Praças são espaços livres em meio ao tecido urbano, delimitados por construções ou vias, onde se possibilitam uma série de encontros, atividades sociais e culturais. Sejam espaços planejados, ou resquícios do tecido urbano, as praças são fundamentais para a vida e a cultura da sociedade na qual estão inseridas, e se provaram ainda mais importantes após a pandemia de Covid-19. Reunimos aqui nove praças de pequena escala que atestam a diversidade de usos e funções que esses espaços podem assumir nas cidades contemporâneas.
Desde o Renascimento na Europa, a relação indissociável entre arte e arquitetura tem sido amplamente debatida e expressa de forma vívida em inúmeros livros e edifícios clássicos. Diante dessa profunda conexão que une ambas as disciplinas, designers, artistas e arquitetos/as vêm colaborando ativamente na busca por soluções para abrigar e expor a arte por meio de espaços em constante transformação.
A arquitetura é moldada por seu ambiente e forças naturais. Inerentemente, a disciplina se concentra no projeto de objetos sobre sistemas, na morfologia formal sobre redes ou ecologias. No entanto, nenhum edifício existe fora de seu contexto; cada estrutura está situada entre climas e condições culturais em constante mudança. A forma como os arquitetos respondem e se conectam a esses sistemas maiores, pode mudar radicalmente a natureza e a qualidade de seu trabalho. Frequentemente, são as grandes restrições que produzem soluções inovadoras.
Este ano, a honraria máxima da arquitetura, o Prêmio Pritzker, foi concedida ao Grafton Architects, escritório com sede em Dublin liderado principalmente pelas sócias Yvonne Farrell e Shelley McNamara. Pela primeira vez em seus 42 anos de história, devido às restrições impostas pela pandemia global da Covid-19, a organização do Prêmio Pritzker decidiu transmitir ao vivo a cerimônia de premiação. Com o fim de 2020 se aproximando, o ArchDaily reuniu as principais realizações de laureados e laureadas do Prêmio Pritzker, atuais e anteriores, ao longo deste ano turbulento.
Espera-se que ao longo dos próximos dez anos nossas cidades passem por um processo de transformação sem precedentes. Segundo estimativas publicadas pela ONU no ano passado, até 2030 no Planeta Terra existirão 43 megacidades — aquelas com pelo menos 10 milhões de habitantes. Além disso, o estudo indica que a maioria delas se concentrarão em países considerados subdesenvolvidos. Até meados do século XXI, passaremos de cinquenta para setenta por cento da população mundial residindo em áreas urbanizadas. Somando-se a isso, espera-se que a África e a Ásia juntas sejam responsáveis por até 90% deste vertiginoso crescimento populacional.
Se considerarmos que as pessoas passam grande parte do dia em seus trabalhos, o conforto visual e a regulação da luz ao longo do dia são importantes. A iluminação dos espaços de trabalho deve proporcionar as melhores condições de conforto visual para cada caso específico, adaptando-se às mudanças de luz ao longo das horas do dia, melhorando o desempenho e proporcionando bem-estar físico e mental.