Este artigo é parte da nossa nova série "Material em Foco", onde os arquitetos compartilham conosco como se dá o processo de criação através da escolha de materiais que definem parte importante da construção de seus edifícios.
A Casa dos Caseiros, foi projetada pelo escritório 24.7 arquitetura. O projeto com 70 metros quadrados surge de uma encomenda privada de um projeto de habitação de interesse social a ser construído em steel frame e em grande escala, em algumas cidades do estado do Rio de Janeiro. Nós conversamos com o arquiteto Giuliano Pelaio para saber mais sobre as escolhas dos materiais e sobre os desafios do projeto.
O pavilhão dinamarquês projetado por Henning Larsen Architects foi aberto ao público na Praia de Ipanema para celebrar a participação da Dinamarca nos Jogos Olímpicos Rio 2016. O projeto é o único pavilhão nacional dos Jogos, e contém mostruários exibindo empresas e produtos dinamarqueses. O projeto é inspirado na tradição náutica do país, ao passo que painéis de LED programáveis permitem que a cobertura do pavilhão forme uma série de bandeiras diferentes vistas de cima.
Como vocês já sabem, fizemos uma parceria com o Spotify e criamos um canal ArchDaily Brasil onde colocaremos periodicamente listas musicais para os mais diversos gostos. Um dos principais objetivos deste canal é convidar pessoas envolvidas com arquitetura para criarem listas que estimulem as diversas atividades cotidianas e compartilhar este outro lado delas com vocês.
https://www.archdaily.com.br/pt/790983/playlist-convidada-pedro-kokPedro Vada
Idealizado com o intuito de evidenciar e discutir a produção arquitetônica contemporânea, o Instituto Tomie Ohtake e a AkzoNobel apresentam anualmente o Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake Akzonobel.
Reconhecer inventivas realizações no campo da arquitetura brasileira, buscando contemplar os mais distintos programas e contextos, além de refletir sobre rumos da prática profissional, são parâmetros determinantes a esse prêmio que vêm delineando de maneira expressiva alguns dos rumos da produção atual.
Como parte da cobertura do ArchDaily Brasil na Bienal de Veneza deste ano, compartilhamos a seguir informações sobre o Pavilhão do Brasil, que reúne quinze projetos e iniciativas de diferentes regiões do país e que tem curadoria de Washington Fajardo.
A Casa da Flor é uma arquitetura onírica erguida a partir do sonho de Gabriel Joaquim dos Santos (1892-1985). Filho de um escravo negro com uma índia, este trabalhador das salinas próximas a São Pedro da Aldeia (140 km do Rio de Janeiro) construiu sua casa a partir da coleta de restos e resíduos, os quais ganharam um novo sentido de uso nas paredes da pequena edificação unifamiliar.
O mesmo princípio moveu a arquiteta Lina Bo Bardi (1914-1992) na Casa Valéria Cirell, em São Paulo. Primeira expressiva realização da arquiteta manifestando o que defendia ser o nacional-popular, em oposição ao modernismo hegemônico dos circuitos de debate e da produção arquitetônica na época. Bo Bardi vai se interessar pelo homem simples e popular, identificando signos da cultura negra e sentidos lentamente burilados por fricção e amálgama, por desejo de converter-se em outra coisa: no brasileiro.
Projetado em 1940 em torno de um lago artificial, o Conjunto Moderno da Pampulha, em Belo Horizonte - MG, teve seu dossiê de candidatura a Patrimônio Mundial da UNESCO aprovado. A notícia chegou ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) nesta semana. O conjunto conta com obras de Oscar Niemeyer, jardins criados por Roberto Burle Marx, painéis de Cândido Portinari e esculturas de Alfredo Ceschiatti.
Nesta edição, registrou-se um aumento de estados brasileiros participantes e houve uma expansão no número de projetos de outras áreas além da residencial (52%), como institucional (16,8%) e comercial (14,3%), entre outros tipos de uso.
O Museu de Arte Moderna do Rio de janeiro promove a exposição "Matéria e Luz: Josep Ferrando Architecture", que aborda questões fenomenológicas relativas à materialidade e a luz na arquitetura através da obra de Josep Ferrando Bramona, do escritório Josep Ferrando Architecture. A exposição permanece em cartaz até o dia 10 de abril deste ano.
Falar de concreto sem mencionar obras do brutalismo brasileiro seria quase inadmissível para um crítico de arquitetura, e Moore sabe disso, por isso, entre os dez melhores elegeu, talvez, o exemplo mais interessante dentre todos os edifícios de concreto do Brasil: o Sesc Pompeia, emblemático projeto de recuperação e anexos para uma antiga fábrica de tambores na cidade de São Paulo, realizado por Lina Bo Bardi em 1986.