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Museu de Arte Contemporânea de Suzhou é inaugurado como o primeiro museu de arte concluído pelo BIG

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O Museu de Arte Contemporânea de Suzhou está agora oficialmente aberto ao público às margens do Lago Jinji, em Suzhou, na China. O edifício de 60.000 m² foi projetado pelo escritório BIG – Bjarke Ingels Group, ARTS Group, VIA.inc e SHUISHI para o Departamento de Cultura, Esporte e Turismo do Parque Industrial de Suzhou. O projeto foi concebido como uma vila de 12 pavilhões sob uma cobertura contínua que se assemelha a uma fita, com um corredor coberto que traça um caminho pela paisagem como uma rede de espaços de exposição. A implantação é inspirada na tradição dos jardins de Suzhou, tombados pela UNESCO. A inauguração do projeto ocorre após uma série de exibições prévias, incluindo a exposição "Materialism", organizada pelo escritório, que continua em cartaz. O complexo de edifícios deve se tornar um novo ponto de encontro para a arte contemporânea, o design e a vida pública, marcando o primeiro museu de arte concluído pelo BIG.

Museu de Arte Contemporânea de Suzhou é inaugurado como o primeiro museu de arte concluído pelo BIG - Mais Imagens+ 33

Edifício TP-LINK LXD / KPF

Edifício TP-LINK LXD / KPF - Mais Imagens+ 21

  • Arquitetos: KPF
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  124600 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2026

Centro de Reciclagem de Recursos Renováveis TCC DAKA / KPF

Centro de Reciclagem de Recursos Renováveis TCC DAKA / KPF - Mais Imagens+ 30

  • Arquitetos: KPF
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  6500 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2025

Complexo de Uso Misto Westlake 66 / KPF

Complexo de Uso Misto Westlake 66 / KPF - Mais Imagens+ 24

  • Arquitetos: KPF
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  2093000 ft²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2026

Grande Ópera de Xangai, do Snøhetta, se aproxima da conclusão antes da inauguração em outubro

O Shanghai Grand Opera House, projetado pelo escritório Snøhetta, entrou em sua fase final de construção. Estão em andamento os preparativos para a abertura oficial do edifício em 17 de outubro de 2026, dando início a uma temporada que contará com 82 apresentações de 47 produções aclamadas. O projeto em espiral do Snøhetta para o novo espaço cultural foi selecionado por meio de um concurso internacional em 2016. Em 2019, o escritório de arquitetura, juntamente com o East China Architectural Design & Research Institute (ECADI), a Theatre Projects e a Nagata Acoustics, foi formalmente contratado para desenvolver a obra desde o conceito até a sua conclusão. O projeto estava previsto originalmente para ser concluído em 2025, como parte de um plano diretor cultural mais amplo voltado a consolidar o papel de Xangai como um centro internacional de cultura e inovação.

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Primeira Casa de Ópera de Busan, do Snøhetta, aproxima-se da conclusão

Comissionada em 2012 após um concurso internacional de projetos, a Ópera de Busan, projetada pelo escritório Snøhetta, está em construção na orla do Porto Norte da cidade, com as obras principais previstas para conclusão no final de 2026 e abertura planejada para 2027. Concebido como a primeira casa de ópera na segunda maior cidade da Coreia do Sul, o projeto redefine a tradicional casa de ópera como uma instituição cívica aberta e inclusiva. Em vez de funcionar apenas como um local de espetáculos, o edifício é concebido como um destino público que promove o uso cotidiano, a experiência coletiva e o engajamento cultural de longo prazo na paisagem urbana em constante evolução de Busan.

Primeira Casa de Ópera de Busan, do Snøhetta, aproxima-se da conclusão - Mais Imagens+ 12

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Construindo o otimismo: lições da adaptação climática em 2025

O risco climático é uma condição global compartilhada, marcada pelo agravamento do calor, escassez de água, inundações e perdas ecológicas que nenhuma fronteira pode conter. Em 2025, essas pressões aguçaram uma consciência coletiva de que os compromissos governamentais e os acordos internacionais não estão acompanhando a realidade vivida. Nos mais diversos contextos geopolíticos, a tensão é imediata e estrutural, revelando lacunas entre a ambição das políticas públicas e a mudança material. Este momento expôs uma dependência crescente de disciplinas fora das estruturas formais para responder de forma rápida, inteligente e com responsabilidade.

Construindo o otimismo: lições da adaptação climática em 2025 - Mais Imagens+ 20

Os melhores projetos de arquitetura de 2025

À medida que o ano se aproxima do fim, é novamente hora da equipe de curadoria do ArchDaily refletir sobre os projetos mais bem-sucedidos de 2025 e considerar quais foram os mais interessantes para os leitores. Através desta visão diversificada, avaliamos as semelhanças e diferenças em tendências e soluções construtivas. Nesse ano, tivemos muitos espaços culturais e públicos de grande escala por Lina Ghotmeh, BIG, Zaha Hadid Architects, DnA e Serie Architects, que marcaram presença em eventos como a Expo Osaka e a Bienal de Veneza, além de um número surpreendente de museus e obras públicas ou de paisagismo na China e em todo o restante do continente asiático. No entanto, ao mesmo tempo em que esses foram projetos muito procurados, as obras mais populares permaneceram, sem surpresa, sendo os projetos residenciais.

Mais especificamente, as casas mais vistas no ArchDaily global possuem estrutura de concreto com considerável presença de vegetação e foco no paisagismo. Elas propõem layouts que destacam vazios e pés-direitos duplos, bem como pátios internos ou grandes aberturas para o exterior. Embora algumas referências tenham sugerido elementos tradicionais ou vernaculares, as reinterpretações modernistas ainda foram predominantes. As tendências de materiais são muito mais contidas, com uma recorrência do uso de concreto aparente, enquanto a madeira e a pedra foram elementos de destaque comuns. Ainda assim, o mais interessante sobre as obras deste ano são os esforços dos arquitetos em situar e inserir os projetos em seus entornos, dando atenção especial à paisagem e como os projetos se fundem com a natureza.

Os melhores projetos de arquitetura de 2025 - Mais Imagens+ 96

Cloud 11 Creative Park / Snøhetta

Cloud 11 Creative Park / Snøhetta - Mais Imagens+ 18

  • Arquitetos: Snøhetta
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  250000 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2025

Museu de Arte Contemporânea Suzhou / BIG

Museu de Arte Contemporânea Suzhou / BIG - Mais Imagens+ 39

Novos espaços culturais, prêmios e arquitetura transformadora de Gana a Nova York: Resumo da semana

As notícias de arquitetura desta semana destacam um panorama global diversificado de inovação em design, investimento cultural e reuso adaptativo. Em diferentes continentes, novos museus e espaços culturais estão sendo inaugurados para promover o diálogo em torno da arte, do design e do engajamento comunitário. Ao mesmo tempo, importantes premiações e anúncios de projetos reforçam a crescente relevância de práticas sustentáveis e socialmente conscientes na definição da arquitetura contemporânea. De transformações adaptativas em Nova York, Tainan e Milão — incluindo os preparativos para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milano Cortina 2026 — a novos marcos culturais em Gana e no Catar, o panorama desta semana apresenta projetos de escritórios renomados como Herzog & de Meuron, Snøhetta e Mecanoo, além de iniciativas de práticas emergentes como o Limbo Accra, na África Ocidental.

Novos espaços culturais, prêmios e arquitetura transformadora de Gana a Nova York: Resumo da semana - Mais Imagens+ 17

Museu de Arte Contemporânea de Suzhou, do BIG, na China, aproxima-se da conclusão com a exposição "Materialism"

O Museu de Arte Contemporânea de Suzhou (Suzhou MoCA), projetado pelo BIG – Bjarke Ingels Group, está em fase de conclusão na orla do Lago Jinji, em Suzhou, na China. Concebido como um conjunto de doze pavilhões sob uma cobertura contínua que se assemelha a uma fita, o complexo de 60.000 metros quadrados reinterpreta a arquitetura de jardins tradicional que há muito define a identidade urbana e cultural de Suzhou. Encomendado pelo Suzhou Harmony Development Group e desenvolvido em colaboração com o ARTS Group e a Front Inc., o projeto deve ser inaugurado oficialmente em 2026. O museu fará sua estreia com "Materialism", uma exposição com curadoria do BIG que traça uma jornada material que vai da pedra aos materiais reciclados.

Museu de Arte Contemporânea de Suzhou, do BIG, na China, aproxima-se da conclusão com a exposição Materialism - Mais Imagens+ 13

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CarbonSpace: Projetando com carbono desde o primeiro esboço

Todo ato de construir começa com a transformação de matérias-primas, energia e solo, o que inevitavelmente acarreta impactos ambientais. Isso engloba todas as alterações que um processo desencadeia no mundo natural: da extração de recursos às emissões de poluentes, do consumo de energia à perda de biodiversidade. Mensurar esse impacto é complexo, pois envolve múltiplas dimensões. O carbono consolidou-se como a métrica comum, traduzindo esses efeitos em emissões de gases de efeito estufa (equivalente de CO₂) diretamente ligadas ao aquecimento global. Essa padronização tornou o indicador onipresente e comparável entre diferentes materiais, sistemas e setores. Reduzir as emissões de carbono significa, portanto, atacar a raiz do aquecimento global — uma tarefa de urgência máxima para a indústria da construção, responsável por cerca de 39% das emissões globais. Em resposta a esse desafio, o MVRDV NEXT, divisão de inovação e ferramentas digitais do escritório de arquitetura holandês, lançou o CarbonSpace, uma plataforma aberta e gratuita que leva a contabilidade de carbono diretamente para a mesa de projeto, ainda na fase do rascunho em guardanapo.

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Pavilhão Jinji Lake / BIG

Pavilhão Jinji Lake / BIG - Mais Imagens+ 20

  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  1200 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2025
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Os 25 projetos mais aguardados de 2025

Com a proximidade do fim de 2024, o mundo da arquitetura volta seus olhos para 2025, um ano que promete revelar projetos transformadores em todo o mundo. Desde marcos culturais na Ásia — como o "Grand Ring" de Sou Fujimoto para a Expo 2025 em Osaka e o Museu de Ciência de Hainan, do escritório MAD Architects, na China — até desenvolvimentos urbanos dinâmicos, como o Harajuku Quest do OMA em Tóquio e a Elbtower de David Chipperfield em Hamburgo, esses projetos refletem o compromisso com a inovação, a sustentabilidade e a preservação do patrimônio cultural.

Na América do Norte, o Shirley Chisholm Recreation Center do Studio Gang, no Brooklyn, e o Lucas Museum of Narrative Art, em Los Angeles, destacam o papel da arquitetura no fortalecimento dos laços comunitários. Enquanto isso, a Europa aguarda a torre residencial híbrida de Shigeru Ban na Antuérpia e o Centro de Visitantes do Parque Nacional de Butrint, na Albânia, projetado por Kengo Kuma, evidenciando a interseção entre o design contemporâneo e o contexto local. À medida que essas obras ganham forma, oferecem um vislumbre do poder da arquitetura de redefinir espaços e inspirar comunidades.

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Métodos construtivos em foco: o debate entre divisórias maciças e ocas

Dois métodos principais de construção são comumente identificados na arquitetura e no design: a construção sólida versus a construção oca. Esses métodos variam significativamente entre diferentes culturas e regiões, especificamente no que diz respeito aos sistemas de divisórias internas, mesmo quando parecem intercambiáveis. Cada um possui suas próprias práticas consolidadas, influenciadas por materiais locais, preferências da mão de obra, condições climáticas e tradições culturais. Quando arquitetos/as e designers se concentram apenas em seu contexto local, é fácil ignorar premissas construtivas mais amplas, o que limita a flexibilidade e a metodologia projetual. Isso levanta uma questão importante: como essas duas abordagens construtivas se diferenciam?

Concentrando-se principalmente nos sistemas internos, as distinções entre a construção sólida e a oca decorrem, em grande parte, da disponibilidade de materiais e das preferências da mão de obra. Por exemplo, nos Estados Unidos e no Japão, paredes estruturadas em montantes (studs), tanto de madeira quanto de metal, são frequentemente utilizadas para divisórias. Por outro lado, o tijolo continua sendo o material predominante para paredes divisórias em regiões como Hong Kong e o sul da China. Por que construímos de maneiras tão distintas, e quais são as vantagens e os desafios de cada metodologia construtiva?

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Museu de Arte Contemporânea de Suzhou, do BIG, atinge altura máxima na China

Com 60.000 metros quadrados, o Museu de Arte Contemporânea de Suzhou é concebido como uma vila de 12 pavilhões, apresentando uma leitura contemporânea do urbanismo, da arquitetura e da paisagem histórica da cidade. Projetado pelo Bjarke Ingels Group - BIG, ARTS Group e Front Inc., o projeto faz parte do desenvolvimento de Suzhou no entorno do Lago Jinji. A proposta reimagina o clássico jardim "lang", ou corredor, emoldurando jardins com instalações de arte ao ar livre. A disposição dos pavilhões se inspira no patrimônio dos jardins de Suzhou, conduzindo o público por uma jornada artística, natural e aquática. O museu, que recentemente teve sua estrutura finalizada, tem conclusão prevista para 2025.

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MVRDV projeta edifício comercial escalonado com terraços jardins na China

O MVRDV acaba de apresentar o seu mais novo projeto, um edifício comercial escalonado com terraços jardins a ser construído na cidade de Xangai, China. Desenvolvido para a empresa de tecnologia aplicada à agricultura, a Lankuaikei Agriculture Development (LAD), o edifício encontra-se situado em uma nova área de expansão urbana de Xangai e está composto por onze pavimentos escalonados cobertos por uma série de jardins acessíveis. Além disso, buscando transparecer a visão de uma empresa dedicada ao desenvolvimento de novas tecnologias aplicadas à agricultura, a estrutura conta com uma cobertura curva de alta tecnologia que acompanha a topografia construída do edifício. Incorporando uma série de princípios e critérios de sustentabilidade, o projeto desenvolvido pelo escritório holandês apropria-se de sua topografia escalonada para criar inúmeros jardins cultiváveis e acessíveis, incorporando diversos sistemas de energias renováveis e apropriando-se de materiais com baixo teor de carbono.

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