O clima talvez seja a mais elementar e fundamental das condicionantes em um projeto de arquitetura. As condições atmosféricas de um determinado lugar podem ser vistas como um desafio e até mesmo, um problema o qual solucionar. Muitas vezes, em climas extremos, é preciso utilizar materiais isolantes e soluções construtivas específicas para poder lidar com a hostilidade das condições ambientais. Entretanto, quando se trata de um país tropical como o México, com seu clima privilegiado, o clima passa a ser um ponto positivo, um aliado dos arquitetos, algo que os permite transitar entre a arquitetura e a paisagem de forma fluida e dinâmica, criando microclimas e espaços que se esparramam para fora ou incorporando a natureza em seu centro, jogando com os limites entre interior e exterior de uma forma criativa e fecunda para a própria arquitetura.
O estado de Chiapas –localizado no sul do México, fazendo divisa com o estado de Tabasco e fronteira com a Guatemala– representa um dos estados mais importantes para as culturas mesoamericanas, tais como a olmeca, a maia e a chiapaneca. Por essa razão, alguns dos atrativos turísticos mais importantes desta região são as zonas arqueológicas de Yachilán, Palenque, Chonkultic, Toniná e Bonampak, as quais são fundamentais para compreender os processos construtivos, estruturais e sociais que fundaram este território.
Como parte de uma iniciativa do Infonavit para impulsionar a recuperação de três parques de bairro localizados na cidade de Tuxtla Gutiérrez, Chiapas: “San Juan”, “Las Torres” e “Canteras”. Esses loteamentos carecem de uma infraestrutura eficiente, o que gera uma imagem urbana deteriorada, altos índices de insegurança e uma total falta de apropriação dos espaços públicos. Diante desse cenário, a T+E Arquitectos e a Fracciona Arquitectura uniram forças para transformar esses espaços, atendendo às demandas específicas de cada local.
O foco da arquitetura deveria se voltar ao bem-estar de quem utiliza seus espaços. Ao pensar na experiência em hospitais, clínicas, consultórios odontológicos e afins, a lembrança que nos vem à mente nem sempre é a mais agradável. Grande parte da responsabilidade por essas experiências vem da percepção através dos nossos sentidos: odores específicos, as cores convencionais utilizadas nesses locais e até mesmo os sons dos instrumentos usados para a saúde bucal. No entanto, tudo isso se deve à atmosfera vivenciada nesses espaços, sendo que muitos deles carecem de um pensamento arquitetônico por trás de seu projeto.
A região de Guadalajara, no México, é conhecida por ser uma das áreas urbanas mais importantes do país, figurando entre as mais populosas ao lado da Cidade do México, Tijuana, Estado do México, Monterrey, entre outras. No entanto, o crescimento exponencial que as cidades experimentaram no século XX resultou em uma mancha urbana que se expandiu para almém dos limites geográficos originais. A capital do estado de Jalisco não foi exceção e, como consequência desse processo, delimitou-se a Zona Metropolitana de Guadalajara (ou Área Metropolitana de Guadalajara), que reúne os principais municípios que circundam a capital.
Uma edição exclusiva dedicada à arquitetura mexicana é o tema do número mais recente da revista World Architecture (WA) na China, cuja curadoria foi realizada pela equipe do ArchDaily. Dirigida pela Universidade de Tsinghua desde sua fundação em 1980, a revista World Architecture é uma das maiores e mais prestigiadas publicações de arquitetura da China.
A história de Porto Rico se reflete em suas cidades. A arquitetura do território evoluiu de estruturas simples de madeira e palha para obras monumentais e modernas. Moldados por forças internas e externas em suas variadas paisagens, os diversos estilos de Porto Rico representam mais de 400 anos de domínio espanhol e mais de 100 anos como um território não incorporado dos Estados Unidos. Hoje, a arquitetura moderna da ilha reflete seu histórico multicultural.
Um dos fatores mais importantes ao projetar é o clima específico do local. Isso pode representar um desafio em se tratando de climas extremos, exigindo o uso de materiais isolantes que se adaptem a condições em constante mudança. No entanto, em se tratando do México e de seus climas privilegiados, esse fator se torna um aliado de arquitetos e arquitetas, permitindo a criação de microclimas e espaços que se diluem na transição entre o interior e o exterior.