Em Assunção, Paraguai, a XI Bienal Ibero-americana de Arquitetura e Urbanismo apresentou hoje os vencedores da seção Panorama das Obras desta edição do evento, "todos fiéis ao espírito da XI BIAU: o habitar, o habitante", segundo a organização.
Nesta quarta-feira, 21 de novembro, foram anunciados no Equador os vencedores da XXI Bienal Panamericana de Arquitetura de Quito (BAQ2018).
Divididos em 6 categorias de participação, os diferentes júris selecionaram uma série de projetos e publicações que se destacam por ser uma contribuição real em seus respectivos âmbitos, trazendo lições pertinentes para a nossa disciplina. A seguir, apresentamos os vencedores nas categorias A (Projeto arquitetônico), B (Desenho urbano e arquitetura da paisagem), C (Habitat social e desenvolvimento) e D (Reabilitação arquitetônica).
As iniciativas sociais desenvolvidas por David Regalado Ojeda na cidade de Loja evidenciam uma renúncia ao projeto de arquitetura autônomo, abordando a identidade formal coletiva com um parque construído a partir de materiais reciclados, onde a história se transforma em jogo e aprendizado.
Artistas, voluntários/as e a comunidade colaboraram no projeto com investimento zero: tudo foi reciclado e gerado com o apoio comunitário das pessoas.
A seguir, algumas palavras de David Regalado Ojeda:
"Neste semestre vocês podem fazer o que quiserem, a única condição é que o projeto final seja construído em escala real". É com esse enunciado que começa o ateliê do sétimo período ministrado pelo premiado escritório Al Borde na Universidad Tecnológica Indoamérica (UTI), em Ambato, Equador.
Desse ateliê já surgiram mais de 60 projetos construídos, entre os quais se destaca o Nido del Quilico, projeto desenvolvido em 2016 por Darío Cárdenas, Jonathan Proaño e Daniel Sandoval. O texto a seguir é a adaptação de uma entrevista pós-ateliê realizada pela equipe do Al Borde com Darío Cárdenas.