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Arquitetos de interiores: B.L.U.E Architecture Studio
- Área: 225 m²
- Ano: 2020


Você estaria disposto a comprar uma casa através de um robô, utilizando apenas um aplicativo? À medida que a tecnologia se torna cada vez mais integrada ao setor de arquitetura e real state, a ideia, antes bizarra, torna-se realidade. Apenas uma década atrás, quase ninguém falava sobre tecnologia e startups no ambiente construído. O setor imobiliário, que historicamente carecia de inovações tecnológicas em comparação a outros setores, agora está se posicionando para se reinventar, como um setor mais eficiente, flexível e automatizado - resultando em uma das mais novas palavras-chave, que está dominando o mundo, as proptechs - (property technology).

Há duas principais razões para que janelas de embarcações sejam redondas. São mais fáceis de selar e, principalmente, mais resistentes à pressão elevada que a água exerce sobre elas. Isso porque os cantos vivos são locais onde, naturalmente, as tensões se concentram, enfraquecendo a estrutura como um todo. Também é por esse motivo que as janelas dos aviões são pequenas e arredondadas; as elevadas pressões são distribuídas nas formas curvas, reduzindo a probabilidade de rachaduras ou quebras.
Na arquitetura, as aberturas circulares são bastante antigas. Um Oculus, janela circular, é uma característica da arquitetura clássica desde o século XVI. Também conhecidas pela expressão francesa oeil de boeuf, (olho de boi), as aberturas circulares ou semi-circulares são formadas a partir da construção dos arcos de alvenaria, que permitem a criação de aberturas e a conformação de vãos apenas através do travamento das peças. Com o tempo e a incorporação de novas tecnologias e conhecimentos construtivos, criar aberturas retangulares em edificações comuns tornou-se mais simples, racional e barato do que redondas. Mas ainda assim, elas continuam figurando em uma infinidade de projetos.


Diversificar os materiais de um espaço interno pode melhorar muito sua profundidade e interesse visual. Ao mesmo tempo, adicionar partições ou outras delimitações de espaço interno pode ajudar a organizar o fluxo, a circulação e a visibilidade. O policarbonato, um tipo de termoplástico leve e durável, é um excelente material para tais funções.
Em sua forma bruta, o policarbonato é totalmente transparente, transmitindo luz com quase a mesma eficácia do vidro. Também é mais leve e mais forte do que o vidro e mais resistente do que outros plásticos semelhantes, como acrílico, poliestireno, ABS ou náilon, tornando-o uma boa escolha para projetistas que buscam materiais duráveis, resistentes ao impacto e ao fogo que ainda possam transmitir luz. Como o vidro, é um filtro UV natural e pode ser colorido ou matizado para obter transparência, mas também é valorizado por sua flexibilidade, permitindo que seja moldado em qualquer tamanho ou formato. Por fim, é facilmente reciclável porque se liquefaz em vez de queimar, tornando-o pelo menos mais ecologicamente correto do que outros plásticos termofixos. Por exemplo, o policarbonato reciclado pode reagir quimicamente com o fenol em uma usina de reciclagem para produzir monômeros que podem ser transformados novamente em plástico.


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De piscinas cobertas, fontes externas tranquilas a cachoeiras e lagos de enormes proporções, a arquitetura historicamente envolveu a água de maneiras infinitamente inovadoras. Muitas vezes servindo a funções estéticas, mas também atuando como centros de atividade ou promovendo a sustentabilidade, os elementos aquáticos podem assumir inúmeras formas e servir a múltiplos propósitos. Abaixo, sintetizamos uma série de elementos de água adotados por projetos arquitetônicos contemporâneos inovadores, variando de residências unifamiliares a vastos complexos comerciais.



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O concreto polido é um material versátil com uma aparência facilmente personalizável, usando agregados, quartzo e cores para criar uma sensação de sofisticação industrial em residências e edifícios comerciais. Sua superfície reflexiva cria uma qualidade evocativa sob a luz, que pode ser adequado para uma variedade de programas.
Embora ainda utilizado principalmente como material para pisos internos, há anos os arquitetos vêm forçando os limites do concreto polido usando-o em paredes, pisos de pátios e até grandes painéis externos, como, por exemplo, na extensão de David Chipperfield para o Museu de Arte de Saint Louis.