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Guia de Arquitetura de Londres: 20 atrações modernas e contemporâneas para explorar na potência cultural e financeira do Reino Unido

A história arquitetônica de Londres é uma rica tapeçaria que tece estilos de vários períodos e influências. No pós-guerra, a cidade experimentou um surto de arquitetura moderna, tornando-se uma tela para experimentação. Novos movimentos estilísticos viram sua expressão cristalizada através de edifícios como o Lloyd’s Building, de Richard Rogers, um dos exemplos mais representativos da arquitetura High-Tech, ou o Barbican Estate, um conjunto habitacional de grande escala que se tornou a estrutura icônica da arquitetura brutalista.

A paisagem arquitetônica contemporânea de Londres continua a evoluir, em parte através das obras de arquitetos/as de reconhecimento internacional, como Norman Foster, Zaha Hadid e Thomas Heatherwick. Essa mistura variada de estilos e formas de expressão reflete a capacidade da cidade de abraçar movimentos arquitetônicos de importância global. Como um centro de inovação, Londres continua a atrair arquitetos/as consagrados/as e emergentes que moldam seu horizonte e contribuem para o discurso arquitetônico internacional, com cada novo edifício oferecendo um vislumbre da natureza em constante mudança do tecido urbano de Londres.

Guia de Arquitetura de Londres: 20 atrações modernas e contemporâneas para explorar na potência cultural e financeira do Reino Unido - Mais Imagens+ 26

Delegacia de Polícia de Épernay / Explorations Architecture

Delegacia de Polícia de Épernay / Explorations Architecture - Mais Imagens+ 30

Estação Villejuif Gustave Roussy / Dominique Perrault Architecture

Estação Villejuif Gustave Roussy / Dominique Perrault Architecture - Mais Imagens+ 29

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Rumo às Olimpíadas de 2024: 20 projetos de arquitetura inovadores e icônicos para explorar em Paris

Em 1900, Paris sediou seus primeiros Jogos Olímpicos. Tratava-se da segunda cidade a receber o evento, logo após a edição inaugural em Atenas. Aquele foi também o ano da *Exposition Universelle* (Exposição Universal), ocasião em que a capital francesa pôde demonstrar, mais uma vez, como havia se reinventado em menos de 30 anos. Até hoje, Paris permanece como um polo de inovação e desenvolvimento arquitetônico de toda ordem, impulsionado por projetos ousados que transformam o modo de viver, além de novas técnicas e materiais. A cidade justapõe, de forma fascinante, a grandiosidade e o monumentalismo de suas obras predominantemente barrocas, "segundo império" e *art nouveau* a propostas que buscam reformas na habitação social, como nos trabalhos experimentais de Le Corbusier ou nas intervenções sensíveis de Lacaton & Vassal.

É essa abertura para o mundo que atrai não apenas milhões de visitantes anualmente, mas também mentes inovadoras e profissionais da arquitetura que se estabeleceram na cidade e fizeram dela seu segundo lar. Mais uma vez, Paris se transforma à medida que canteiros de obras de grande porte, reformas e restaurações se espalham por todo o território para receber atletas do mundo inteiro nas Olimpíadas de 2024.

Rumo às Olimpíadas de 2024: 20 projetos de arquitetura inovadores e icônicos para explorar em Paris - Mais Imagens+ 22

Explorando as estratégias arquitetônicas passivas nos edifícios icônicos de Renzo Piano

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Não é exagero dizer que Renzo Piano é um dos arquitetos mais unânimes que existem no mundo da arquitetura. Com uma obra que mescla respeito ao contexto, leveza e tecnologia para criar estruturas ambientalmente conscientes e esteticamente agradáveis, sua abordagem combina materiais avançados com técnicas tradicionais. Em projetos de diversas escalas, o arquiteto genovês mantém um fio condutor essencial: a implementação de estratégias arquitetônicas passivas, destacando a importância desses métodos para a sustentabilidade e a eficiência energética. Isso é frequentemente explicitado em seus croquis, como uma preocupação inicial, e se concretiza claramente nas obras finalizadas. Veja, a seguir, alguns exemplos em projetos icônicos desenvolvidos pelo seu escritório nas últimas décadas.

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Maximizando a infraestrutura degradada: o potencial de reaproveitar edifícios abandonados como habitação social

À medida que a demanda por habitação acessível cresce e a disponibilidade de imóveis de baixo custo diminui, os agentes do setor habitacional devem buscar abordagens mais inovadoras para o desenvolvimento de habitação social. Uma das oportunidades reside na restauração e na readequação de edifícios abandonados. Embora a construção de novas moradias continue sendo a principal estratégia das autoridades e associações de habitação, a reabilitação de edifícios degradados pode se consolidar como uma opção mais econômica. Essa abordagem não apenas maximiza o aproveitamento de infraestruturas deterioradas, mas também oferece uma oportunidade econômica para expandir a oferta de moradia acessível nas cidades. Se a reabilitação de edifícios residenciais abandonados parece uma solução óbvia, a estratégia se torna ainda mais crucial quando se considera a conversão de prédios comerciais, institucionais ou históricos em habitação de interesse social.

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CARE, uma ferramenta digital para comparar as emissões de construções novas e de reuso

A reforma e a reutilização adaptativa têm estado na vanguarda do discurso arquitetônico nos últimos anos. Isso demonstra que a profissão está cada vez mais consciente de seu impacto no meio ambiente e das oportunidades de reaproveitar o que já foi construído. A Architecture 2030 lançou recentemente o CARE, ou Carbon Avoided Retrofit Estimator, uma nova ferramenta digital que permite que arquitetos, proprietários e comunidades quantifiquem a reutilização adaptativa. Ao inserir um conjunto simplificado de informações do projeto, como metas de energia e possíveis intervenções na construção, os usuários podem estimar rapidamente as emissões operacionais de carbono geradas pelo uso do edifício e as emissões de carbono incorporadas que estão vinculadas aos materiais de construção empregados.

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Museu Albert Kahn / Kengo Kuma & Associates

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Boulogne-Billancourt, França

Aeroportos, estações, câmpus universitários e esportivos selecionados no Prix Versailles 2022

Foram anunciados os 24 projetos selecionados de aeroportos, câmpus universitários, estações de passageiros e também instalações esportivas que competirão no Prix Versailles 2022. Os finalistas mundiais na categoria de Lojas, Centros Comerciais, Hotéis e Restaurantes também serão anunciados em breve.

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Na era da renovação do estoque construído, como respondem os laureados do Prêmio Pritzker?

Após quase 50 anos de urbanização acelerada, o desenvolvimento urbano transitou da "era da expansão" para a "era do estoque construído". O planejamento das cidades deixou de focar na construção nova para se concentrar na reabilitação qualificada do tecido urbano existente, reativando seus espaços. Ao analisar os projetos de reforma recentes dos laureados do Prêmio Pritzker, investigamos como esses arquitetos e arquitetas respondem aos desafios da atual era de reabilitação urbana.

Casa da Cultura GES 2 / Renzo Piano Building Workshop

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Explorando o brise-soleil na França: exemplos aplicados em projetos

A relação entre o envelope do edifício e sua estrutura continua a ser uma peça central da arquitetura. A casca é o que torna os projetos abertos ou fechados, controlando as condições ambientais, a iluminação natural e as vistas. Quer sejam perfurados, ranhurados ou modulares, os brise-soleils são envelopes elegantes, que criam novas condições espaciais. Tal fato é especialmente verdadeiro na França, onde os arquitetos estão repensando a tradição para dar vida a novas estruturas teladas.

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Transformando escritórios em casas: soluções para vacância e escassez de moradia

Transformando escritórios em casas: soluções para vacância e escassez de moradia - Imagem de Destaque
The Cosmopolitan Building / BOGDAN & VAN BROECK. Imagem © Bogdan van Broek

A escassez de moradias é o catalisador para a especulação arquitetônica sobre cenários de resgate adaptativos ou a valorização de locais subutilizados nas cidades. Ao mesmo tempo, a crise da saúde e seus imperativos de trabalho em casa, trouxeram para o foco o potencial de reutilização adaptativa dos espaços de escritórios em habitações. A probabilidade de que alguns edifícios comerciais permaneçam vazios após a pandemia abre a possibilidade de trazer de volta moradias para os centros das cidades, possibilitando a implementação de uma visão de cidade de 15 minutos. A seguir, discutiremos os desafios e oportunidades de transformar espaços de escritórios em moradias, destacando a viabilidade e o impacto desse fenômeno limitado a longo prazo.

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Como interferir na arquitetura preexistente? Reabilitações projetadas por grandes arquitetos

A responsabilidade perante o uso e consumo de recursos naturais e os impactos da construção civil tem sido uma pauta constante nas discussões do campo da arquitetura e do urbanismo. Se no passado as ideias de “tábulas rasas”, demolições em massa e novas construções eram aceitas e incentivadas, hoje em dia parece haver uma transformação no cenário, no qual se faz necessária a discussão sobre reutilização, reuso adaptativo e reformas, partindo e utilizando daquilo que é existente. Neste texto propomos um olhar atento à como grandes arquitetos interagem com construções pré-existentes em seus projetos, a partir da análise de alguns casos.  

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Villa M / Triptyque

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  • Arquitetos: Triptyque
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  8000 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2021
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Construindo o Conhecimento: Novas Bibliotecas Francesas Projetadas para o Intercâmbio Cultural

Profissionais de design conceberam instituições cívicas, centros governamentais, praças públicas e diversos outros espaços como testemunhos de valores individuais e coletivos. Como os espaços de encontro e intercâmbio são elementos fundamentais para a vida urbana, a arquitetura também pode atuar como um meio para incentivar a compreensão mútua. Ao defender o conhecimento e capacitar o público, as bibliotecas celebram as ideias, a curiosidade e a empatia.

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Escritórios do Booking.com Le Sébastopol / Coldefy

Escritórios do Booking.com Le Sébastopol / Coldefy - Mais Imagens+ 22

  • Arquitetos: Coldefy
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  7821 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2019
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Soprema, Airclim, AutoDesk, ClimaWin, Concept Alu, +3

21 Projetos em que Kengo Kuma (re)usa materiais de maneiras incomuns

21 Projetos em que Kengo Kuma (re)usa materiais de maneiras incomuns - Mais Imagens+ 41

Kengo Kuma utiliza os materiais para se conectar com o contexto local e os usuários de seus projetos. As texturas e formas elementares dos materiais, sistemas construtivos e produtos são expostas e utilizadas em favor do conceito arquitetônico, valorizando as funções que serão executadas em cada edifício.

De vitrines feitas com telhas cerâmicas a painéis que filtram a luz com à luz peneirada criada por chapas metálicas expandidas, passando por um revestimento de poliéster etéreo, Kuma entende o material como um componente essencial que pode fazer a diferença na arquitetura, desde os estágios do projeto. Apresentamos, em seguida, 21 projetos nos quais Kengo Kuma usa e reúsa materiais de construção com maestria.