
Cada edição da revista engawa é um novo experimento que nasce da imagem de sua capa como fio condutor. A partir daí, os artigos se bifurcam, se entrelaçam ou simplesmente se justapõem, formando uma tapeçaria que convida a todas as pessoas a ler, opinar e colaborar.
Despir, remover camadas, deixar a pele à mostra até revelar o íntimo parece um caminho simples, mas a verdade é que nada chega a estar, de fato, nu. A pele se veste de memórias, tremores, tabus e aspirações.
As maquetes de Pemjean, ainda que brinquem com uma nudez nívea e homogênea, jamais estarão completamente despidas. Suas vestimentas vêm de longe. Desde o espaço real que lhes serve de modelo, até a luz que faz vibrar o espaço ou o olhar de quem observa.






