
A República do Togo estreou seu primeiro pavilhão nacional na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia em 2025, com um projeto intitulado Considering Togo's Architectural Heritage. A curadoria foi realizada pelo Studio NEiDA, sob a comissão de Sonia Lawson, diretora fundadora do Palais de Lomé.
A publicação Considering the Architectures of Togo é o catálogo que acompanha este pavilhão inaugural. A obra explora as narrativas arquitetônicas do Togo desde a virada do século XX, concentrando-se nos temas de conservação e transformação. As edificações apresentadas compõem uma documentação metódica da arquitetura icônica do Togo, estabelecendo um diálogo entre práticas construtivas convencionais e técnicas de construção modernistas.
