
II STREET MUSEUM II
Parece haver uma mudança de paradigma no pensamento por trás dos museus. Sua função convencional evoluiu e continua a evoluir. Nos museus tradicionais, o aprendizado era realizado por meio da observação inerte e da audição, em vez da participação ativa. A arquitetura não é apenas o que parece, mas também o que faz; sob esse ponto de vista, podemos conceber a rua como um museu performativo?
