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Cimento queimado vs. porcelanato: ressignificando a estética na arquitetura

O conceito de estética remonta à civilização grega e se refere à percepção através dos sentidos. Apesar de ser um conceito filosófico, na arquitetura a estética é usada para traduzir ideologias e conceitos arquitetônicos a partir do conjunto de elementos construtivos, formas e materiais, estando intrinsecamente atrelada à forma física de uma construção e, portanto, vinculada a um contexto social, econômico e político. Para além de uma discussão de gostos, a estética arquitetônica é uma fonte de leitura e análise histórica. 

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Como bairros de uso misto podem reduzir a criminalidade

O planejamento e o projeto de bairros e empreendimentos de uso misto estão em alta. Muitos dos lugares que frequentamos apresentam uma variedade de programas, trazendo muitas das atividades do nosso cotidiano para um só lugar. Mas os espaços de uso misto fazem mais do que apenas criar uma diversidade de experiências nas cidades – eles também podem contribuir para reduzir as taxas de criminalidade.

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Uma vista do alto: a história das torres de observação

Há algo mágico em ver uma cidade do alto. Ter um novo ponto de vista e olhar através de um horizonte em vez de olhar para ele é um dos sentimentos mais poderosos e inspiradores que existem. As plataformas de observação não são apenas maravilhas arquitetônicas, mas também uma espécie de ícone cívico, orgulho de uma cidade. Hoje em dia não é apenas a altura que atrai as pessoas, mas também a programação de bares, passeios e bungee jump.

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Arrematando pisos: entenda o que são e para que servem as soleiras

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Duas casas na fajã / tabaibo atelier. Image © woodland studio

Soleira é uma palavra que deriva do latim solum e significa “referente ao solo”. A peça é um elemento construtivo do piso que serve para dar arremate quando há alguma mudança notável de materialidade ou nível. Com muito mais destaque antigamente, a peça hoje tem uma presença mais discreta na arquitetura. 

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Fanzines, ilustrações e postais: as experiências de autopublicação de escritórios de arquitetura latino-americanos

No atual turbilhão da era da informação, existem escritórios de arquitetura latino-americanos que voltam a explorar formatos analógicos, desde fanzines até ilustrações, passando por manuais e cartões-postais.

No contexto do Taller Social Latinoamericano na Colômbia, conversamos com os escritórios Ruta 4 Taller (Colômbia), Coonvite (Colômbia), La Cabina de la Curiosidad (Equador) e República Portátil (Chile), que, coincidentemente, têm explorado esses formatos em suas trajetórias recentes.

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Como decorar a parede da sala?

Um parede vazia nem sempre é um respiro, em alguns momentos ela pode passar uma sensação fria, da falta de algo. E é por esse motivo que ela se apresenta como um espaço a ser ocupado para trazer mais originalidade e um maior caráter para o seu espaço, a questão é: como intervir nela? A seguir, reunimos algumas ideias presentes em diversos projetos para te inspirar. 

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A imponência das portas de grandes dimensões em interiores residenciais

Portas internas servem a diversos propósitos em residências, como fornecer segurança e privacidade, separar espaços e ruídos. Mas além dessas funções óbvias, elas também podem definir o tom e aprimorar a estética de uma sala com sua beleza, tornando-se poderosas características de design por si mesmas. Considerando esse impacto, arquitetos devem levar em consideração todos os fatores ao escolher uma porta, incluindo cor, material, estilo e mecanismo de abertura. As dimensões também são importantes, mas tendem a ser padronizadas, pois são limitadas pelo tamanho da estrutura da porta. Geralmente, elas tem cerca de 210 cm de altura e variam de 70 a 90 cm de largura. Recentemente, no entanto, isso deu uma guinada no design moderno.

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The Second Studio Podcast: Entrevista com Stuart Graff

O Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast explícito sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais de áreas criativas em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.

Uma ampla gama de assuntos é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas de profissão, avaliações de edifícios e projetos, ou reflexões informais sobre o cotidiano e o design. O Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Nesta semana, David e Marina recebem Stuart Graff, presidente e CEO da Fundação Frank Lloyd Wright, para discutir a missão da organização; o papel das instituições culturais no apoio às profissões criativas; a preservação e a difusão do legado de Wright por meio de programas e colaborações; propriedade intelectual; a trajetória de Stuart até se tornar CEO da fundação; a gestão de uma organização sem fins lucrativos de sucesso; os princípios de Frank Lloyd Wright, entre outros temas.

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A produção inteligente da habitação: estratégia de marketing ou de garantias?

A produção inteligente da habitação: estratégia de marketing ou de garantias? - Imagem de Destaque
Ocupação 9 de Julho, centro de São Paulo. Foto: T. PIRES, via El País

Sem conceito definido, o uso do termo cidades inteligentes é utilizado com mais frequência a cada ano que passa. Muitos teóricos apontam que a dificuldade conceitual está atrelada à rápida adesão e expansão do seu uso por grandes corporações e instituições, tonando-se, assim, um termo da moda. Apesar do discurso “inovador”, a escolha do modelo para implementação de uma cidade inteligente pode causar impactos segregacionistas e privilegiar determinado grupo se não desenvolvida considerando as particularidades e envolvendo as lideranças locais (MENDES, 2020).  Neste ensaio será adotado um entendimento de que a inovação e inteligência não estão necessariamente ligadas ao uso de tecnologias digitais ou recursos de alto custo, mas sim ao novo olhar para os problemas urbanos e o desenvolvimento de soluções não tradicionais nas tomadas de decisão e execução.

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A transformação do museu: do gabinete de curiosidades às exposições

Abrigando objetos de importância artística, cultural, histórica e científica, o termo ‘museu’ é derivado do latim. No que diz respeito à antiguidade clássica, em grego antigo ‘mouseion’, que significa ‘conjunto de musas’, era uma instituição filosófica, um lugar para contemplação e pensamento. Essas musas referem-se às 9 musas da mitologia grega, as deusas das artes e das ciências e patronas do conhecimento. As origens dos primeiros museus vêm de coleções particulares de famílias, indivíduos ou instituições ricas, exibidas em “gabinetes de curiosidades” e muitas vezes em templos e locais de culto. Entretanto, estas “coleções” são antecessoras do museu moderno. Elas não buscavam categorizar e exibir racionalmente suas coleções, como as exposições que vemos hoje.

Em definição, o museu moderno é um edifício ou instituição que cuida ou exibe uma coleção de artefatos de importância cultural, histórica, científica ou artística. Por meio de exposições permanentes e temporárias, a maioria dos museus públicos disponibiliza esses artefatos para visualização e, muitas vezes, procuram conservar e documentar sua coleção, para atender tanto à pesquisa quanto ao público em geral. Em essência, os museus abrigam coleções importantes, sejam elas em pequena ou grande escala.

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Arquitetura de interiores: 34 cozinhas mexicanas com diferentes distribuições espaciais

Ao longo dos anos, a arquitetura de interiores evoluiu de acordo com as necessidades que foram surgindo mas, sobretudo, com as experiências que procura evocar no usuário. Nos últimos dois anos pudemos testemunhar uma mudança radical e um interesse especial por este tema visto que a pandemia obrigou-nos a dar uma atenção específica à configuração dos lugares que habitamos. Isso trouxe consigo projetos muito mais abrangentes que buscam atender ao bem-estar do usuário, combinando cores, experiências sensoriais, tecnologia e elementos naturais que promovem a saúde.

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"O futuro da visualização arquitetônica será mais democrático, liberal e descentralizado", na opinião de nossos leitores

Dos NFTs e do Metaverso às vantagens produtivas da renderização em tempo real, este ano representa uma excelente oportunidade para discutir as últimas tendências no campo das visualizações arquitetônicas. Nesse sentido, abrimos o debate para nossos leitores e leitoras em torno das seguintes perguntas: Quanto podemos aprender com outras indústrias correlatas, como o cinema, os videogames e o design industrial? Como a arquitetura pode contribuir e avançar no mundo das visualizações?

Após ler e compilar todos os comentários recebidos, tanto de profissionais da construção civil quanto de estudantes e pessoas interessadas em arquitetura, concordamos que, à medida que os avanços tecnológicos continuam, o futuro da visualização arquitetônica provavelmente será mais democrático, liberal e descentralizado. A seguir, apresentamos os pontos de vista mais frequentes do nosso público leitor.

Como a iluminação evoca emoções e cria atmosferas: a obra de Moriyuki Ochiai Architects

Le Corbusier disse uma vez que “a luz cria ambiência e senso de lugar, bem como a expressão de uma estrutura”. Apesar de outras tecnicalidades externas e escolhas projetuais feitas dentro dos espaços públicos, como a forma na qual o espaço é construído e o uso de cores e da materialidade, esses elementos seriam essencialmente inutilizados sem o uso adequado da iluminação.

Muitas escolhas e decisões de projeto de arquitetos atendem à iluminação geral de um determinado ambiente e à sensação e ao humor que os arquitetos pretendem que os indivíduos do público experimentem enquanto ocupam o espaço. A iluminação, portanto, deve ser integrada ao mobiliário e à arquitetura, pois a iluminação desempenha um papel decisivo na criação da atmosfera certa.A iluminação mais baixa cria uma atmosfera íntima e sofisticada, especialmente em restaurantes, bares e lounges, onde os indivíduos são mais propensos a se aproximarem.

Como a iluminação evoca emoções e cria atmosferas: a obra de Moriyuki Ochiai Architects - Image 1 of 4Como a iluminação evoca emoções e cria atmosferas: a obra de Moriyuki Ochiai Architects - Image 2 of 4Como a iluminação evoca emoções e cria atmosferas: a obra de Moriyuki Ochiai Architects - Image 3 of 4Como a iluminação evoca emoções e cria atmosferas: a obra de Moriyuki Ochiai Architects - Image 4 of 4Como a iluminação evoca emoções e cria atmosferas: a obra de Moriyuki Ochiai Architects - Mais Imagens+ 19

Piso de madeira: infinitas possibilidades de paginações e cores

Piso de madeira: infinitas possibilidades de paginações e cores - Imagem de Destaque
© Eduardo Souza (ArchDaily)

Pisos de madeira trazem aconchego, personalidade e estilo para quaisquer interiores, sejam eles antigos ou novos. Com um aspecto ao mesmo tempo rústico e elegante, a madeira entrega boas características térmicas, com uma temperatura agradável ao toque, além de melhorar a acústica do ambiente, por absorver parte das ondas sonoras. Também são altamente duráveis e resistentes ao desgaste diário e, não por acaso, um dos materiais preferidos e mais cobiçados para interiores residenciais. Sua aparência também agrada a muitos: mesmo de uma mesma espécie e fabricante, há variações entre as peças, conforme o local de onde saiu do tronco. Entre diferentes espécies de árvores, tonalidades e desenhos também variam muito, de amarelos claros a marrom escuro, com infinitas possibilidades. Além disso, é possível paginar os pisos de madeira das formas mais diversas, conforme as dimensões das peças e o efeito desejado para o espaço. Veja, abaixo, uma série de possibilidades de pisos de madeira no Architonic.

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Estética: Os diversos usos da cor nas casas ibero-americanas

Qual a relevância do uso da cor na arquitetura? Ao longo da história, encontramos diversos cenários em que a cor assume o protagonismo na sua integração com a obra arquitetônica. Atualmente, isso não é diferente. Isso se deve ao fato de a cor ser um meio capaz de provocar emoções e reações profundas e imediatas em quem a observa. Por esse motivo, a cor desempenha um papel importante na leitura arquitetônica, tendo o poder de evidenciar os componentes que a conformam ou, pelo contrário, alterar a percepção da obra ou do espaço.

A lista a seguir apresenta diversos projetos de residências ibero-americanas que adotaram uma abordagem particular da cor em sua composição. Nelas, vemos a concepção da cor como elemento integrador da obra ou como meio de destacar um elemento em particular, seja ele interno ou externo.

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Leclercq Associés explora o uso da madeira na arquitetura urbana e avalia o futuro da construção em madeira

Para documentar de forma abrangente um panorama sobre o estado das florestas francesas, a indústria da madeira e a pesquisa e desenvolvimento (P&D) florestal, François Leclercq e Paul Laigle, do escritório de arquitetura e urbanismo Leclercq Associés, colaboram com a editora de arquitetura Michèle Leloup e com o fotógrafo Cyrille Weiner.

The Wood That Makes Our Cities explora os desafios ambientais, econômicos, industriais e técnicos envolvidos no uso da madeira em grandes estruturas e na arquitetura urbana, além de avaliar o futuro da construção em madeira. A publicação resgata os vinte anos de experiência do escritório com a construção em madeira por meio de cinco de seus projetos, contando com contribuições de especialistas em história, pesquisa acadêmica, manufatura, produção madeireira e silvicultura.

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Como será a nova orla do rio Molino em Popayán, Colômbia

Anderson Marín Vidal e Juan Sebastián García, do grupo de pesquisa em Tecnologias Emergentes Sustentáveis e Aplicadas (T.E.S.A.), apresentam uma análise dos principais impactos esperados para o projeto do Malecón do Rio Molino, uma criação do escritório de arquitetura Celeste & Piedra que obteve o primeiro lugar em um concurso organizado pela Prefeitura de Popayán e pela Findeter.

Fascínio e repulsa pela estética do abandono

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Foto © Romain Veillon

As mãos seguram o peso do corpo inteiro, sentindo em sua membrana fina a textura áspera da argamassa não rebocada. Mesmo com todo corpo estirado contra o muro ainda assim não era possível ver o que havia por trás dele. O suor, num misto de adrenalina e calor, escorria por entre as têmporas indicando a movimentação para um esforço final, um derradeiro impulso antes da queda iminente que, por alguns segundos, permitiu ultrapassar a última fiada. Abriu-se, então, o campo de visão para um mundo fragmentado, desconexo e estranhamente livre. Uma potência urbana que se deixava estrangular pelo alento da vegetação tropical enquanto era consumida pelo abandono em meio a cidade ativa e dinâmica.

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Está na hora dos arquitetos americanos se sindicalizarem?

Este artigo foi publicado originalmente na Common Edge.

Movimentos sindicais têm sido uma tendência entre os jovens com formação universitária nos EUA, segundo o New York Times. Eles buscam solidariedade e fortalecimento através da coletividade para alcançar mudanças desejadas em contrapartida à resistência que eles têm encontrado. Enquanto a Amazon e a Starbucks ganham as manchetes dos jornais quando o assunto é sindicalização, arquitetos mais jovens também estão se organizando. Isso é incentivado pelo The Architecture Lobby, um grupo que se inclina para o campo do socialismo democrático. O escritório SHoP, com sede em Manhattan, foi alvo recente de um grupo de funcionários que não obtiveram sucesso na sua proposta de sindicalização.

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5 Realidades aumentadas com visões especulativas e futuristas da cidade de Barcelona

Como realmente damos à população a capacidade de descobrir e entender o que está acontecendo ao redor de suas cidades? Esta é uma das principais perguntas levantadas por Eva Franch, diretora artística, ao lado de Beth Galí e José Luis de Vicente, do Model - Festival de Arquiteturas de Barcelona.

Como colocamos as coisas em pauta, no debate público, na esfera pública? Uma das respostas pode estar nas realidades aumentadas — tecnologias que permitem visualizar parte do mundo real com novas informações por meio de um dispositivo tecnológico. Para este evento de arquitetura, além das cinco instalações temporárias físicas espalhadas pela cidade, foram produzidas cinco instalações de realidade aumentada abordando os diferentes temas do evento: Entre-Gerações, Entre-Culturas, Entre-Espécies, Entre-Classes e Entre-Matérias.

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Imagens aéreas mostram novas perspectivas de ícones da arquitetura moderna e contemporânea

Na arquitetura e no urbanismo, os movimentos de aproximação e se afastamento de determinado objeto de estudo, seja na escala do edifício ou da cidade, são corriqueiros e permitem ora visualizar melhor os detalhes, ora ter uma visão mais ampla do todo – ambas essenciais para compreensão do objeto em questão. A mudança do ponto de vista possibilita percepções distintas de um mesmo local: ao nos deslocarmos do nível térreo, ou do observador, ao qual somos habituados a vivenciar no cotidiano, para o ponto de vista aéreo, podemos estabelecer relações que se aproximam das obtidas através plantas de situação, de localização e planos urbanísticos.

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Utopia pragmática: como a realidade finalmente alcançou a ficção na mais recente monografia do BIG

A arquitetura, com seus/suas profissionais, acadêmicos/as e teóricos/as, há muito tempo explora ideias utópicas na esperança de transformá-las em algo concreto em prol de um mundo melhor. Contudo, à medida que o mundo caminha para uma polarização ainda maior do que a atual, a prática da arquitetura viu-se obrigada a se adaptar aos sistemas vigentes do planeta, limitada por condicionantes em constante crescimento. Aos poucos, quem atua na área percebeu que a utopia não pode ser vista de fato como a solução ideal, necessitando ser readaptada ou fundida a outros conceitos para que realmente funcione. A mais recente monografia da DETAIL, BIG. Architecture and Construction Details / BIG. Architektur und Baudetails — uma relação entre as utopias imaginativas e não construídas do BIG e sua arquitetura construída e funcional —, explora 20 projetos desenvolvidos pelo escritório.

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A estética da era espacial: influenciando a arquitetura e os interiores

O surgimento da energia nuclear, avanços dramáticos no desenvolvimento de foguetes e o desejo de ser o primeiro a colocar homens no espaço e na lua deram início a uma era conhecida como a "Era Espacial". Após o encerramento da Segunda Guerra Mundial, tanto os soviéticos quanto os aliados se encontraram em um estado de antagonismo, pois ambos começaram a lutar para avançar na exploração espacial antes do outro, uma corrida pelo espaço. A era daria lugar a rápidos avanços na tecnologia e grandes realizações, incluindo o pouso na Lua em 1969. A estética da Era Espacial mudou completamente a forma como os designers visualizavam o novo mundo e deixou uma marca dramática na arquitetura e nos interiores. Uma nova visão de futurismo e prosperidade.

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O que é o Open BIM e quais são suas vantagens em relação ao Closed BIM?

O que é o Open BIM e quais são suas vantagens em relação ao Closed BIM? - Imagem de Destaque
Cortesia de ACCA Software

Open BIM é uma sigla para Open Building Information Modeling e consiste em uma abordagem universal para o projeto, a execução e a operação colaborativa de edifícios baseada em padrões e fluxos de trabalho abertos. Trata-se de uma iniciativa da buildingSMART apoiada por muitos dos principais desenvolvedores de software da indústria da construção.

A abordagem define métodos para a descrição orientada a objetos de edifícios por meio de formatos de dados abertos que facilitam a entrega integrada de projetos. O Open BIM proporciona uma linguagem comum para o intercâmbio de informações em equipes multidisciplinares de projeto.

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