
Estão abertas as inscrições para a próxima Experimental Fellowship, em parceria com a plataforma de dados de materiais revalu. A Spring Fellowship da Experimental Foundation, em parceria com a revalu, apoia pesquisas baseadas na prática realizadas por escritórios de arquitetura emergentes com experiência aplicada no setor. A bolsa é voltada para profissionais que buscam contribuir para uma mudança transformadora no setor da construção. Destina-se a arquitetos/as que colaborem com clientes (incorporadores, públicos ou privados) ou parceiros da indústria que busquem implementar soluções regenerativas, circulares e conscientes do clima em projetos-piloto, por meio de abordagens inovadoras e sistêmico-analíticas.
Com foco no planejamento de projetos aplicados e processos de entrega, além do intercâmbio e disseminação de conhecimento, a Fellowship fortalece tanto a pesquisa quanto a implementação prática. Ela permite que arquitetos/as testem e documentem estratégias com materiais regenerativos, ao mesmo tempo em que expandem sua experiência e visibilidade profissional. Em seu núcleo está a “Fase Zero” – a fase inicial de conceito e projeto – na qual os/as participantes avaliam as condições existentes, analisam necessidades, monitoram ciclos de vida e tomam decisões fundamentadas sobre materiais, intervenções e colaborações.
Esta Fellowship reúne a experiência e a rede da Experimental em pesquisa arquitetônica baseada na prática e sistêmico-analítica com a infraestrutura digital da revalu para a tomada de decisões sobre materiais de baixo carbono em toda a Europa. Ela capacita profissionais emergentes talentosos/as a expandir e aplicar sua expertise, transformando investigações em soluções aplicadas por meio de colaboração ativa e co-design com a Experimental Foundation e a revalu. Trabalhando com a biblioteca de materiais da revalu, que se baseia em dados EPD atualizados e em um espaço de trabalho digital colaborativo, as equipes podem desenvolver e documentar escolhas com maior velocidade, clareza e rastreabilidade. A parceria adiciona uma camada prática de orientação e expertise em rede, de modo que as decisões da “Fase Zero” se traduzam em especificações prontas para aprovação e evidências confiáveis para a implementação.
