A visita de número 60 do curso livre Arquitetura Paulistana, ministrado pelo arquiteto Marco Artigas, levou os participantes ao bar Pitico, projeto realizado a partir da colaboração de Marina Portolano, Julia Masagão, Joana Barossi, Marcelo Dionísio e Anna Ferrari.
Para muitas pessoas, o verão traz um aumento significativo no tempo passado ao ar livre. Seja um mergulho na piscina após um longo dia de trabalho ou uma caminhada descontraída até o escritório, os meses de verão são mais bem aproveitados em áreas externas. É inegável que, às vezes, o calor da estação pode ser excessivo, tornando o ar-condicionado indispensável. Ainda assim, por que não desfrutar do ambiente externo sempre que possível?
A arquitetura oferece a oportunidade única de mesclar o conforto dos espaços internos com a experiência de estar ao ar livre. Selecionadas a partir do nosso arquivo de projetos, estas nove casas apresentam a integração ideal entre áreas internas e externas, perfeita para aproveitar os dias quentes de verão.
Sucesso de público e de crítica, a série de ficção Black Mirror, criada por Charlie Brooker e produzida pela Netflix, teve sua quinta temporada confirmada este mês. Entre os cenários da nova temporada, que ainda não tem data de estreia, está um apartamento em São Paulo projetado pelo escritório Piratininga Arquitetos.
Localizado na Avenida Paulista, no Edifício Três Marias, projetado por Abelardo Riedy de Souza e concluído em 1956, o apartamento teve seu interior reformado em 2009 pelo escritório paulistano e atraiu o interesse da equipe de produção de Black Mirror pela impressionante vista que oferece para a avenida mais emblemática da cidade.
O piso de caquinhos, utilizado a partir da década de 1940 nas tradicionais casas brasileiras é considerado um legado à história paulistana. Mas, você conhece a história por trás dessa pavimentação?
Entre as décadas de 1940 e 1950, com o crescimento financeiro e desenvolvimento industrial, o polo cerâmico consolidava-se na cidade de São Paulo. Entre as indústrias, a Cerâmica São Caetano, localizada na cidade de mesmo nome da região do Grande ABC Paulista, destacava-se. Com cerca de três mil funcionários e um extenso perímetro – que hoje se transformou em um bairro autossuficiente, a fábrica produzia peças cerâmicas tingidas na cor vermelha, com placas quadradas nas dimensões de 20x20 centímetros – que era a mais popular e com menor preço. Além disso, eram produzidas peças nas cores pretas e amarelas, com preço mais elevado.