
Este estudo apresenta um campo rico de interseções entre a vanguarda radical moderna, antes e depois da Internacional Situacionista, os projetos de arquitetura social centrados nos modos de vida de ciganos, imigrantes meridionais e lumpen urbano, lugares onde, precisamente, nascem as distintas heterodoxias flamencas; novas formas de habitabilidade, de produção simbólica e de reinvenção de públicos, espaços e lugares.
- Introdução
- Prefácio. As máquinas de habitar
- Arquitetura radical. A fazenda letrista de Aubervilliers, por Benito Barja
- Arquitetura social. Arquiteturas dos corpos, por María García Ruiz
- Arquitetura teatral. A invenção da vida cotidiana, por Francisco Lira
- Epílogo: Desmontar a máquina, por Raoul Vaneigem




