
Este ano marca o centenário do nascimento de Robert Rauschenberg. Devemos celebrar o centenário de artistas de "vanguarda"? Ainda mais de um artista neo-dadaísta? Tal celebração não seria um tanto burguesa?
Talvez seja... mas e se o homenageássemos de uma forma neo-dadaísta, da maneira mais inconvencional e criativa possível?
Se contemplarmos a obra intitulada The Happy Apocalypse, encomendada por uma igreja na Itália (mas posteriormente rejeitada), o que vemos?
