
O Tezontle, formado por Lucas Cantú e Carlos H. Matos, apresenta uma intervenção no espaço da LIGA que descreve parte do trabalho que vêm desenvolvendo recentemente: o Sinseñalismo, que investiga o conceito da desconectividade digital e da desaceleração, com o intuito de encontrar ou descobrir relações entre estes temas na arquitetura e na arte. É por meio desta experiência que promovem e mostram uma reconexão com a essência elementar do ser humano.
Refugio justo é uma cabana-máquina para um eremita intermitente, ou seja: o espaço onde se pode ter uma vida sinseñalista, uma vida desconectada do digital e, portanto, desacelerada.
Este habitáculo busca mostrar a vida do eremita por meio de uma série de objetos, artefatos e esculturas que representam e simbolizam a rotina do/a usuário/a; elementos que, através da interação, nos remetem às formas de vida mais básicas, uma maneira de nos vincularmos ou conectarmos com a natureza, com o essencial, e de questionarmos a forma de vida contemporânea, os padrões, usos e costumes que tomamos como certos.
