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Arquitetos: Sibling Architecture
- Ano: 2020
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Fabricantes: Dulux


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O mundo certamente se revela de forma diferente aos olhos de uma criança; tudo parece enorme, curioso e também desafiador. Não é por acaso que há muito se acredita que a nossa perspectiva de mundo é moldada justamente nos primeiros anos de nossas vidas. Quando questionado sobre suas memórias de infância na Suíça, Peter Zumthor afirmou que é exatamente na experiência de mundo de uma criança que reside a mais profunda sensibilidade arquitetônica. É neste lugar que Zumthor diz encontrar os as atmosferas e as imagens arquitetônicas que ele procura explorar em seu trabalho como arquiteto hoje.
Para melhor compreender a forma como uma criança cresce e se desenvolve física e psicologicamente ao longo dos anos é preciso estar atento a uma série de diferentes fatores, como a herança genética, as interações que têm com outras crianças e adultos, assim como as características dos ambientes onde vivem, aprendem e se divertem. Penando nisso, e em comemoração ao Dia Mundial da Criança, nós do ArchDaily decidimos listar aqui alguns projetos da nossa base de dados que nos oferecem um vislumbre sobre algumas das estratégias utilizadas por arquitetos e designers para estimular a autonomia das crianças e promover seu bem-estar físico e mental através do espaço construído.

O pavilhão virtual Build Better Now foi aberto ao público durante a COP26, apresentando dezessete projetos sustentáveis que demonstram as oportunidades do ambiente construído para enfrentar a crise climática. A iniciativa, dirigida pelo UK Green Building Council, surge como uma chamada global para ações climáticas, destacando o compromisso da indústria da AEC com a prática sustentável em um cenário mundial, especialmente considerando que este ano a COP26 dedicou um dia a edifícios e cidades.

Ao projetar um espaço arquitetônico, é necessário pensar em como satisfazer as necessidades de cada uma das pessoas que o utilizam, buscando alcançar um nível adequado de conforto e uma experiência agradável. Auditorórios, cinemas e teatros são espaços que envolvem grandes públicos; por isso, deve-se prestar atenção especial a fatores como a isóptica, a acústica e a acessibilidade, para que, ao presenciar um evento, todas as pessoas sejam capazes de receber a mesma informação.

Quando consideramos o contexto das cidades, ao mesmo tempo que a violência urbana é um reflexo dos problemas e das desigualdades sociais, ela também reflete no território e na nossa forma de viver. Em outubro, no dia 2, foi celebrado o Dia Internacional da Não-Violência – inspirado nisso, destacamos aqui uma série de projetos para refletir sobre formas não-violentas de ocupar os espaços públicos.





A indústria da construção civil é responsável pelo consumo de cerca de 75% dos recursos naturais do planeta. Pedras, areia, ferro e outros tantos recursos finitos são retirados em enormes quantidades para suprir os mercados. Além da exploração, a grande quantidade de resíduos gerados nos canteiros de obra é algo preocupante, seja durante as obras ou em demolições e remodelações. No Brasil, por exemplo, os Resíduos da Construção Civil podem representar entre 50% e 70% da massa dos resíduos sólidos urbanos [1]. O destino dado a esses entulhos é outro fator chave, uma vez que muitas vezes são postos em caçambas que acabam indo para aterros e lixões sem um destino correto e adequado, sobrecarregando os sistemas de limpeza pública municipais e criando locais de deposição informais.



Construir futuros mais equitativos começa com a comunidade. Para o escritório internacional Woods Bagot, os três estúdios da empresa nos EUA são agora liderados por mulheres, e sua liderança conjunta está criando projetos mais inclusivos e dinâmicos que repensam tradições passadas. Cada diretora assumiu as rédeas antes do início da pandemia global, e agora o trio trabalha para repensar como a prática pode enfrentar diversos desafios em Nova York, São Francisco e Los Angeles.

Com o conhecimento adequado prontamente disponível, terra, areia, giz, cal ou cascalho podem produzir um material de construção altamente versátil, resistente e durável. Seus resultados coloridos variam de região para região, dependendo do componente natural do solo, do clima e do tratamento. Enquanto alguns preferem minimizar qualquer processamento adicional, outros apreciam a exploração das superfícies de Terra Compactada. Diferentes texturas e camadas fascinantes de terra multitonada ou multicolorida podem ser usadas para criar uma superfície sólida que enriquece a qualidade visual de um espaço e transmite uma sensação de calor a qualquer projeto.

Até 2050, projeta-se que a população mundial ultrapasse os 10 bilhões de pessoas, tornando as cidades superpopulosas um dos desafios mais urgentes da atualidade. A análise de dados, o aprendizado de máquina, a evolução dos transportes e o rápido avanço de novas tecnologias sociais estão transformando progressivamente as necessidades das pessoas e das comunidades. Isso terá um impacto cada vez mais direto sobre a superpopulação e o nosso ambiente construído.

O escritório Woods Bagot desenvolveu o projeto para a nova Melbourne Business School, na Austrália. Planejado para uma das principais escolas de negócios do país, o projeto ficará adjacente ao atual campus da instituição, no número 200 da Leicester Street. Após a conclusão, o edifício se tornará a nova sede da escola, abrigando também atividades correlatas de pós-graduação em negócios e economia da University of Melbourne. A proposta visa construir um novo campus no coração do emergente distrito do conhecimento de Melbourne.