
A exposição reúne desenhos, colagens e maquetes que evocam arquiteturas e paisagens absurdas.
Texto por Vanessa Grossman.
"É a cidade que está fora de escala, deformada, deslocada temporalmente, ou o lote, o edifício, ambos? É do encontro entre a incongruência da paisagem material e da cultura arquitetônica das metrópoles — que em São Paulo atingiu o estatuto de aberração — e a proeminência da paisagem natural, americana, desmedida, condicionando cenários urbanos como os do Rio de Janeiro ou Santiago do Chile —que derivam as estratégias e operações propostas por Miniatura. Quisera o arquiteto ou o urbanista ter imaginado as diferentes escalas, formas e formações (minerais, geológicas), e temporalidades que nelas coexistem.
