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Tudo está sobre a mesa: redefinindo a mesa de jantar como uma “contra-arquitetura” ao fenômeno dos superalimentos

Dos supermercados aos superalimentos, as culturas contemporâneas que vão da produção ao consumo de alimentos baseiam-se na ilusão de que a consagradora designação do status de "super" representa um boom econômico global confiável de commodities alimentares em circulação, e não o sinal de uma crise agrícola cíclica em expansão. Entre os diversos espaços que viabilizam a extração, transformação e distribuição de alimentos nesse ciclo — fazendas, armazéns, fábricas, mercearias, restaurantes —, é a mesa de jantar doméstica, tipicamente restrita ao consumo de alimentos, que se propõe como um local de reinvenção na instalação "Everything’s on the Table" (Tudo Está sobre a Mesa).

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Nova geração de divisórias: paredes de tijolos impressas

Desde a década de 1980, a impressão 3D tem aberto novos caminhos para o desenvolvimento da arquitetura, da engenharia e dos objetos do cotidiano. Diante da digitalização de processos analógicos, torna-se fundamental que os/as usuários/as compreendam as inovações tecnológicas atuais e seus benefícios. O projeto HIVE reinventa a arte e o ofício da construção com argila, combinando o fazer cerâmico tradicional, a geometria inteligente e a precisão robótica para erguer uma parede composta por 175 blocos de argila exclusivos impressos em 3D.

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Princípios práticos para lugares que se recuperam do desinvestimento

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Dos quatro tipos de recuperação enfrentados pelas cidades e vilas norte-americanas — desastres, dispersão urbana, desinvestimento e a recuperação comunitária para populações em fuga das mudanças climáticas —, a recuperação de locais que sofreram desinvestimento severo é, sem dúvida, a que menos recebe atenção da imprensa hoje em dia. No entanto, com um esforço razoável, é o tipo de recuperação com maior probabilidade de gerar frutos. Isso se deve a vários fatores, a começar pela probabilidade de que a estrutura fundamental do placemaking sustentável ainda esteja preservada. Novos empreendimentos urbanos, mesmo quando projetados com maestria, frequentemente enfrentam críticas por sua "falta de autenticidade", ao passo que locais em recuperação após o desinvestimento transbordam marcas autênticas de décadas de declínio. Além disso, assentamentos de origens humildes costumavam ser construídos em etapas menores do que áreas historicamente abastadas; assim, os ritmos mais densos e fragmentados desses espaços são, por natureza, mais interessantes no início do processo de recuperação do que aqueles de escala monumental.

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Espaços públicos para a primeira infância em Lima: 6 projetos para Barranco e Miraflores

Durante o Festival Internacional de Intervenciones Urbanas FIIU foram anunciados os/as finalistas e vencedores/as do concurso 'Espaços Públicos para a Primeira Infância', organizado por Ocupa Tu Calle e Lima Cómo Vamos no âmbito do Pacto pelos Espaços Públicos e em parceria estratégica com a Bernard Van Leer Foundation e o Urban 95. O concurso tinha como objetivo o projeto de dois espaços públicos nos distritos de Barranco e Miraflores, em Lima, Peru, sob o foco da primeira infância.

Espaços públicos para a primeira infância em Lima: 6 projetos para Barranco e Miraflores - Imagen 1 de 4Espaços públicos para a primeira infância em Lima: 6 projetos para Barranco e Miraflores - Imagen 15 de 4Espaços públicos para a primeira infância em Lima: 6 projetos para Barranco e Miraflores - Imagen 2 de 4Espaços públicos para a primeira infância em Lima: 6 projetos para Barranco e Miraflores - Imagen 28 de 4Espaços públicos para a primeira infância em Lima: 6 projetos para Barranco e Miraflores - Mais Imagens+ 26

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Habitando em coletivo: ideias de implantações para conjuntos habitacionais

Em 2022 completamos 50 anos da demolição do conjunto habitacional Pruitt-Igoe, e desde então, transformamos muitas das ideias de como habitar em coletivo. Veja a seguir uma seleção de projetos habitacionais com implantações que valorizam o encontro e a vida em comunidade. 

O Conjunto Habitacional Pruitt-Igoe, projetado por Minoru Yamasaki é considerado um dos grandes marcos da arquitetura modernista, com suas altas torres habitacionais inspiradas na Unité d'Habitation de Le Corbusier, que juntas somavam quase 3000 unidades, se propondo a atender quase metade do déficit habitacional sinalizado pelo poder público na década de 1950 em St. Louis nos Estados Unidos. Além do projeto arquitetônico inovador, o poder público também apostava em um convívio inter-racial em pleno período segregacionista nos Estados Unidos, envolvendo camadas carentes e vulneráveis da sociedade.

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Moradia de qualidade para idosos em situação de vulnerabilidade: Projeto Casa Alegre 97

A CHC, ao longo de sua história, tem participado e apoiado projetos sociais que visam melhorar a qualidade de vida de seus habitantes, além de estar sempre em constante busca por gerar novos e melhores padrões que possam contribuir para a construção de espaços. Neste caso específico, o projeto liderado pelo arquiteto Jaime Ovando integra recursos do Estado por meio do Programa de Habitabilidade do Chile e da Ilustre Municipalidade de Paine, juntamente com contribuições do setor privado, incluindo empresas de materiais de construção, do escritório de arquitetura e da construtora, entre elas a CHC.

Pensar no presente e no futuro da população idosa é fundamental para o avanço da qualidade de vida da população em geral. Segundo o estudo das Nações Unidas sobre a perspectiva da população mundial, estima-se que, até 2050, 32% da população do Chile terá mais de 65 anos. De acordo com dados apresentados pela Pesquisa de Caracterização Socioeconômica Nacional (CASEN) de 2017, 22,1% dos idosos e idosas no país vivem em situação de pobreza multidimensional. A relação entre a arquitetura e o compromisso social estabelece uma estratégia para combater a vulnerabilidade desse segmento da população.

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Trabalhando remotamente, designers ucranianos/as recebem apoio vital de escritórios dos EUA

Desde o início da guerra na Ucrânia, mais de 7,1 milhões de pessoas foram deslocadas internamente no país, com mais de 139 locais afetados pelas hostilidades em curso, incluindo 62 espaços religiosos, 12 museus, 26 edifícios históricos, 17 edifícios dedicados a atividades culturais, 15 museus e sete bibliotecas. Dois novos programas, o Support by Design e o Hireukrainiandesigners.org, uniram forças para viabilizar empregos remotos para profissionais de design no país assolado pela guerra.

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Reformas: por onde começar?

Com a escassez de espaços livres, a alta concentração de edifícios vazios em áreas já consolidadas nas cidades e uma conscientização sobre o impacto de novas construções no meio ambiente, cada dia mais as reformas fazem parte da rotina de trabalho do arquiteto e da escolha do cliente. Ao mesmo tempo, muitas vezes elas são sinônimo de surpresas e problemas inesperados durante a obra, causando atrasos e indisposições. Esse texto apresenta quatro estratégias anteriores à obra que podem ajudar a se preparar melhor para esse momento.

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Chamada de Propostas: Concurso de Projeto para o Centro Marinho, de Negócios, Pesquisa e Inovação (MBRIC) em Ceiba, Porto Rico

A Autoridade de Redesenvolvimento Local de Roosevelt Roads de Porto Rico (LRA, na sigla em inglês) está lançando uma Solicitação de Propostas (RFP nº 2022-004) por meio de um Concurso de Projeto. O objetivo desta RFP é obter propostas de escritórios qualificados de arquitetura e engenharia capazes de fornecer uma gama completa de serviços — incluindo estudos, projeto, design sustentável, obtenção de licenças e outros serviços — para o desenvolvimento e a construção do Centro de Negócios Marinhos, Pesquisa e Inovação (MBRIC). Localizado na região leste da ilha — especificamente no antigo Píer da Guarda Costeira no município de Ceiba, em Roosevelt Roads —, o projeto será desenvolvido em conjunto com a Bluetide Puerto Rico, Inc., que colaborou com a LRA na elaboração do programa, bem como no estabelecimento das necessidades e dos requisitos para o desenvolvimento do MBRIC. A Bluetide será responsável por supervisionar a operação e a manutenção das instalações.

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Vislumbrando o futuro das cidades: ONU-Habitat lança o Relatório Mundial das Cidades 2022

UN-Habitat acaba de lançar o seu Relatório Mundial sobre as Cidades anual durante a décima primeira sessão do Fórum Urbano Mundial, que ocorreu em Katowice, Polônia, de 27 a 30 de junho de 2022. Sob o título “Envisaging the Future of Cities” (Vislumbrando o Futuro das Cidades), a edição de 2022 destaca percepções sobre o futuro do ambiente urbano com base em “tendências, desafios e oportunidades existentes, bem como condições disruptivas, incluindo as valiosas lições da pandemia de COVID-19”. O documento busca, de fato, apresentar caminhos para que as cidades se preparem para desafios futuros e enfrentem as questões atuais.

Diante da previsão de que a população global em áreas urbanas passará de 56% em 2021 para 68% em 2050 — principalmente na África e no Oriente Médio —, a transformação de nossas cidades com vistas a um futuro melhor deve ser um interesse global. Diante da necessidade urgente de “soluções inovadoras para que as áreas urbanas respondam a essa tripla crise de COVID, clima e conflito”, conforme declarado pela Subsecretária-Geral da ONU e Diretora Executiva do ONU-Habitat, Maimunah Mohd Sharif, o Relatório Mundial das Cidades de 2022 clama por um maior compromisso por parte dos governos nacionais, regionais e locais, além de incentivar a adoção contínua de tecnologias inovadoras e conceitos de vida urbana.

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Dora Riedel, a primeira mulher a se formar arquiteta no Chile

Dora Riedel, a primeira mulher a se formar arquiteta no Chile - Imagem de Destaque
© Mujer ArquitectA

As mulheres têm sido sistematicamente invisibilizadas na história e ainda mais na arquitetura. Parte do desafio de hoje é corrigir essas lacunas, censura e esquecimento. Com este objetivo em mente foi criada a hashtag #MujerArquitectA e seu primeiro objetivo foi buscar informações sobre a primeira arquiteta formada no Chile.

Em 2017, a equipe empreendeu uma longa e completa pesquisa sobre a mulher por trás desta conquista: não apenas queríamos descobrir quem ela era, mas também quais eram suas motivações e aspirações. Uma vez comprovado que Dora Riedel Seinecke foi a primeira arquiteta formada no Chile, começamos uma busca exaustiva por sua história. Para isso, nossa equipe da Mujer ArquitectA pesquisou em diferentes fontes até chegar ao nome de Andrés Roi Riedel, sobrinho de Dora (filho de Alice, irmã de Dora), que gentilmente se encontrou conosco para dar informações sobre sua tia e nos colocar em contato com as netas de Dora, que estavam fora do Chile. Depois de mais de 80 anos de anonimato, Dora foi resgatada e destacada por nosso grupo de arquitetas.

Como a inclusão de gênero está influenciando o desenho urbano

Na década de 1970, em Berkeley, Califórnia, um grupo ativista dos direitos das pessoas com deficiência, chamado Rolling Quads, começou a desmontar os meios-fios e instalar rampas improvisadas nas calçadas, exigindo acesso para os cadeirantes. Mas, o que as pessoas não esperavam era que os usuários de cadeiras de rodas não seriam os únicos a se beneficiar da intervenção. Logo, pedestres com carrinhos de bebê, compras pesadas, malas ou simplesmente com mobilidade reduzida passaram a usar regularmente as rampas. Da mesma forma, uma cidade com inclusão de gênero funciona melhor para todos. Uma cidade onde todas as minorias de gênero, com idades e habilidades diferentes, podem se locomover com facilidade e segurança, participar plenamente da força de trabalho e da vida pública, levar uma vida saudável, sociável e ativa é uma cidade que melhora a vida de todos.

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Questão monumental: como ficam os lugares de memória no futuro das cidades?

Qual é a história que o espaço público da sua cidade conta? Quem são as pessoas homenageadas em monumentos espalhados por ela? Questões como estas levaram a uma série de insurgências nos últimos anos em diversas cidades. As noções de memória e representatividade ampliaram a reflexão sobre qual narrativa construímos em nossos espaços, fato que tem desencadeado numa indagação urbana para o futuro: afinal, o que queremos lembrar (ou esquecer) através dos símbolos que erigimos (ou destruímos) nas cidades?

Questão monumental: como ficam os lugares de memória no futuro das cidades? - Image 5 of 4Questão monumental: como ficam os lugares de memória no futuro das cidades? - Image 1 of 4Questão monumental: como ficam os lugares de memória no futuro das cidades? - Image 2 of 4Questão monumental: como ficam os lugares de memória no futuro das cidades? - Image 6 of 4Questão monumental: como ficam os lugares de memória no futuro das cidades? - Mais Imagens+ 3

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Natureza no interior: Revestimentos porcelânicos com efeito de pedra e madeira

À medida que a crise climática se agrava e as consequências da pandemia continuam evidentes no dia a dia, temas como a sustentabilidade e a saúde mantêm-se mais relevantes do que nunca. Isso explica a tendência do design biofílico, que se caracteriza por colocar a arquitetura – e, consequentemente, o/a usuário/a – em contato com os benefícios próprios da natureza: o conforto, a calma e o bem-estar.

A demanda, consequentemente, tem se concentrado em objetos e materiais capazes de trazer a natureza para o interior, seja na forma de elementos decorativos, vegetação ou mesmo revestimentos para pisos e paredes. No entanto, para garantir sua funcionalidade em um espaço interno, o ideal é que o produto combine esse aspecto natural com qualidades práticas, como a resistência e a facilidade de manutenção.

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Como o Japão usa os hotéis cápsula para combinar funcionalidade e sofisticação

O hotel cápsula é tipicamente representativo quando se pensa no Japão, combinando o uso denso do espaço, engenhosidade técnica e uma vibração futurista. Os hotéis cápsula são um dos tipos de hospedagem mais conhecidos e exclusivos no país. Normalmente localizados em torno dos principais centros de transporte público em grandes cidades metropolitanas, eles têm como alvo indivíduos que procuram estadia de uma noite e de baixo custo.

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Metaverso: fim das limitações para os arquitetos?

Todo mundo fala sobre o Metaverso, mas quase ninguém concorda sobre o que ele é. Por enquanto, ainda é enigmático, no entanto, parece que sua ambiguidade é uma força, já que todo dia surge um novo artigo ou um vídeo sobre este assunto, tentando convencer as pessoas de que o Metaverso inevitavelmente fará parte de nossa vida diária em breve. Arquitetos e designers são partes essenciais para a discussão em andamento, pois a inovação espacial exige que a Internet seja redesenhada como um ambiente 3D.

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Descanso e contemplação: 21 projetos no México que usam redes para definir os espaços

Um dos elementos não fixos mais representativos das zonas tropicais do México são as redes, pois elas fazem parte da história e da vida cotidiana, representando uma importante peça de mobiliário nas casas. Embora seja verdade que a rede não é originária do México, especula-se que possa ter chegado ao país pela Península de Yucatan e foi adotada em todo o sudeste em áreas cuja temperatura e umidade exigem uma espécie de cama flutuante. No caso da região maia, as redes eram inicialmente feitas de casca de árvore Hamack. Mais tarde, tanto na região mexicana quanto no resto da América Central, a planta de sisal, com fibras mais macias e elásticas, começou a ser utilizada.

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Parede de alvenaria impressa em 3D: introduzindo a artesania digital

Desde os anos 80, a impressão 3D tem oferecido novas maneiras de desenvolver arquitetura, engenharia e objetos de uso diário. Quando se trata de digitalizar processos analógicos, é vital que os usuários se familiarizem com as inovações tecnológicas atuais e seus benefícios. O Projeto HIVE remodela a arte e o ofício da construção em argila, combinando cerâmica tradicional, geometria inteligente e precisão robótica para construir uma parede de alvenaria composta por cento e cinco tijolos de barro impressos em 3D.

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Quando a arquitetura embarcou na era dourada da aviação

Quando a arquitetura embarcou na era dourada da aviação - Imagem de Destaque
Ilustração TWA. Imagem © Domínio público, via Wikimedia Commons

Quando os primeiros aviões comerciais decolaram, o mesmo aconteceu com a arquitetura. Como muitos outros momentos de avanço tecnológico, o fascínio por voar pelos céus foi uma forte influência para os movimentos de design dos últimos cinquenta anos. Não apenas em termos de como projetamos aeroportos e pensamos na experiência dos passageiros das companhias aéreas, mas na estética da aviação, e como os tecidos, texturas e detalhes sofisticados influenciariam nossas vidas no solo.

Projetando Nova York: soluções para habitações, ferrovias e orla

Nenhuma cidade é como Nova York. Amálgama de diferentes culturas, ela é uma das mais diversas do mundo. Entretanto, Nova York também enfrenta desafios sociais e ambientais que vão desde a necessidade de novas moradias e demandas de transporte até o aumento do nível do mar e tempestades. À medida que a pandemia enfatizou ainda mais a importância da arquitetura e do urbanismo no desenvolvimento da vida pública, as autoridades e os planejadores da cidade estão analisando uma série de abordagens e modelos a fim de reinventar o crescimento urbano.

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"Não podemos continuar permanecendo em cidades sem responsabilidade ecológica e social": Nossos leitores e leitoras opinam sobre tendências urbanas

Há um futuro para as nossas cidades se não adotarmos um modo de vida sustentável? Há algum tempo, a sustentabilidade urbana vem sendo abordada mais sob a perspectiva das mudanças climáticas do que a partir de uma visão holística que incorpore a sociedade e a maneira como vivemos em comunidade.

Que novas formas de viver estamos experimentando com as diferentes transformações sociais, econômicas e ecológicas? Certamente precisamos colocar em pauta os diversos casos de referência que têm surgido em diferentes partes do mundo e compreender as últimas tendências sobre a maneira como vivenciamos nossas cidades.

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A varanda: um espaço de transição desaparecendo na Índia

Um antigo conto folclórico indiano narra a história de um semideus, Hiranyakashipu, que recebeu a dádiva da indestrutibilidade. Ele desejou que sua morte nunca fosse provocada por qualquer arma, humana ou animal, nem de dia ou de noite, e nem dentro nem fora de sua residência. Entretanto, para cessar sua trajetória, o Senhor Vishnu assumiu a forma de um ser meio-humano-meio-animal para matar o semideus durante crepúsculo no limiar de sua casa.

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Planet City: mundos imaginários como modelos sustentáveis para enfrentar as mudanças climáticas

Liam Young é um arquiteto, designer de produto e diretor que atua na área entre design, ficção e futuro. Young é especialista em projetar ambientes para a indústria cinematográfica e televisiva, com base na crença de que criar mundos imaginários permite nos conectar emocionalmente às ideias e desafios do nosso futuro.

Após os séculos de colonização, globalização e extração econômica e expansionismo sem fim, os humanos reconstruíram o mundo da célula até a placa tectônica. Young sugere em um TED Talk: “E se revertêssemos radicalmente essa expansão planetária? E se nós, como humanos, chegássemos a um consenso global para nos retirarmos de nossa vasta rede de cidades e cadeias de suprimentos emaranhadas para uma metrópole hiperdensa que abriga toda a população da Terra?"

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Usando papéis de parede para transformar os interiores

Os papéis de parede estão longe de ser um consenso. Eles podem fazer referência a espaços domésticos antiquados, mas também podem dotar de personalidade um espaço sem graça. E o melhor, isso pode ser feito muito rapidamente e sem grandes custos. Da mesma forma, faz com que não perdurem por tanto tempo e sejam rapidamente descartados e substituídos, tornando-se, portanto, itens transitórios de decoração. Como afirma Joanna Banham, pesquisadora do tema, “O papel de parede é frequentemente considerado a Cinderela das artes decorativas - a mais efêmera e menos preciosa das decorações produzidas para o lar. No entanto, a história do papel de parede é um assunto longo e fascinante que remonta ao século XVI e abrange uma enorme variedade de belos padrões criados por mãos anônimas e por alguns dos designers mais conhecidos dos séculos XIX e XX.” Atualmente, temos visto mais um ressurgimento dos papéis de parede, com inúmeras possibilidades de materiais, padrões e cores e há diversos exemplos de arquitetos que os têm utilizado para criar novas atmosferas aos seus projetos. Neste artigo, delinearemos um pouco sobre a história destes elementos e algumas das opções mais atuais, através de um mergulho no catálogo do Architonic.

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