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Respeitando o envelhecer: painéis de fachada que reagem com o tempo

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Para tentar explicar a passagem do tempo, os gregos contavam com dois deuses: Cronos e Kairós. Enquanto o primeiro é representado como impiedoso tal qual um relógio que nunca para, Kairós evocava a um momento adequado ou oportuno para uma ação. Ou seja, enquanto Cronos é quantitativo, Kairós tem uma natureza qualitativa e permanente. De fato, a relação da humanidade com a passagem do tempo nem sempre é amigável. 

Com as edificações não é diferente. John Ruskin, em seu seminal The Seven Lamps of Architecture (1849), dizia que somente edificações em ruínas preservariam nossas percepções passadas e, simultaneamente, nos permitiriam enfrentar nosso estado de mortalidade. Nesse sentido, as manchas de tempo e escombros eram testemunhas cruciais para demonstrar o envelhecimento na arquitetura, que, em sua concepção, atingiam uma estética entre o sublime e o pitoresco. Ainda que esta seja uma opinião um tanto contraditória, a ideia de considerar como uma edificação irá perdurar no tempo vem ganhando mais atenção. É sabido que alguns materiais envelhecem melhor que outros: enquanto uma parede branca rebocada rapidamente apresenta trincas e manchas, um muro de pedra parece melhorar com os anos, se fundindo com o seu entorno, por exemplo. O tempo traz matizes novas, conta a história do que passou e dá autenticidade às superfícies.

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Design de inspiração biofílica assume o protagonismo: como os tijolos trazem a natureza para o interior

Impulsionado em grande parte pela migração rural para as cidades e pelo crescimento populacional geral, 68% das pessoas em todo o mundo viverão em áreas urbanas até 2050. Com isso, grande parte da população se beneficiará de um maior acesso a serviços básicos, da proximidade com o transporte público e de melhores oportunidades de educação e emprego. No entanto, a busca por uma vida urbana também leva ao isolamento do ambiente externo — seja uma floresta, um campo ou as montanhas —, o que pode impactar negativamente nossa saúde física e mental. Há muito se comprovou que a exposição à natureza reduz os níveis de estresse, melhora o humor, estimula a produtividade e, acima de tudo, potencializa o bem-estar. Portanto, considerando que costumamos passar cerca de 93% do nosso tempo em espaços fechados (e que a pandemia ampliou essa estatística), hoje, mais do que nunca, buscamos uma conexão com o exterior e todos os seus benefícios inerentes. Assim, os/as arquitetos/as enfrentam o importante desafio de trazer a natureza para o interior, que é justamente onde o design biofílico entra em cena.

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Transparência e translucidez: exemplos de como usar o vidro nos interiores e na decoração

Uma das mais importantes descobertas da humanidade, o vidro é usado pelo homem há cerca de 75 mil anos – originalmente empregado como ferramenta de corte. Os primeiros registros de fabricação do vidro, porém, datam da civilização Egípcia e Mesopotâmica. Desde então, o domínio da técnica da fabricação foi se desenvolvendo em diferentes civilizações e nações, até que a Revolução Industrial popularizou o material e permitiu sua produção em larga escala. Na arquitetura, o vidro começa a aparecer como elemento de vedação em meados de 100 d.C. e é até hoje largamente utilizado.

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FritsJurgens anuncia os vencedores do Best Pivot Doors 2022

Este ano trouxe mais uma rodada de projetos impressionantes inscritos no FritsJurgens Best Pivot Doors 2022, reunindo uma quantidade surpreendente de portas pivotantes de alto padrão — abrangendo portas internas e externas, divisórias móveis, passagens ocultas e muito mais. Após um período de deliberação, o júri tomou sua decisão: confira a seguir os vencedores do FritsJurgens Best Pivot Doors de 2022.

Todo espaço deve ser saudável: soluções para melhorar a qualidade ambiental interna

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Pode-se dizer que a qualidade do ar no interior dos ambientes nunca recebeu a atenção devida na história. Enquanto a poluição atmosférica é considerada uma ameaça desde a época de Hipócrates, em 400 aC, tornando-se uma preocupação real com a industrialização na Revolução Industrial, pouco é falado sobre como estão as condições de conforto nos ambientes internos. Essa é uma questão cada vez mais grave visto que a humanidade tem passado cerca de 90% de seu tempo em ambientes internos e a qualidade desses espaços interfere diretamente no bem-estar e na saúde a longo prazo. Na verdade, a qualidade ambiental interna (IEQ, do inglês Indoor Environmental Quality) abrange bem mais que a poluição interna. Refere-se a um equilíbrio entre a qualidade do ar, da acústica, da iluminação, temperatura, e outros fatores que contribuirão para um ambiente agradável e, acima de tudo, saudável aos seus ocupantes. A empresa Armstrong, sob o mote “todo espaço pode ser um espaço saudável”, tem desenvolvido soluções para contribuir com a melhoria de espaços que passamos mais tempo, como edifícios educacionais, de saúde, escritórios e residências.

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Por que pensar nos pássaros na hora de projetar um edifício

Com a urbanização desenfreada das cidades, os animais que originalmente chamavam esses ambientes de lar foram deslocados e forçados a encontrar outros meios de refúgio.

Os pássaros talvez sejam uma das espécies mais atingidas pelo crescimento urbano já que são atraídos durante o vôo por estímulos como iluminação e correntes de ar que podem ser transformadas dependendo de como se deu o processo construtivo e de organização territorial de uma cidade.

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Regulamentações ao Airbnb podem estar chegando à sua cidade

O Airbnb é uma forma confiável de encontrar uma estadia. Desde sua criação em 2008, o site já cadastrou mais de 7 milhões de residências ao redor do mundo, onde os viajantes podem ficar em um quarto, ou alugar uma casa inteira. Recentemente, muitas cidades têm reprimido estadias de curta duração, citando questões de segurança, listagens falsas e aumento dos preços dos imóveis, causando a saída das pessoas de suas casas quando a moradia é usada apenas para o aluguel do Airbnb. O que as cidades estão fazendo em relação a estas questões? O que o Airbnb está fazendo para ajudar a resolvê-los? O Airbnb será viável por muito mais tempo?

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O que são biodomos?

A obsessão de Buckminster Fuller pelas formas geodésicas as colocaram na história da arquitetura. A aparência esférica e o complexo tramado estrutural ganharam diferentes apropriações e escalas ao longo dos anos, sendo uma das obras mais icônicas a Biosfera de Montreal, o pavilhão dos Estados Unidos para a Exposição Mundial de 1967, projetada pelo próprio arquiteto. Essas estruturas emergiram dos seus interesses na eficiência material, integridade estrutural e modularidade, aspectos que, já na década de 60, o arquiteto entendia como primordiais para o que se esperava de uma intervenção sustentável e facilmente replicável.

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Churrasco na laje: a história das coberturas planas úteis

Já há algum tempo as coberturas se tornaram espaços de lazer, seja nos grandes edifícios luxuosos, seja nas casas da periferia. Essa condição, porém, não se limita aos nossos tempos. Variando seu uso e sua forma, diferentes culturas em diferentes momentos fizeram o uso das coberturas planas em sua arquitetura, residencial ou não. 

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O que é cocriação no contexto da arquitetura e do urbanismo?

Nos últimos anos, o termo “cocriação”, uma palavra da moda no setor de negócios e gestão, entrou no discurso da arquitetura e do planejamento urbano. O termo é usado para definir um conceito amplo que descreve o trabalho intencional para a criação de algo em conjunto. Mas a arquitetura já é o resultado de uma colaboração entre vários atores como arquitetos, clientes, investidores e governo local, para citar alguns. Dessa forma, poderia o termo ainda ser aplicado a este campo, trazendo novas formas de conhecimento que diferem do design participativo?

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A arquitetura de J. R. R. Tolkien: Os Anéis do Poder

Na obra cinematográfica, a arquitetura escolhida e desenhada para compor a imagem pode se comunicar com o espectador de muitas formas. Edifícios e cidades podem informar a localidade através de monumentos conhecidos ou tipos de construções específicas para determinados climas, assim como pode indicar o recorte temporal através de estéticas construtivas. Obras de fantasia possibilitam um infinito campo de criação na composição de detalhes arquitetônicos e design de interiores.

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Diante de desastres naturais, o bambu é um material de construção seguro?

É provável que você já tenha ouvido falar do uso de estruturas de bambu na construção de abrigos temporários em ações de ajuda humanitária pós-terremotos. No entanto, o uso desse material na execução de edifícios capazes de resistir a abalos sísmicos é, na verdade, uma técnica amplamente consolidada. Por que, então, tratamos o bambu apenas como uma solução temporária pós-desastre, em vez de utilizá-lo desde o início para salvar vidas? As estruturas de bambu são excelentes opções para habitações e abrigos em regiões propensas a terremotos, desde que sejam adequadamente projetadas, construídas e mantidas. De estruturas vernaculares antigas a edifícios contemporâneos, exemplos ao redor do mundo comprovam que esse material pode resistir a forças da natureza que frequentemente derrubam construções de concreto e alvenaria.

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Cradle to Cradle em dispositivos elétricos: tomadas e interruptores reutilizáveis

Anualmente, apenas 13% dos resíduos gerados pela humanidade são reciclados, mas para onde vão os 87% restantes? A combinação de diferentes tipos de resíduos está preenchendo gradualmente os oceanos e aterros sanitários do planeta, causando um impacto negativo na fauna, no meio ambiente e na saúde humana. Entre as grandes quantidades de resíduos sólidos produzidos nas cidades desenvolvidas, os aparelhos eletrônicos descartados são um exemplo claro de como os materiais podem ser gerenciados de forma eficiente após o término de seu ciclo de vida. Compreender o comportamento desses materiais e recursos antes, durante e depois de sua vida útil tem norteado a busca por novas soluções, como a metodologia Cradle to Cradle (C2C).

O C2C propõe o desenvolvimento de produtos ou processos que funcionem como um sistema ecológico saudável, no qual os recursos são gerenciados de forma eficiente e cíclica. Ao aplicar essa metodologia a componentes elétricos, a JUNG desenvolveu estratégias de design circular para seus interruptores e tomadas mais utilizados em tecnologias prediais convencionais e inteligentes, permitindo que sejam desmontados e reutilizados quando o produto não estiver mais apto para o uso.

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Solar Decathlon Europe: iluminação sustentável combina engenharia e design

O lema do Solar Decathlon Europe 21/22 era converter e expandir em vez de demolir e reconstruir. A reciclagem de janelas, o uso de materiais biodegradáveis nas luminárias e a conexão da luz com sensores são apenas alguns exemplos inovadores da competição internacional de estudantes universitários em Wuppertal, na Alemanha. Pela primeira vez, o concurso apresentou um prémio de iluminação arquitetónica sustentável. Esta era uma questão de qualidade e de quantidade, e se aplica à luz do dia e à luz artificial.

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O que é Dall-e e por que ela vai transformar os projetos criativos

Muito tem se falado sobre o poder da inteligência artificial e de como sua ascensão pode transformar a profissão de arquiteto. Esse tema já foi assunto de alguns artigos por aqui.

A principal ferramenta que tem assustado os especialista do mercado é o Dall-e, um software baseado em aprendizagem de máquina que gera imagens a partir das palavras que o usuário informa em um campo. Há outras com a mesma proposta, como o Midjourney e a Stable Diffusion.

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Os limites do algoritmo e as tendências humanas nas imagens feitas com inteligência artificial

2022 foi o ano dos geradores de imagem IA. Recentemente, esses sistemas de aprendizado de máquina foram ajustados e refinados até encontrar sua atual popularidade com o usuário comum da Internet. Esses geradores de imagens (DALL-E e Midjourney indiscutivelmente os mais populares) geram imagens a partir de texto, por exemplo, permitindo que as pessoas criem interpretações conceituais das arquiteturas do futuro, presente e passado. Mas, como somos parte de um cenário digital repleto de preconceitos humanos, navegar nesses geradores de imagens requer uma reflexão cuidadosa.

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Arquitetos espanhóis criam argamassa que absorve umidade a partir de resíduos da construção

Cidades estão repletas de entulhos e a necessidade de reutilizar os recursos existentes tornou-se fundamental para combater o aumento da produção de resíduos. Mais de um terço de todos os resíduos gerados na União Europeia vêm da construção e demolição, contendo diferentes materiais como vidro, concreto, tijolos e cerâmicas. A dúvida que fica é sobre como gerenciar essa quantidade impressionante de produção de resíduos da construção. De acordo com a lei espanhola sobre resíduos e solos contaminados, resíduos de concreto e cerâmica sem processamento considerável podem ser reutilizados na construção. Ao combiná-los com tecnologia, pode-se criar soluções inovadoras que contribuem para minimizar o impacto ambiental.

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Guia de equipamentos para a construção: ferramentas, equipamentos e máquinas

Construir é complexo. Se você já esteve lá, no canteiro de obras, entenderá isso. Não se trata apenas de ter atitude e compreender como liderar uma equipe de artesãos talentosos, pedreiros e especialistas, mas também de fornecer — ou, no mínimo, conhecer — os instrumentos necessários e corretos para que eles possam realizar cada tarefa da melhor forma possível.

É possível que os conhecimentos de construção adquiridos durante a sua graduação sobre este aspecto sejam mínimos até que você tenha acumulado a experiência de algumas obras, mas garantimos que conhecer as ferramentas disponíveis no mercado não apenas permitirá economizar, mas também acelerar o processo de construção e reduzir os esforços físicos, o que traz grandes vantagens.

Nesta ocasião, apresentamos um panorama geral dos diferentes equipamentos, ferramentas e máquinas mais utilizados na construção de obras de arquitetura.

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O que são Áreas de Zero Emissão?

A necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) no setor de transportes é urgente, e a implementação de medidas nesse sentido é tanto um desafio quanto uma oportunidade para as governanças locais. É o caso das Áreas de Zero Emissão (ZEAs, do inglês Zero Emission Areas), que são áreas das cidades onde as emissões de gases poluentes são neutralizadas. Essa medida beneficia principalmente as pessoas que irão usufruir de um espaço urbano mais saudável e de atividades comerciais mais ativas. Entretanto, para viabilizar seu êxito, ou ao menos reduzir o retorno negativo da opinião pública, é fundamental o engajamento social e uma comunicação efetiva com a população.

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Cidades compactas e eletrificadas para frear as mudanças climáticas

Estudos diversos vêm indicando que, para evitar que as temperaturas subam mais de 1,5° C, deve haver uma grande queda nas emissões de gases de efeito estufa (GEEs). Para isso, é preciso desenvolver cidades compactas para pedestres, ciclistas e para quem utiliza o transporte público, bem como adotar, de forma rápida e estratégica, veículos elétricos, com foco no transporte público.

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Como conciliar criação pecuária e ambiente urbano?

À medida que as pessoas continuam a migrar das áreas rurais para as urbanas, o espaço se torna um privilégio. Muitos lugares estão ficando cada vez mais congestionados – com moradias adequadas e acessíveis em escassez e sistemas de transporte lutando para atender os moradores. Mas, por mais que a conversa sobre urbanização seja sobre pessoas, às vezes também é sobre os animais que vêm com essas pessoas – a criação pecuária urbana que desempenha um papel fundamental no sustento a nível individual, além de se tornar uma via para o comércio.

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3 Temas que interessam ao Brasil na COP27

A cidade de Sharm El Sheikh, no Egito, recebe a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2022, a COP27, entre 6 e 18 de novembro. A conferência avança nas negociações da COP26 em Glasgow, Escócia, em 2021, com a expectativa de que os países mostrem ambição climática e urgência para limitar o aumento da temperatura do planeta em até 1,5°C.

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Espelhos de grandes dimensões: a ilusão de espaços mais amplos e iluminados

Seres humanos sempre foram fascinados por reflexões. Embora eles não sejam mais do que a luz que retorna após atingir uma superfície, sempre haverá algo místico e fascinante nelas - seja um lago espelhando uma bela paisagem ou um pequeno espelho de mão, refletindo nosso rosto. Isso explica por que algumas culturas antigas consideravam os espelhos objetos sagrados com poderes mágicos, enquanto outras as associaram a portais que levavam a um mundo desconhecido. Desde então, os espelhos evoluíram para adotar muitas funções valiosas indispensáveis na vida cotidiana, sendo encontradas em carros, equipamentos médicos e, é claro, em inúmeras aplicações arquitetônicas, especialmente em interiores. Experimentar com a reflexão e a percepção do espaço tornou-se uma maneira fácil de arquitetos, designers e proprietários de imóveis transformarem qualquer sala. E, ao procurar maximizar esse impacto, o poder de espelhos excepcionalmente grandes é incomparável. Afinal, quanto maior o espelho, maior o impacto.

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Às vezes, é melhor não construir nada

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Meu primeiro encontro com a requalificação de um edifício me levou a uma viagem ao Departamento de Polícia de Long Beach. Um amigo e eu estávamos frustrados porque nossa cidade natal estava demolindo boas construções – visto que elas não correspondiam ao estilo arquitetônico atual – apenas para substituí-las por estacionamentos! Tudo em nome do "progresso". Em 1988, quando soubemos que o Edifício Jergins Trust, uma preciosidade Beaux-Arts, estava programado para ser demolido sem que nada estivesse planejado para aquele terreno, entramos em ação e nos acorrentamos ao prédio para impedir sua demolição. Nossos esforços o mantiveram vivo por mais quatro horas. E então, ele se foi para sempre.

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