
Reunindo arquitetos/as, artistas, pesquisadores/as, cientistas e assistentes sociais, o projeto explora como práticas corporificadas, materiais e tecnológicas podem nos ajudar a repensar nossa relação com as infraestruturas energéticas do planeta.
Por meio de uma série de discussões, laboratórios colaborativos e uma narrativa visual em constante evolução, a exposição busca desaprender formas habituais de pesquisa e cultivar novos modos de sintonia planetária. A mostra questiona a noção de infraestrutura — onde matéria, dados e corpos são tratados como contra-agentes de design e cuidado.
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