
Estreia mundial – La chambre des mémoires à-venir
nos subsolos proibidos de Paris La Défense
De 16 de setembro a 1º de outubro de 2023, Paris sedia a estreia mundial de La Chambre des mémoires à-venir.
Dois parceiros, Mondes Nouveaux e Paris La Défense, uniram forças para oferecer ao público uma experiência única: a descoberta de um mundo complexo onde o/a visitante é convidado/a a se perder ou se encontrar, por um período de 30 minutos, nos subsolos proibidos de Paris La Défense.
La chambre des mémoires à-venir foi projetada pelo/a arquiteto/a François Roche, que reuniu uma equipe multidisciplinar e internacional com o New-Territories: o/a filósofo/a Emanuele Coccia (França) e o/a artista Mika Tamori (Japão/Tailândia), o/a artista-diretor/a Chris Delaporte (França), o/a designer de som Damien Sorrentino (França) e a atriz Laura Benson (Reino Unido/França). Sinalizando o retorno do New-Territories_S/her à Europa, à França e a Paris, La Chambre des mémoires à-venir é a oportunidade definitiva para mergulhar sob a laje de Paris La Défense, nesses lugares proibidos, programados para serem reestruturados.
“Parece-nos plausível conjugar uma narrativa no tempo futuro do pretérito, no sentido literal, para olhar para um amanhã, um amanhã bem à nossa frente (aquele que nos assusta e que nunca paramos de acariciar) onde as espécies (a nossa e todas as que habitam este planeta) terão sofrido mutações, sendo ao mesmo tempo humanas e tecnoides, vegetais e cerebrais, crisálidas e quimeras darwinianas. Criaturas pós-parietais dão a si mesmas o direito de especular sobre a hipótese de um novo ramo da evolução. Então, uma jornada à superfície, para dentro da psique de uma “pílula azul” ” New-Territories_S/he
La Chambre des mémoires à-venir é imersiva e performática – filosófica e tecnológica, científica e psicológica, cinematográfica e teatral – viva, visual e arquitetônica.
La Chambre des mémoires à-venir é experimentada, vivida, encenada, sentida, construída e desconstruída. É essa metamorfose que é proposta em Paris, nos espaços intermediários/intersticiais sob a laje de Paris La Défense.
Durante o evento, esses subsolos proibidos abrir-se-ão ao público pela primeira e última vez, tornando-se um covil onde se pode ouvir fragmentos de uma conversa, uma disputa, uma controvérsia polifônica e cavernosa, colocada em palavras e encenada entre um/a filósofo/a e um/a arquiteto/a que confiam a entidades pareidólicas e cósmicas o que é sussurrado sobre o futuro do mundo em um outro lugar temporal. Um retrofuturo arqueológico que nos observa lutar através do aqui e agora.
"Aqui, amanhã, já presente"
