
O Modernismo falhou conosco? Pode-se dizer que Walter Gropius lançou a pedra fundamental da arquitetura moderna em 1919 ao fundar a Bauhaus. Consequentemente, a arquitetura moderna já ultrapassou os 100 anos. Este primeiro século do Modernismo chegou ao fim com um balanço ambivalente. O entusiasmo por suas conquistas caminha lado a lado com o descontentamento em relação a uma parcela considerável de seus resultados, bem como seu impacto nos ambientes naturais e construídos. Os/as defensores/as mais fervorosos/as desses ideais modernistas formularam alegações grandiosas de que o Modernismo estava destinado a proporcionar ambientes progressistas e humanos. Infelizmente,
o cumprimento dessas promessas foi, na melhor das hipóteses, irregular.
Podemos atualizar esse arcabouço ideológico, estabelecendo uma nova perspectiva que seja, ao mesmo tempo, aberta e operacional? Se o primeiro século do Modernismo pode ser considerado uma arquitetura da abstração e das ideias, o que poderíamos projetar se voltássemos nossa atenção, neste segundo século do modernismo, para uma arquitetura de abundância emocional? Second Century Modernism cria uma arquitetura de riqueza e comunidade ao priorizar o significado emocional, por meio de uma mudança no processo de projeto que equilibra o racional com o intuitivo, e uma abordagem “Menos + Mais” para expandir o leque de valores culturais que podemos equilibrar de forma inclusiva em nossos ambientes. A obra convida a abraçar as qualidades paradoxais da existência humana.
ISBN
9781957183343Título
Second Century ModernismAutor
John Jennifer Marx, AIA and Form4 ArchitectureEditor
ORO EditionsAno da Publicação
2025Encadernação
HardcoverIdioma
American
