
Mesmo que você não saiba exatamente o que é arquitetura de mídia, provavelmente já a viu muitas vezes. Talvez você até tenha interagido com ela, o que, frequentemente, é o propósito da arquitetura de mídia. Essa interação pode variar desde atividades cotidianas, como verificar o painel de partidas em uma estação de trem, até a imersão em instalações artísticas que misturam tecnologia digital com camadas de informação. Diante dessa onipresença, chegou o momento de desenvolver um olhar crítico sobre essa disciplina emergente que influencia nossas vidas diárias, afirma Martijn de Waal, co-curador da próxima Media Architecture Biennale (MAB20), que ocorrerá como um evento online de 28 de junho a 2 de julho de 2021.
Com o tema "Futures Implied" (Futuros Implícitos), a MAB20 busca abrir o debate sobre como arquitetos/as de mídia podem contribuir para sociedades que funcionem melhor. De Waal questiona: “Como a arquitetura de mídia pode impulsionar a sustentabilidade social e os direitos digitais dos/as cidadãos/ãs, a ação coletiva e novas dinâmicas em espaços públicos? Como ela pode ajudar a equilibrar o consumo e a sustentabilidade, estimulando, assim, economias mais circulares?”
