
PREMISSA
A história do nascimento e do fim começou a ser tecida quando os seres humanos começaram a observar as estrelas e os corpos celestes. Fenômenos socioculturais e a linguagem pavimentaram o caminho para a religião e as crenças. Cada religião trazia consigo uma nova crônica, que tocava nossas emoções. Infraestruturas e espaços para a realização desses rituais foram construídos, ocupando posições de grande santidade e significado na sociedade. Túmulos, pirâmides, templos e todo tipo de estrutura foram erguidos, formando, muitas vezes, o coração de uma cidade ou civilização.
Na era da globalização, em que a cultura se torna homogênea, é possível imaginar uma sociedade na qual as religiões já não são distintas. Onde a sociedade superou rituais e desenvolveu novas tradições. Nessa era, o nascimento e a morte — constituindo o ciclo da vida — também seriam celebrados de formas não convencionais, e os rituais seriam reescritos.
