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Arquitetos: refresh*design
- Área: 230 m²
- Ano: 2022
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Fabricantes: Godfrey Hirst, Johnson Tiles, Laminex, Lysaght, Velux



Voltemos à primeira aula de estrutura e a classificação dos esforços estruturais. Na maioria das estruturas, sejam elas naturais ou criadas pelo homem, primordialmente são as forças de compressão as que mais atuam. Tratam-se dos esforços empreendidos com cargas iguais e opostas, aplicadas na direção interna à superfície, tendendo a um encurtamento da peça em uma direção, ou comprimindo-a, como o nome diz. Não é difícil encontrar exemplos disso: por exemplo, uma parede de pedra ou um tronco de madeira resistem ao peso de uma cobertura através dos esforços internos de compressão, inerentes de cada material. Esforços de tração, por outro lado, tendem a alongar a peça no sentido da reta de ação da força aplicada. O aço é um material com boa resistência à tração, por exemplo. Ele é utilizado no concreto armado justamente nas partes onde a peça é tracionada. Mas também é possível que uma estrutura somente apresente peças tracionadas. É o caso das estruturas de membrana, tensionadas, ou tenso-estruturas, que consistem no uso de superfícies tracionadas por conta da ação de cabos ou cordas e cabe aos mastros absorverem os esforços de compressão.



Para uma criança pequena, entender o conceito do tempo e a passagem dele é algo muito difícil. Isso justifica a impaciência por esperar algo ou a confusão para lembrar algo que ocorreu no passado. Elas vivem apenas o presente e essa noção do tempo é aprendida aos poucos. Mas aceitar a passagem do tempo e o envelhecer é algo que nos atormenta mesmo após adultos. As lucrativas indústrias de produtos cosméticos e cirurgias plásticas comprovam como a humanidade busca controlar ou negar a passagem do tempo, algo que nos corre pelas mãos e é implacável.

Nos últimos anos, temos publicado muitos artigos sobre madeira. Desde abordar as tendências no seu uso, as possibilidades com madeira bruta, painéis, curvas, acabamentos, até suas inovações em estruturas de edifícios altos ou seu comportamento ao fogo, o assunto sempre gera bastante repercussão. Mais especificamente, as estruturas de Madeira Laminada Cruzada (CLT) têm despontado como altamente eficientes estruturalmente, além de apresentarem outros benefícios térmicos, sísmicos e mesmo sensoriais aos ocupantes, sendo apontado por especialistas como o concreto do futuro. Mas ao postarmos os artigos nas redes sociais, sempre nos deparamos com comentários dos nossos leitores preocupados sobre o impacto no corte das árvores para todos estes usos. Ao mesmo tempo que apostamos na madeira como um grande material de construção do futuro, nos indagamos: será que é possível continuar usando madeira e chamá-la de sustentável?

Trabalhar a partir de casa nos posibilita ter um horário flexível, além da economia com despesas de transporte e possbilidade de estar mais próximo da família. Mas as distrações podem tornar o trabalho em casa ineficiente. Torna-se portanto, fundamental separar os espaços usados para morar daqueles usados para trabalhar. Assim, criar um anexo é, na maioria dos casos, a solução perfeita.

Os complexos aquáticos são definidos por atividades. Contendo espaços destinados a exercícios físicos e atividades de lazer, eles são projetados para acolher diferentes escalas de movimento. Em sua essência, eles se concentram em piscinas, estruturas que exploram ideias de luz e espaço ao longo de milênios, desde o "Grande Banho" do Paquistão, em Mohenjo-Daro e antigas estruturas gregas, até complexos de natação contemporâneos.


Em um mundo majoritariamente urbano, que constantemente precisa lidar com questões complexas como geração de resíduos sólidos, desabastecimento de água, desastres naturais, poluição atmosférica, e mesmo com a disseminação de doenças, é impossível ignorar o impacto das atividades humanas no meio ambiente. A mudança climática é dos maiores desafios do nosso tempo e torna-se urgente buscar formas de, ao menos, desacelerar esse processo dramático. Para contribuir efetivamente nisso, nossos hábitos de produção, consumo e construção terão de ser modificados, ou a degradação do meio ambiente e mudanças climáticas continuarão diminuindo a qualidade e a duração de nossa vida e das gerações futuras.
Mesmo parecendo inatingíveis e distantes, as diversas questões de ineficiências e desperdícios estão muito mais próximos do que podemos imaginar e presentes nos edifícios que usamos no cotidiano. Como arquitetos, essa questão é ainda mais amplificada, pois lidamos com decisões projetuais e especificação de materiais diariamente. Em outras palavras, nossas decisões realmente têm um impacto em nível global. Como podemos usar o 'efeito borboleta' para um futuro saudável para o nosso mundo?

A chave para projetar ou recuperar com sucesso os espaços públicos de uma cidade é criar estratégias que favoreçam seu uso e os capacitem como ponto de encontro. Independentemente da escala, entre alguns dos aspectos mais importantes estão: o desenho informado pelas necessidades das pessoas; a consideração da escala humana; e uma mistura de usos que permita multifuncionalidade e flexibilidade e proporcione conforto e segurança.
Para lhe inspirar a projetar lugares de encontro e lazer, de praças a parques, de mirantes a playgrounds infantis, reunimos a seguir 100 espaços públicos de todas as escalas.