
A representação desempenha um papel fundamental na conformação da arquitetura. Ou seja, nossa disciplina requer distintos dispositivos visuais que permitem sua existência (plantas, maquetes, renders, etc.), sua realização material e sua mediação com o mundo. Por isso, nos interessa conversar sobre a imagem como principal ferramenta de reprodução da metrópole capitalista, onde seus elementos geradores de aspirações ou margens do ideal recriam cenários adversos às necessidades reais das cidades, da arquitetura, etc. Na prática arquitetônica, há uma coisificação e uma importância desmedida atribuída à imagem em detrimento de toda fundamentação ou conceituação; apesar disso, acreditamos que as discussões abertas sobre seu uso são escassas. Por isso, decidimos convocar um debate entre arquitetos/as e artistas para discutir as implicações do visual.
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