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Uma casa no penhasco em Bali e uma propriedade à beira-mar na Grécia: 9 vilas não construídas enviadas ao ArchDaily

A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca vilas privadas enviadas pela comunidade do ArchDaily. De um refúgio mediterrâneo na Grécia a uma residência individual no Irã, esta seleção de projetos não construídos demonstra como arquitetos e arquitetas projetam vilas privadas que unem contextualização e funcionalidade em estruturas que promovem conforto, privacidade e conexão com a natureza. O artigo inclui projetos da Indonésia, Grécia, Irã e Jordânia.

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Representações de Carolina Maria de Jesus e Clarice Lispector: corpo, cidade e território

Carolina Maria de Jesus e Clarice Lispector estão entre as mais relevantes escritoras brasileiras do século XX. Este ensaio é uma análise sobre as representações que as envolvem e, principalmente, um gesto que complexifica a comparação entre as duas, traçando uma reflexão sobre corpo e cidade, de um ponto de vista interseccional.

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EPCOT, a cidade planejada por Walt Disney

Sob a esfera geodésica da Spaceship Earth e a exibição de culturas mundiais que simbolizam o EPCOT da Disney World está a visão de uma cidade utópica. A proposta original do EPCOT —uma comunidade construída em torno da inovação — foi um dos últimos projetos visionários de Walt Disney. Incomodada com a expansão urbana aleatória, a Disney teve ideias ousadas para um tecido urbano que impulsionaria o progresso nos Estados Unidos. A Experimental Prototype Community of Tomorrow [Comunidade Protótipo Experimental do Amanhã] foi o antídoto de Walt Disney para a decadência das cidades americanas.

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Quando a cidade se torna invisível

No Brasil, é comum pensar que as políticas urbanas são de responsabilidade ou dos municípios, ou da União, mas há outra instância que não pode ser desprezada: a dos estados. Políticas urbanas estaduais são tão importantes quanto as municipais e federais.

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5 Cidades mostram como é possível prosperar em tempos turbulentos

A história mostra que, quando atingidas por crises e desastres, as cidades em geral se recuperam e saem mais fortes e resilientes do que antes. O grande incêndio de Chicago ficou famoso por dar origem aos arranha-céus. Surtos de doenças contagiosas contribuíram para políticas de saúde pública e para as práticas modernas de saneamento. A devastação causada pela Segunda Guerra Mundial catalisou investimentos sem precedentes em habitação e infraestrutura.

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O que a geração Z está procurando nos locais de trabalho?

Cada nova geração entra no local de trabalho com seu próprio estilo de comunicação. De TikToks virais a declarações provocativas como “Raramente usamos e-mail”, a entrada da Geração Z na força de trabalho certamente criará suas próprias características. Mas o que precisamos considerar ao recrutar, manter ou vender para essa próxima geração de arquitetos?

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O que é uma ADU? Mais uma tendência ou o futuro da habitação?

Em uma época na qual os preços dos imóveis residenciais são inacessíveis e as pessoas buscam, mais do que nunca, reduzir o tamanho de suas moradias, surge o conceito de Unidades Habitacionais Acessórias (ADUs, na sigla em inglês). Essas residências de pequenas dimensões e altamente personalizáveis estão conquistando os quintais de todos os Estados Unidos, permitindo que proprietários/as construam em seus terrenos e as aluguem para inquilinos/as.

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O lugar da mulher na arquitetura, uma conversa com Silvana Rubino

Tantas vezes sombreadas por parcerias amorosas e profissionais com homens, as mulheres arquitetas foram, e ainda são, constantemente testadas e colocadas sob violências simbólicas, disfarçadas de piadas ou "simples" brincadeiras. A conversa do episódio 51 do Betoneira Podcast, com a professora e pesquisadora Silvana Rubino, levantou um debate sempre urgente: qual o lugar da mulher na arquitetura?

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LINA Plataforma: pesquisa e experimentação sobre patrimônio, sustentabilidade e formação projetual

Fundada no ano de 2018 e com sede na Argentina, LINA Plataforma (Laboratório > Intervenção + Arquitetura) se apresenta como uma plataforma global de pesquisa e experimentação vinculada ao patrimônio cultural, que visa refletir sobre a relação entre o patrimônio, a sustentabilidade e a formação projetual.

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Doris Clark Núñez, a primeira arquiteta peruana: Ativismo e resistência

Doris Mary Clark Nún˜ez é considerada a primeira arquiteta peruana. Com uma vida marcada por dificuldades, questionamentos e restrições pelo simples fato de ser mulher em um campo profissional tradicionalmente masculino, Clark Nún˜ez se configura como uma referência de ativismo e resistência, bem como de busca por subversão e mudança de paradigmas nos debates e estruturas tradicionais. Uma vida dedicada, por meio da docência, da atividade política e acadêmica, a lançar as bases para a ampliação do campo de atuação das mulheres na arquitetura.

Doris Clark Núñez, a primeira arquiteta peruana: Ativismo e resistência - Imagem 1 de 4Doris Clark Núñez, a primeira arquiteta peruana: Ativismo e resistência - Imagem 2 de 4Doris Clark Núñez, a primeira arquiteta peruana: Ativismo e resistência - Imagem 3 de 4Doris Clark Núñez, a primeira arquiteta peruana: Ativismo e resistência - Imagem 4 de 4Doris Clark Núñez, a primeira arquiteta peruana: Ativismo e resistência - Mais Imagens

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É possível criar espaços públicos no metaverso?

O metaverso promete revolucionar a maneira como vivemos. Ao integrar tecnologias imersivas como realidade virtual e aumentada (VR e AR), a expectativa do metaverso é adicionar outra camada à maneira como vivemos cotidianamente. Sugere-se que o metaverso crie espaços virtuais onde as pessoas possam se encontrar e compartilhar experiências independentemente das restrições geográficas. As possibilidades parecem infinitas: trocar conhecimentos, incentivar a colaboração profissional, desenvolver e democratizar a arte, a educação, a cultura e até mesmo possibilitar o engajamento político. As interações sociais estão no cerne da ideia de metaverso. Isso levanta a questão: como os novos espaços virtuais podem adquirir as propriedades dos espaços públicos?

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James Stewart Polshek: Reflexões sobre uma Vida na Arquitetura

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Jim Polshek, que faleceu aos 92 anos na semana passada, foi um premiado arquiteto (Medalha de Ouro do AIA, 2018), designer, defensor público e educador (diretor da faculdade de arquitetura de Columbia de 1973 a 1987). Nascido em Akron, Ohio, no Meio-Oeste americano, ele abriu seu próprio escritório em 1963, fundando o James Stewart Polshek Architects. Com o tempo, o escritório ganhou reconhecimento internacional como Polshek Partnership Architects. Em 2010, os sócios rebatizaram a empresa como Ennead Architects, na qual ele continuou atuando como consultor de projeto. 

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Design, metrópoles e sustentabilidade: 29 eventos internacionais de arquitetura para acompanhar em setembro

Após dois anos de ciclos interrompidos devido à pandemia, 2022 vem testemunhando um ressurgimento dos eventos de arquitetura: bienais, trienais, semanas de design e festivais estão de volta à cena, com reflexões ainda maiores e abordagens temáticas mais amplas, alinhadas aos desafios do mundo.

Relevantes hoje mais do que nunca, esses acontecimentos espalhados pelo mundo abordam questões relacionadas ao clima, problemas urbanos, bem como preocupações fomentadas pela covid-19, como resiliência, modos de vida, futuro da arquitetura e o desconhecido.

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Como se desenvolveu a habitação social no Chile e quais são suas tipologias?

A habitação social no Chile é um conceito que começou a surgir no final do século XIX, impulsionado pelo aumento da população decorrente da migração campo-cidade. Naquela época, as pessoas viviam principalmente em conventillos (cortiços) e ranchos, sob condições precárias de habitabilidade. O Chile enfrentava uma crise devido ao déficit habitacional, adotando em 1906 a primeira medida estatal com a “Lei de Habitações Operárias”. Esta legislação foi se transformando ao longo dos anos até a criação, em 1965, do Ministério da Habitação e Urbanismo (MINVU) e, posteriormente, por volta de 1980, do Serviço de Habitação e Urbanização (SERVIU), instituições que medeiam a questão habitacional até os dias de hoje.

Materiais do futuro: a arquitetura dos biocompósitos

A arquitetura nasce dos materiais. Entre estrutura, luz, movimento e conforto, os materiais moldam profundamente nossas experiências. Mas os materiais também mudam com o tempo, novos tipos são criados, e uma ampla gama de montagens e técnicas de construção são introduzidas. Cada vez mais, arquitetos e designers estão analisando as possibilidades de materiais compósitos feitos com elementos naturais.

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Um novo livro narra a turbulenta história da complexidade arquitetônica

O título de grande impacto diz tudo: Architecture Unbound, de Joseph Giovannini, é uma tentativa ambiciosa de explorar as fronteiras mais ousadas do design e explicar como e por que arquitetos e arquitetas dissidentes ousaram tanto. A obra também serve como uma introdução abrangente a artistas que lançaram as bases para a inovação arquitetônica há um século; a pensadores e pensadoras que mapearam novas formas de pensar; e às complexidades da teoria do caos, do design paramétrico e dos softwares que moldaram edifícios excepcionais nas últimas décadas.

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A paisagem e a arquitetura vitivinícola do Chile em busca de se tornar patrimônio da humanidade

Os vales chilenos e seu desenvolvimento em torno da viticultura são um patrimônio cultural que hoje carece de identidade, conforme aponta Pablo Lacoste, historiador que lidera a iniciativa para valorizar a dimensão patrimonial dos vinhedos do Chile e convertê-los em Patrimônio da Humanidade da UNESCO.

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Urbanas: de pedestres a caminhantes da cidade

Tão pouco tempo após a comemoração de mais um dia mundial dos caminhantes pedestres, um artigo da revista Obras revela que 40% das vias das alcaldias de Xochimilco e Milpa Alta não têm calçadas. Isso apesar de a lei de mobilidade determinar a construção de ruas completas integrando o desenho universal nas vias das alcaldias da Cidade do México.

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Murais Urbanos: O Plano de Infraestrutura Solidário (PISO) na Argentina

Quais são as histórias, os processos e as mensagens ocultas que envolvem os murais inseridos em contextos urbanos? Como é a sua relação com a sociedade que convive com eles? “Murais Urbanos: Plano de Infraestrutura Solidário (PISO)”, da Bisman Ediciones, é um livro que reúne o trabalho da Saint-Gobain, destacando as intervenções urbanas promovidas desde 2005 por meio de seu programa Plano de Infraestrutura Solidário (PISO) nas 24 províncias argentinas.

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Os principais problemas em projetos paisagísticos — e como evitá-los

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Muito além de suas características decorativas, o paisagismo traz consigo questões biológicas e culturais que precisam ser trabalhadas nos projetos. O que se vê em grande parte dos jardins públicos, residenciais, condominiais, comerciais e empresariais, porém, é uma série de abordagens que distanciam o paisagismo de todos seus atributos, reduzindo-o a uma camada decorativa na construção. A seguir, reunimos estratégias para se esquivar dos principais problemas do projeto paisagístico, juntando a estética com suas possibilidades ambientais e culturais.

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30/30: uma performance audiovisual inspirada no mundo digital e na arquitetura das grandes cidades

No último dia 31 de agosto, o Laboratorio Arte Alameda, na Cidade do México, sediou a apresentação "30/30", uma performance audiovisual dividida em duas partes de 30 minutos cada. Nela, por meio de sonoridades que transitam entre o drone, o noise, o techno e o dream pop, aliadas ao processamento digital de imagens ao vivo, abordou-se o conceito de memória, entendida como um espaço arquitetônico-digital em constante movimento e transformação.

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O Teatro Nacional da Catalunha, projetado por Ricardo Bofill, completa 25 anos

O Teatro Nacional da Catalunha, conhecido pela sigla TNC, é um teatro público localizado na Praça das Artes, perto da Praça de Glòries, em Barcelona. Trata-se de um dos edifícios mais prestigiados da cidade e, ao mesmo tempo, uma das instituições culturais mais importantes da Catalunha.

Materiais e técnicas de construção dos povos indígenas brasileiros como futuro para a arquitetura

“Devíamos admitir a natureza como uma imensa multidão de formas, incluindo cada pedaço de nós, que somos parte de tudo”, diz Ailton Krenak, renomado líder indígena, no seu livro Ideias para adiar o fim do mundo. A cultura dos povos originários não entende humanidade e meio ambiente como coisas separadas ou superiores uma à outra, mas sim, como partes de um todo. Por meio desse entendimento particular do universo, esse povos são conduzidos à uma apropriação sensível do território, com crenças estruturantes que se refletem também na sua arquitetura, elevando o próprio conceito de sustentabilidade a outro patamar, já que, a natureza não é vista como um recurso a ser utilizado, ela é pensada como parte da comunidade.

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Como a arquitetura fala com o cinema

Jean-Luc Godard, através de seus filmes, fala de arquitetura quase com a mesma facilidade com que fala sobre o próprio cinema. Em homenagem ao ícone da nouvelle vague, que faleceu hoje aos 91 anos de idade, revisitamos Como a arquitetura fala com o cinema.

Há muitas formas de fazer filmes. Como Jean Renoir e Robert Bresson, que fazem música. Como Sergei Eisenstein, que pinta. Como Stroheim, que escrevia romances falados na era do cinema mudo. Como Alain Resnais, que esculpe. E como Sócrates, digo, Rossellini, que cria filosofia. O cinema, em outras palavras, pode ser tudo ao mesmo tempo, juiz e litigante. — Jean-Luc Godard [1]

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