
“Habitação e Equidade” analisará as características físicas, psicológicas e ambientais das habitações e cidades atuais que contribuem para perpetuar papéis de gênero, limitando, com isso, a autonomia e o desenvolvimento das mulheres, além de reforçar as lógicas econômicas e sociais que sustentam o status quo da “sagrada família” como modelo único de família para o qual projetar.
No último dia 03 de junho, Rosaura Martínez ressaltou que “a vulnerabilidade e a desproteção das mulheres têm sido um fracasso de políticas que as excluíram do espaço. Elas são proprietárias de apenas 35% das habitações e ganham 25% menos que os homens, embora suas atividades não remuneradas representem 23,5% do PIB no México.”
Neste diálogo, buscar-se-á definir os pontos mais eficazes e factíveis para projetar espaços sem papéis de gênero, equitativos e inclusivos, a partir do âmbito da arquitetura e do urbanismo.
