
Residência Long An / Tropical Space
Casa 204 / MW archstudio
Residência T / KIENTRUC O
11 Casas com os melhores espaços de pé-direito duplo

Espaços de pé-direito duplo são recursos projetuais interessantes que permitem conectar verticalmente os ambientes de uma casa, além de melhorar as qualidades funcionais e estéticas dos cômodos. Vistos com mais frequência em salas e cozinhas, estes espaços potencializam os encontros visuais e físicos no projeto. Veja, a seguir, uma seleção de casas com pé-direito duplo fotografadas por nomes como Kim Zwarts, Rena Lorenz e Shigeo Ogawa.
Fotos da Semana: 10 casas e seus habitantes

A presença de pessoas na fotografia de arquitetura não é frequente, no entanto, ajuda o observador a compreender a escala e volumetria dos elementos fotografados. Há, contudo, alguns profissionais que preferem registrar residências na presença de seus habitantes - aspecto que confere certa atmosfera de domesticidade à composição da fotografia. Veja, a seguir, dez imagens de casas com seus moradores.
Edifício Administrativo da Universidade FPT / VTN Architects
Casa Bambu / VTN Architects
Pérgolas Vegetalizadas / Cong Sinh Architects
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- Ano: 2016
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Fabricantes: Dong Nai, Ha Tien 1 Cement, Hoa Sen Group
Casa dos jardins empilhados / VTN Architects
Vento, sol e chuva: como e por que trazer o clima para dentro dos edifícios

Trazer o clima para dentro é geralmente o oposto do que se deseja de um edifício, mas uma nova pesquisa da Universidade de Oregon, descrita em um artigo do Washington Post, visa mostrar os benefícios físicos e psicológicos de trazer a natureza para os espaços internos. Natureza e alterações climáticas são duas coisas benéficas para o nosso bem-estar, que nem sempre são acessíveis no interior dos edifícios, onde os seres-humanos atualmente passam 90% de suas vidas. Entretanto, mesmo em um ambiente urbano, onde é difícil encontrar espaços naturais, não há como escapar do clima. Quando os pesquisadores descobriram maneiras de trazer as mudanças climáticas para dentro - coisas como a luz solar e o vento - descobriram também que a exposição a esses tipos de mudanças naturais tendem a diminuir as frequências cardíacas e causam menos distrações que movimentos artificiais semelhantes.
Até agora, edifícios verdes representam um conceito familiar, mas este artigo propõe ir além deles como os conhecemos hoje. Enquanto este conceito pode ser excelente em um novo projeto, ele exclui muitos edifícios existentes que poderiam, e também se beneficiariam de uma intervenção natural. Idealmente, os edifícios deveriam demonstrar ativamente seu relacionamento com a natureza, mais do que simplesmente "não impactar negativamente" e além das medidas sustentáveis atualmente empregadas.
Residência Binh / VTN Architects
Vila TPG / KIENTRUC O
Campus UAH / Truong An architecture + UAH Department of Architecture

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Arquitetos: Truong An architecture, UAH Department of Architecture; Truong An architecture, UAH Department of Architecture
- Área: 3490 m²
- Ano: 2015
Como usar a meditação para escapar do estresse cotidiano da arquitetura

O bem-estar mental é um tema de verdadeira preocupação na arquitetura. Uma pesquisa recente do The Architects' Journal revelou que mais de 52% dos estudantes de arquitetura expressaram preocupação com relação à sua saúde mental. [1] Quando se leva em consideração a quantidade de tempo dedicado aos trabalhos, a natureza competitiva do curso, e a própria duração do curso, talvez isso não seja surpreendente. O costume de "virar noites" da maioria das escolas de arquitetura potencializa o problema, como estudos mostram que a falta de sono reduz a resiliência da mente para questões como ansiedade e depressão. [2]
No entanto, este aspecto do sistema de educação em arquitetura não está mostrando nenhum sinal de mudança. O que os estudantes de arquitetura (e profissionais) podem fazer para minimizar o impacto que a arquitetura tem no seu bem-estar psicológico? Eu diria que a resposta, pelo menos parcialmente, pode ser encontrada na prática da meditação.
Fábrica Katzden Architec / NISHIZAWAARCHITECTS
Os melhores projetos do mundo em 2016 (sem excluir América Latina, África e Ásia)

Sabemos que a história é escrita por aqueles que vencem e impõem seu próprio relato. Também sabemos que o relato do ocidente é o da Europa e Estados Unidos, enquanto o resto dos atores são minimizados ou inviabilizados; chineses e japoneses durante a Segunda Guerra Mundial; com o Império Otomano na Europa do século XVI e com as maiorias raciais na leitura da independência latino-americana. O mesmo ocorre com a arquitetura.
Temos insistido que o boom do Hemisfério Sul não se apoia unicamente em uma obra nova, mas também no reconhecimento de uma nova arquitetura inviabilizada e aparentemente não digna de ser publicada em revistas nos anos 1990. Este cenário mundial mudou com o surgimento de uma humanidade multipolar, mais local. Globalizada mas heterogênea, acelerada mas desequilibrada. Não há países vermelhos ou azuis, mas uma ampla paleta de cores explodidas, como num quadro de Pollock.
Isto serve de preâmbulo para ponderar os melhores edifícios de 2016 de acordo com a opinião do crítico britânico Oliver Wainwright, que elaborou um mapa mundi delimitado por Nova Iorque (a oeste) e a cidade norueguesa de Utoya (a leste), com a exceção de Birzeit, na Palestina.
O Hemisfério Sul representa mais de 40% da economia global e já concentra as principais mega-cidades do mundo, e, mesmo assim, não vale a pena estudar sua arquitetura? Expandindo os limites do mapa mundi arquitetônico de um planeta em transformação, destacamos os seguintes projetos deste ano.



















































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