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Qual o papel dos materiais e sistemas construtivos para democratizar a arquitetura?

"A Arquitetura não muda nada. Está sempre do lado dos mais ricos." Com essas palavras, Oscar Niemeyer se referiu à arquitetura como um privilégio destinado principalmente à classe alta - uma declaração que historicamente provou ser verdadeira, mesmo como alguns gostariam de negar. Hoje, apenas 2% de todas as casas ao redor do mundo foram projetadas por arquitetos. Isso se deve em grande parte ao fato de que, aos consumidores médios, as casas projetadas por arquitetos continuam sendo percebidas como produtos caros e inatingíveis disponíveis apenas para este poucos selecionados; Um luxo que muitos não podem entender, especialmente à medida que os preços da habitação aumentam. Por fim, isso torna o bom projeto inacessível para certos segmentos, forçando -os a se contentar com condições de vida precárias em espaços padronizados que não levam em consideração suas necessidades (ou seja, se eles têm acesso à moradia).

Acessibilidade e igualdade de oportunidades em 7 espaços educativos

Acessibilidade e igualdade de oportunidades em 7 espaços educativos - Imagem de Destaque
Escola Primária Jadgal / Daaz Office. Image © Deed Studio

Enquanto catalisadores democráticos, os espaços educacionais desempenham um papel fundamental na formação de indivíduos e comunidades como um todo. Estes lugares, onde os estudantes passam uma parte significativa do tempo desenvolvendo suas capacidades, habilidades e competências, são mais do que um pano de fundo para a promoção de um direito fundamental, eles são elementos-chave para proporcionar igualdade de oportunidades para todos. 

Instalações de livre acesso e de uso comum, tais como pátios escolares, quadras e auditórios são grandes exemplos de como os espaços podem encorajar estudantes, professores, pais e membros da comunidade a aprenderem uns com os outros em um diálogo ativo. Flexibilidade e acessibilidade são dois outros pontos-chave para promover a democratização tanto da arquitetura quanto da educação, como visto em programas que vão além do horário escolar pré-estabelecido e incentivam as comunidades a se envolverem, por exemplo.

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Como viveremos em nossas cidades?

Há futuro para nossas cidades se não mudarmos para um modo de vida sustentável? Há algum tempo, a sustentabilidade urbana adotou um ponto de vista mais a partir das mudanças climáticas do que de uma visão holística que incorpora a sociedade e a forma como vivemos em comunidade.

Que novas formas de habitar estamos vivenciando com as mudanças sociais, econômicas e ecológicas? Definitivamente, precisamos trazer à mesa exemplos que ocorreram em diferentes partes do mundo e entender as últimas tendências na maneira como vivemos em nossas cidades.

Queremos ouvir de você não apenas exemplos de co-living, cooperativas e qualquer novo tipo de habitação social que você considere referência, mas também sua opinião sobre o assunto. Os comentários deixados no formulário a seguir serão selecionados e publicados em um próximo artigo.

Materiais para construir a identidade da Índia

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Materiais para construir a identidade da Índia - Imagem de Destaque
© Andre J Fanthome

Ao se tornar um país soberano, livre do domínio britânico, o povo da Índia se viu diante de perguntas que nunca haviam respondido. Vindo de diferentes culturas e origens, os cidadãos começaram a se perguntar o que significaria a Índia pós-independência. Os habitantes agora tinham a opção de construir seu próprio futuro, com a responsabilidade de recuperar sua identidade — mas qual era a identidade da Índia? Eram os templos e as cabanas do povo indígena, os altos palácios da era Mughal ou os escombros do domínio britânico? Iniciou-se a busca por uma sensibilidade indiana contemporânea que levasse as histórias coletivas dos cidadãos em direção a um futuro de esperança.

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Como os críticos de outrora pensavam a densidade urbana?

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Como os críticos de outrora pensavam a densidade urbana? - Imagem de Destaque
Corvidae Coop, Seattle, projetado por Allied8 Architects. Imagem Cortesia de Allied8 Architects

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Nas décadas de 1960 e 1970, surgiu uma série de críticas à cidade moderna. A crítica contundente de Jane Jacobs àqueles que pretendiam reestruturar a cidade de Nova York foi a que teve impacto mais imediato, enfraquecendo o domínio de Robert Moses e de seus seguidores, mas outras obras exerceram uma influência mais ampla sobre arquitetos/as e urbanistas atuantes. Como observador das cidades da região da Baía de São Francisco, perguntei-me se os livros desse período poderiam lançar luz sobre as questões atuais do adensamento em contextos urbanos.

Ágora: uma reflexão sobre as arquiteturas democráticas da Colômbia

Onde nos formamos como sujeitos da democracia? Onde tomamos consciência do indivíduo e do coletivo? Onde forjamos o caráter para viver juntos? Estas são apenas algumas das questões que a cooperativa de arquitetura Coonvite procura abordar a partir do desenvolvimento desta instalação artística chamada Ágora. Reunindo expressões e opiniões em torno da democracia, Víctor Muñoz foi o responsável pela curadoria do projeto, que está em exposição até 31 de julho no Centro de Artes da Biblioteca EAFIT em Medellín, Colômbia.

Xeque-mate: a vez do xadrez nos interiores em 15 projetos

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Xeque-mate: a vez do xadrez nos interiores em 15 projetos - Imagem de Destaque
PH Recoleta / Octava Arquitectura. Foto: © Gonzalo Viramonte

O quadriculado do xadrez é um clássico que vai muito além de estampas da moda. Presente na arquitetura há séculos, arquitetos e designers optam pelo seu ritmo como uma alternativa para enaltecer a composição dos espaços através de sua marcação em piso ou paredes, mas também em elementos de decoração como tapetes e almofadas.

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Luis Miró Quesada Garland: Um precursor da arquitetura moderna no Peru

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Durante as primeiras décadas do século XX, período ainda dominado por uma perspectiva arquitetônica tradicional de linguagens e ordenamentos clássicos, o arquiteto Luis Miró Quesada Garland (1914-1994) foi um precursor fundamental na mudança de mentalidade que levaria o Peru rumo a uma arquitetura moderna e contemporânea.

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‘Good Living’ em Bruxelas

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Desde a criação do BOGDAN & VAN BROECK em 2007, temos nos concentrado na realização de uma arquitetura do cuidado, no ativismo por uma cultura urbana de alta qualidade e na redefinição do papel tradicional do/a arquiteto/a. No entanto, foi minha experiência na política na Romênia que mais me ajudou em meu envolvimento com as políticas públicas na Região de Bruxelas-Capital. Minha atuação como Secretária de Estado na Romênia, coordenando a área do patrimônio cultural sob a perspectiva do patrimônio como recurso estratégico em 2016-2017, e como cofundadora de um partido político romeno em 2017-2019, me fez adotar uma abordagem holística para o desenvolvimento regenerativo.

Desenhando cidades melhores: como escolher o piso das calçadas?

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De maneira geral, para garantir a circulação universal das pessoas, as calçadas devem apresentar superfície regular, contínua, firme, antiderrapante e sem mudanças de níveis ou inclinações. Na prática, sabemos que é raro encontrar calçadas que atendam a esses parâmetros de qualidade. De todos os elementos que compõem uma calçada, a exploração dos recursos de pisos e o enfrentamento da topografia são fundamentais para garantir qualidade no desenho urbano. 

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Luz e cor: enriquecendo a arquitetura com vitrais

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Predominantemente associado a locais de culto, o vitral tem sido usado por artesãos em todo o mundo há milhares de anos em uma série de empreendimentos e instalações artísticas. Intensificando a arquitetura com cores vivas, o processo do vitral remete a uma ação particular em que o vidro é colorido através de óxidos metálicos durante sua fabricação, usando diferentes aditivos para criar uma gama de matizes e tons.

No quesito de aprimoramento arquitetônico, os vitrais são frequentemente reunidos para produzir representações de arte decorativa, permitindo que a luz filtre e penetre em uma estrutura ou edifício específico. Como componente, é ao mesmo tempo, decorativo e funcional, uma vez que permite a entrada de uma quantidade substancial de luz em um espaço, para efeito atmosférico e benéfico. 

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A Glorieta de los Insurgentes na Cidade do México: um espaço LGBTIQ+?

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No cruzamento de duas das avenidas mais importantes do centro da CDMX, encontra-se a Glorieta de los Insurgentes. Este nó cultural, social e urbano localiza-se entre as avenidas Chapultepec e Insurgentes, facilitando o acesso às ruas Oaxaca, Jalapa e Génova. Esta importante praça pública, que conecta o bairro Roma Norte ao Juárez, tornou-se o principal ponto de encontro da comunidade LGBTIQ+ que visita a Zona Rosa.

Uma esquadria minimalista que combina elegância e funcionalidade

Uma esquadria minimalista que combina elegância e funcionalidade - Imagem de Destaque
Cortesia de Europa Profil Aluminum SA

O Europa Minimal Frame, um novo sistema arquitetônico de alumínio, foi desenvolvido pelo Departamento de P&D da empresa como um sistema de correr de alto desempenho, com ênfase na funcionalidade, no design e na estética. Recentemente premiado com o Red Dot Award: Product Design 2022 na categoria de Elementos de Design de Interiores, o sistema de alumínio Minimal Frame e sua inovação, funcionalidade e longevidade oferecem diversos benefícios para projetos que aspiram a um minimalismo capaz de aliar simplicidade estética e luxo.

Os custos do transporte público gratuito

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Foto de Lucía Garó, via Unsplash

De tempos em tempos, há pessoas que propõem transporte público gratuito. Os apoiadores têm uma variedade de motivos, incluindo uma tentativa de comparar com carros, socialismo ideológico, externalidades positivas e a eficiência de se livrar da cobrança de tarifas.

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Inteligência artificial na arquitetura: o que a tecnologia já nos permite automatizar em casa?

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Não são poucas as histórias de ficção que nos fazem sonhar com a automatização em nossas vidas. Robôs e geringonças cheias de luzes e botões prometem facilitar e transformar nossas rotinas, além de influenciarem a estética com uma linguagem futurista. Na realidade, além de replicar essa estética na arquitetura, hoje em dia nos deparamos com tecnologias de inteligência artificial que avançaram o suficiente para serem incorporadas aos projetos de arquitetura mais simples, como as residências unifamiliares.

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Haworth: Retrabalhar, Reparar, Reciclar, Reutilizar

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Haworth: Retrabalhar, Reparar, Reciclar, Reutilizar - Imagem de Destaque
A cadeira Maari, da Haworth, lançada em 2019, teve sua concha de plástico reformulada para ser composta por materiais reciclados e agora também reciclável. Imagem cortesia de Haworth

À medida que as empresas despertam para suas responsabilidades sociais e ambientais e definem novas metas rumo à circularidade absoluta, todo o léxico do design e da fabricação de mobiliário se transforma. Enquanto busca zerar seu impacto no equilíbrio ecológico do planeta, a indústria mobiliza um verdadeiro exército de "erres": da reutilização e ressignificação à reciclagem e ao reparo, passando pela remanufatura, reposição e, cada vez mais, pelo aluguel.

Escritórios biofílicos: paisagismo no ambiente de trabalho

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O design biofílico é capaz de melhorar o bem-estar dos usuários de um espaço a partir da reconexão com a natureza. Quando essa prática é colocada em escritórios e ateliês, essa propriedade se traduz em muitos benefícios. Afinal, além das qualidades emocionais que a vegetação pode trazer, ela tem a capacidade de filtrar ruídos, iluminação e permitir um clima mais ameno, resultando na produtividade da equipe e em serviços mais otimizados.

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Trabalhe com o BIG e a Fondazione Prada em "Architecture for Exhibition"

A arquitetura sempre desempenhou um papel fundamental em exposições. Museus, exibições e mostras não são apenas ofertas culturais, mas são definidos pelo espaço, por um itinerário expositivo capaz de surpreender e fascinar o/a visitante, que é atraído/a para uma experiência ativa e inspiradora.

Para uma exposição, a arquitetura é tão fundamental quanto as obras de arte, coleções, artefatos e seus conteúdos. O curso “Architecture for Exhibition” foi criado sob essas premissas: seu objetivo é capacitar profissionais de design que sejam capazes de materializar diversas experiências artísticas e museológicas, potencializando a narrativa dinâmica por trás de cada proposta cultural. Os/as estudantes adquirirão novas habilidades em expografia e ingressarão em um ambiente altamente prestigioso — a cultura —, que hoje registra uma demanda crescente por parte dos clientes mais críticos e exclusivos.

Mobiliário e Elementos Fixos Esculturais: A Nova Geração de Produtos em MDF

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Mobiliário e Elementos Fixos Esculturais: A Nova Geração de Produtos em MDF - Imagem de Destaque
O MDF Compacto Decorativo da Unilin é forte e resistente ao desgaste, e vem em uma variedade de cores e texturas de superfície, tornando-se um material atraente e econômico para elementos de interiores. Imagem cortesia de Unilin

Em um mundo no qual nossa compreensão sobre o que define o luxo passa por uma profunda transformação, o MDF — outrora um humilde material de construção — ganha um novo protagonismo. No campo específico do design e da arquitetura, o que hoje se considera luxuoso não é tanto o recurso raro e brilhante, mas sim aquilo que é produzido de forma consciente e sustentável. Esse luxo não se define por quilates ou brilho, mas por circularidade, durabilidade e adaptabilidade. Nas mãos certas, o que é simples pode se tornar nobre.

A estetização da desigualdade: paisagens contrastantes na periferia da Cidade do México

A região que conhecemos hoje como a Zona Metropolitana do Vale do México (ZMVM) tem tido uma ocupação contínua e dinâmica há mais de 4.000 anos. Evidências arqueológicas e antropológicas revelam a presença de sociedades humanas complexas nas margens da bacia, começando com Tlatilco e Cuicuilco no período pré-clássico mesoamericano, passando por Teotihuacan no período clássico, e culminando com os diferentes centros urbanos da afiliação Nahua no período pós-clássico, com destaque as cidades do México de Tenochtitlan-Tlatelolco, assim como Texcoco, Azacapotzalco, Iztapalapa e Chalco, entre muitas outras.

Caminhabilidade, o que é?

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Times Square, Nova York. Foto de Tomas Eidsvold via Unsplash

Desde o higienismo no início do século 20 ao macroplanejamento da urbanização nos anos 1970, o modelo de urbe visava à abertura de largas avenidas, que faziam a articulação entre bairros (centro e extensão) através dos transportes motorizados: a cidade sobre pneus. Este modelo de urbanização norte-americano, seguido pelas cidades brasileiras, privilegia a verticalização das edificações e os transportes individuais em detrimento dos transportes coletivos.

"A arquitetura não tem fronteiras", nossos leitores e leitoras opinam sobre a democratização do design

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Muitos concordam com Roman Mars, do 99% Invisible, quando ele diz que "tendemos a não notar as coisas bem desenhadas" — mas muitos também concordam que o design costuma ser considerado algo para poucos. Por isso, devemos nos perguntar o que é verdadeiramente democrático na questão do design — e, a partir daí, podemos ajudar a definir e a contribuir com nossa visão para uma sociedade mais justa.

Sob a perspectiva do design e da arquitetura, podemos analisar a democratização do design sob diferentes ângulos: debatendo desde como incluir soluções para as necessidades cotidianas até como projetar de maneira inclusiva. Na base de tudo isso está a busca por respostas para melhorar a acessibilidade e a habitabilidade em nossas vidas.

Afinal, é possível que o design seja para todas as pessoas? E, se for assim, como alcançamos isso? Perguntamos a vocês, nossos leitores e leitoras, por meio de uma chamada aberta, e, após ler uma quantidade imensa de comentários recebidos, tanto de profissionais da construção civil quanto de estudantes e pessoas interessadas em arquitetura, foi uma surpresa encontrar pontos em comum: não apenas todos nós vivenciamos o design de forma direta ou indireta, mas também precisamos dele para romper estereótipos e paradigmas. Leia alguns dos comentários a seguir.

Arquitetura como identidade: conhecendo a obra de Gustavo Penna Arquiteto e Associados

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“No local escolhido para a construção estava plantada uma das casas antigas de BH, que seria grato preservar do esquecimento. Engenhosos, Penna e sua equipe inseriram no conjunto o arco de entrada da velha construção. Criaram assim um elo visível entre o passado e o tempo presente. [...] O excelente trabalho dá à gente a alegria de sentir que nem tudo está perdido em Belo Horizonte. Os moços apontam o caminho”. Em 1982, quase no fim da sua vida, Carlos Drummond de Andrade escreve essa crônica para o Jornal do Brasil, o projeto em questão diz respeito à Sede da Casa do Jornalista de Belo Horizonte, escolhido por meio de concurso que teve como Gustavo Penna o grande vencedor.

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O futuro das cidades é a micromobilidade?

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Foto Vlad B, via Unsplash

Durante a pandemia, em um momento em que muitos dos padrões aceitos de vida na cidade foram alterados, bairros e comunidades ao redor do mundo estão começando a considerar a possibilidade de não voltar a ser como eram.

Várias pessoas precisaram vender seus carros por ficarem mais tempo em casa e isso teve uma consequência nas ocupação das vagas de estacionamento. Ao mesmo tempo, atividades ao ar livre foram estimuladas e até comer e fazer compras no meio da rua com ventilação natural se tornou mais saudável para diminuir os índices de contaminação.

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