
Uma corrida armamentista está em curso nos mundos da computação e da pesquisa em fabricação arquitetônica. Robôs com capacidades cada vez maiores, mais rápidas e potentes estão disponíveis e podem produzir resultados com precisão de nível militar. A premissa é que, por meio do uso dessas ferramentas avançadas, arquitetos/as farão avançar a produção de resultados — mas será que essas ferramentas podem ser desenvolvidas mantendo em mente as formas tradicionais de engajamento humano? Robôs não são particularmente adaptáveis. Eles não integram mudanças com facilidade — pelo menos, ainda não. Os seres humanos, por outro lado, exibem uma grande capacidade de adaptação, mas carecem da precisão dos robôs. Como a precisão e a adaptação poderiam ser combinadas na arquitetura, especificamente no contexto do Japão, onde as imperfeições são aceitas como parte de uma forma ideal?
Esta palestra explorará essa questão, com a apresentação de uma série de projetos de construção de pequena escala em Tóquio.
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