
Para a próxima instalação "Homeplace", o Matri-Archi(tecture) reimagina e reconfigura a Rotunda da Pinakothek der Moderne como um local para reflexões críticas sobre a espacialidade do habitar, compartilhando com–e convidando–os/as visitantes a considerar quais formas e imaginações um lar pode invocar e conter. Ao se reunir, o Matri-Archi(tecture) interroga a pluralidade de um "homeplace" (lugar de lar), não fixado em escala, duração ou estado. Por meio de assemblages de têxteis, som e narrativa–mítica, especulativa e performativa–a instalação explora pontos em comum e possíveis formas de criação de lugares, centrando o "homeplace" como um espaço que é, ao mesmo tempo, afetivo e íntimo, revelando as dimensões das experiências pessoais, interpessoais e corporificadas de pertencimento.
A exposição se materializa em três partes. Uma cortina de contas se estende do piso térreo até a cúpula da Rotunda, criando um espaço de transparência e intimidade. O espaço atmosférico é complementado por uma paisagem sonora baseada em uma série de vozes da diáspora, explorando ideias sobre o habitar. O Matri-Archi(tecture) abre e estende "Homeplace" com um imbizo (termo zulu para "reunião") que ativa a instalação durante a vernissage da exposição.
