: 13 projetos de arquitetura dedicados ao acolhimento, tratamento e encontro

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No dia 08 de março é celebrado o Dia Internacional da Mulher, uma data lembrada há anos como um símbolo da luta pelos seus direitos. No entanto, apesar da legislação de muitos países estabelecer direitos iguais para homens e mulheres, a desigualdade de gênero e todas as suas consequências ainda são sentidas diariamente por meninas e mulheres em diferentes partes do mundo. O sistema patriarcal, enraizado em muitas sociedades ao longo dos séculos, foi responsável por uma desigualdade de poder entre os gêneros que, nos casos mais extremos, reflete-se na violência e no feminicídio.

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Construindo um olhar interseccional sobre as cidades e outros três motivos pelos quais o planejamento urbano precisa do feminismo de dados

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O Feminismo de Dados (Data Feminism), conforme conceituado por D’Ignazio & Klein (2020), introduz o feminismo interseccional na ciência de dados e nos convida a examinar as relações de poder e as dinâmicas de opressão incorporadas nas infraestruturas de dados que sustentam a sociedade atual.

Qual é o futuro da iluminação?

Desde o fogo nas cavernas pré-históricas até a iluminação pública nas cidades inteligentes, a iluminação evoluiu constantemente junto com os avanços da tecnologia. No entanto, nos últimos anos, começou a mudar de forma ainda mais significativa em termos de seu design e funcionalidade devido à crescente conscientização sobre seu impacto no meio ambiente e na saúde das pessoas.

Qual a diferença entre estrutura de concreto pré-moldada e pré-fabricada?

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Os elementos pré-moldados e pré-fabricados feitos em concreto (como lajes, pilares, vigas e paredes) fazem parte do processo construtivo conhecido como construção modular. Uma metodologia de construção civil definida por etapas, partindo da padronização das partes que configuram a edificação, com seus módulos produzidos em linha de montagem, transportados e montados para dar forma à arquitetura.

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Sir David Chipperfield recebe o Prêmio Pritzker de Arquitetura 2023

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O vencedor do Prêmio Pritzker Arquitetura 2023 é Sir David Alan Chipperfield CH. “Abraçando o preexistente, projetando e intervindo em diálogo com o tempo e o lugar", enquanto cria "estruturas capazes de durar, fisicamente e culturalmente", David Chipperfield é o 52º vencedor do prêmio inaugurado em 1979, sucedendo Francis Kéré em 2022 e Anne Lacaton e Jean-Philippe Vassal em 2021. A cerimônia do 45º Prêmio Pritzker, em homenagem a Sir David Alan Chipperfield, será realizada em Atenas, Grécia, em maio deste ano.

Com escritórios em Londres, Berlim, Milão, Xangai e Santiago de Compostela, o vencedor de 2023 é um arquiteto com preocupações cívicas, um planejador urbano e ativista, com um extenso portfólio de projetos construídos que inclui mais de cem obras, abrangendo quatro décadas, em três continentes e diversas tipologias diferentes. Reconhecido por sua abordagem "sutil, porém poderosa, discreta e elegante", bem como por seu "compromisso com uma arquitetura de presença cívica discreta, mas transformadora, sempre feita com austeridade, evitando movimentos desnecessários e mantendo-se longe de tendências e modismos", Chipperfield foi nomeado Cavaleiro por seus serviços ao mundo da arquitetura em 2010, recebeu a Medalha de Ouro Real da RIBA em 2011 e foi curador da 13ª Bienal de Arquitetura de Veneza em 2012.

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Plantas hexagonais: jogos geométricos na composição arquitetônica

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Apesar de não serem encontrados na natureza, os ângulos retos são os mais utilizados pelos arquitetos. Na busca por mais funcionalidade e praticidade na construção, quadrados e retângulos surgem como a opção principal no momento de projetar. Por outro lado, diversas arquiteturas vernaculares e ancestrais adotavam arcos e plantas circulares como solução. O jogo de formas geométricas na composição arquitetônica é vasto, mas não podemos esquecer de um polígono que também se destaca nele: o hexágono. 

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Habitação em Copenhague: um compromisso com a igualdade e a vida em comunidade

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Quando pesquisamos 'moradia em Copenhague' no Google, a primeira coisa que aparece são as perguntas mais comuns feitas pelos usuários: quanto custa morar em Copenhague? É difícil encontrar moradia em Copenhague? É verdade. Viver aqui é significativamente mais caro do que a média europeia, especialmente em Indre By, o bairro central. Embora os preços das moradias sejam adequados aos salários de seus cidadãos, e o índice de qualidade de vida seja condizente com esse alto custo, ainda é complexo para um estrangeiro se fixar definitivamente na cidade.

No entanto, as autoridades e as partes interessadas estão seriamente comprometidas em abrir a cidade para novos habitantes, oferecendo moradias acessíveis projetadas por seus melhores arquitetos – tanto nos subúrbios quanto em áreas centrais reformadas. Em 2023, Copenhague será a Capital Mundial da Arquitetura UNESCO-UIA e anfitriã do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA. Portanto, muitas pessoas poderão ver em primeira mão como é morar nos projetos de grande qualidade arquitetônica da cidade, que além de integrar a vida urbana vibrante, também propõem formas inovadoras de viver.

Lições da vida troglodita: o que as cavernas podem nos ensinar sobre arquitetura sustentável

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A abordagem do espaço na arquitetura contemporânea é bastante linear: diz respeito a um volume específico dentro de alguma forma de construção material. Mas, se dermos uma olhada nas primeiras moradias intencionais da humanidade, fica claro que elas foram muito menos premeditadas.

Em vez de espaços feitos pelo homem para serem mobiliados, nossos primeiros lares eram covis em cavernas naturais que ofereciam aos caçadores-coletores proteção temporária contra as intempéries e predadores em potencial. Apenas com o desenvolvimento da agricultura é que nossos ancestrais começaram a construir residências permanentes. Até hoje, o "trogloditismo" - ou vida em cavernas - continua conectado a ideias de dissociação social e a um desejo hermético de existir fora das normas arquitetônicas ortodoxas. No entanto, do norte da China ao oeste da França, à Turquia central, centenas de milhões de pessoas ainda optam por passar suas vidas, pelo menos parcialmente, no subsolo.

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Uma igreja modernista esculpida na rocha: a história do Temppeliaukio Kirkko, em Helsinque

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Perto do centro de Helsinque, na Finlândia, no bairro de Töölö, encontra-se a Igreja Temppeliaukio, um templo luterano de aparência incomum, aninhado entre rochas de granito. Aproximando-se da praça pela rua Fredrikinkatu, a igreja surge sutilmente: uma cúpula plana que se eleva pouco acima da paisagem circundante. Uma entrada despretensiosa, flanqueada por paredes de concreto, conduz os visitantes por um corredor escuro até o santuário iluminado esculpido na rocha. As paredes de pedra exposta renderam-lhe o nome alternativo de “A Igreja da Rocha”. Para contrastar com o peso dos materiais, claraboias ao redor da cúpula criam um jogo de luz e sombras e uma sensação de leveza.

A igreja é resultado de um concurso de arquitetura vencido pelos irmãos arquitetos Timo e Tuomo Suomalainen em 1961. Foram reconhecidos não apenas pela criatividade, mas também pelo respeito que demonstraram ao objetivo do concurso: “incluir o plano de organização para toda a Praça Temppeliaukio, tendo em mente que a maior parte possível do afloramento rochoso da praça deve ser preservada.” A proposta vencedora consegue isso incorporando a igreja dentro da rocha e colocando as instalações paroquiais nas bordas da colina. Este artigo explora a história por trás da Igreja Temppeliaukio, narrativamente e visualmente, através das lentes de Aleksandra Kostadinovska, uma fotógrafa profissional de Skopje.

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O avesso da folia: a cidade efêmera do carnaval de Salvador

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Às vésperas de embarcarmos, coletivamente, à bordo de mais uma aventura conhecida como carnaval, o primeiro propriamente dito após o longo e difícil período da pandemia de Covid-19, é importante falarmos sobre um outro aspecto da folia, menos abordado e visibilizado nas narrativas dominantes sobre o tema. Num recorte temporal mais recente, é possível perceber que em algumas cidades, com o aumento da escala, proporção e engajamento dos festejos carnavalescos, aliado ao grande interesse turístico e econômico disparado pela festa, o carnaval passou a mobilizar engendramentos cada vez mais amplos de logísticas, equipamentos e estruturas. Esses elementos passaram a tensionar uma série de espacialidades e outras dinâmicas urbanas existentes, incorporando-se, cada vez mais invasivamente, na relação entre essa importante festa popular e determinados espaços das cidades.

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Arquitetura sem arquitetos? Casapueblo, uma arquitetura modelada sobre Punta Ballena, Uruguai

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A cerca de treze quilômetros de Punta del Este, ergue-se o complexo conhecido como Casapueblo, um manifesto reflexo de uma arquitetura modelada que se apresenta como referência cultural e arquitetônica do Uruguai. Obra do artista Carlos Páez Vilaró, foi desde o início concebida como casa de veraneio e ateliê do artista, tornando-se posteriormente a residência permanente e de trabalho do autor. Atualmente, é reconhecida por seu museu, galeria de arte, cafeteria e hotel.

Como serão as camas no futuro?

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Você já acordou e se perguntou quantas horas você realmente dormiu? Atualmente, uma variedade de dispositivos - como smartwatches ou sensores inteligentes - estão disponíveis para rastrear seu sono, reconhecendo certos padrões para interpretar seu ritmo circadiano e aumentar a qualidade do descanso. Além de medir e melhorar a duração e a qualidade do sono, entender as tendências atuais e futuras para as camas (e seus arredores) pode ser uma estratégia importante para arquitetos e designers criarem ambientes eficazes para dormir e relaxar. Através da análise de nove tipologias diferentes, o artigo a seguir mostra o que esperamos para os leitos do futuro, impulsionado por avanços tecnológicos, operações sustentáveis e estratégias de organização espacial.

Pelo fim do subsídio do setor elétrico à ocupação de áreas de risco

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No período de chuvas mais intensas, é recorrente o noticiário de desastres urbanos, como deslizamentos de terras, enchentes e alagamentos, com perda de vidas humanas e gravíssimos danos materiais. Na maioria dos casos, a vulnerabilidade das áreas atingidas já era conhecida, mas não se impediu sua ocupação. Via de regra, as áreas devastadas serão novamente ocupadas pelos sobreviventes tão logo quanto possível, sem que qualquer obra seja realizada para remover o risco.

É hora da África criar sua própria agenda para as mudanças climáticas

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No último novembro, a conferência anual do clima em Sharm el-Sheikh, a COP 27, terminou com um acordo provisório firmado para estabelecer um fundo climático de “perdas e danos” para a África e outros países em desenvolvimento. Para os africanos, isso foi motivo de uma comemoração contida, já que por gerações o continente construiu sua agenda de mudança climática quase exclusivamente em torno da busca pela justiça climática, visando responsabilizar as nações industrializadas pela maior parte das emissões globais de carbono.

Tudo isso se desenrolou ao mesmo tempo em que a maioria dos países africanos lida com os desafios mais básicos: saneamento urbano ineficiente; má gestão de águas pluviais; escassez de água, saneamento e instalações de higiene; desmatamento e degradação ambiental.

Transformando a arquitetura tradicional com iluminação ambiente

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A atmosfera que se sente ao entrar em edifícios centenários é evidente. Embora a degradação e até a destruição intencional de estruturas e espaços antigos seja lamentável e vergonhosa, muitas vezes é parte inevitável de um planejamento urbano saudável, tocando importantes leis e regulamentações de saúde e segurança.

Sempre que esses ambientes históricos, porém antiquados, são atualizados e adaptados para a vida moderna de forma imprudente, os resultados são grotescas versões Frankenstein de si mesmos. Quando a transformação é tratada com cuidado e respeito, no entanto, a grandeza e a escala contemplativa dos espaços permanecem.

O simbolismo por trás de apagar as luzes de monumentos históricos à noite

Quando capitais como Paris e Berlim decidiram apagar a iluminação de edifícios públicos e monumentos para economizar energia no contexto da invasão russa da Ucrânia, em julho de 2022, cidades de toda Europa central passaram a seguir esse modelo. Imagens desses marcos icônicos na escuridão inundaram a mídia e permitiram aos políticos uma atitude ambientalista, mesmo que momentânea. No entanto, projetistas e designers começaram a questionar a sustentabilidade dessa iniciativa. De uma perspectiva mais ampla, parece que essa suposta ação radical fez parte de uma campanha bastante midiática e com pouco efeito nas cidades. Serão necessários mais passos para que isso gere um grande impacto na economia de energia.

4 Temas de desenvolvimento e meio ambiente para acompanhar em 2023

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O que 2023 reserva para o desenvolvimento e para o meio ambiente?

O fim de 2022 certamente nos deixou em uma posição interessante – mas preocupante. Uma pandemia que já dura três anos se mostrou ainda longe de acabar, adoecendo milhões de pessoas e afetando as economias. A inflação global atingiu 9%, o nível mais alto desde 2008. A invasão da Ucrânia pela Rússia obrigou milhões de pessoas a deixarem suas casas e causou efeitos em cascata em sistemas de alimentos e energia pelo mundo. E os impactos das mudanças climáticas – de inundações fatais no Paquistão a ondas de calor fulminantes na Índia e secas na África – multiplicaram as ameaças.

Como fazer composteira para condomínios

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Cada brasileiro gera, em média, quase um quilo de lixo por dia, segundo levantamento feito pelo Selurb (Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana). Já de acordo com a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), os resíduos orgânicos representam metade do total do lixo urbano gerado no Brasil todos os anos. São resíduos que poderiam ser aproveitados para compostagem, biodigestão e/ou produção energética, mas são encaminhados para aterros sanitários – onde vão contaminar o solo e produzir gases poluentes.

Da planta livre ao home office: a evolução dos escritórios de arquitetura ao longo do tempo

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O termo escritório, do latim scriptorium, significa "lugar de escrita” e, talvez por isso, geralmente a primeira imagem que vem à tona é um espaço composto por uma mesa e uma cadeira. Mas nem sempre foi assim. Na idade média, os mosteiros eram os principais locais destinados ao estudo e conhecimento, com salas privadas destinadas a auxiliar na concentração dos monges durante os períodos de pesquisa. No entanto, registros afirmam que tais espaços não eram considerados propriamente confortáveis, visto que os estudiosos permaneciam em pé na maior parte do tempo. 

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Arquitetos/as e designers devem assumir a liderança na criação de ambientes imersivos

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No último ano, tenho conversado com profissionais de arquitetura e design envolvidos na criação de ambientes imersivos. Esses/as profissionais se veem como naturalmente responsáveis por liderar a construção desses espaços, o que serve como um lembrete do potencial da categoria para assumir esse papel. 

Por mais óbvio que pareça, o metaverso tem sido projetado majoritariamente por desenvolvedores/as e designers gráficos. Diante disso, esse cenário deve servir como um alerta para que profissionais de arquitetura se envolvam, uma vez que possuem habilidades particularmente aptas para essa tarefa.

Se o metaverso poderá ser utilizado como uma narrativa para reivindicar uma mudança no papel de arquitetos e arquitetas ainda resta saber, mas 2023 pode ser o ano para isso.

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Materiais e cultura em transformação: a economia circular em patrimônios arquitetônicos

Forma e função. Termos que acompanham diversas definições que cabem à arquitetura, mas já não bastam para resumir a prática em 2023. Hoje, construir envolve a compreensão dos ciclos de materiais, como cada ação pode estar ligada ao extrativismo de recursos naturais e seus danos ao meio ambiente. Vivemos na urgência de revisar a forma como produzimos o espaço construído. Nessa busca por modelos que se afastam de sistemas lineares e que brindam um constante processo de transformação e redistribuição da matéria, estratégias oriundas da economia circular surgem como um possível caminho. Sua aplicação em patrimônios arquitetônicos — para manutenção ou restauro — podem servir como um grande incentivo para as mudanças necessárias em prol de uma sociedade mais sustentável.

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