
A vida metropolitana impõe um ritmo acelerado que exclui momentos de contemplação e introspecção. O ideal da cabana primitiva, por sua vez, representa um momento primogênito para a arquitetura, onde as necessidades materiais e simbólicas convergem, as relações entre forma e uso se intensificam, e as diferenças entre móvel e imóvel se dissipam.
Yoshifumi Nakamura é um arquiteto japonês que dedicou cinquenta anos de sua vida profissional a pensar e conceber espaços reduzidos que buscam promover um estado de contemplação.
