
Casa AC / Kiko Castello Branco Arquitetura + Lucas Cunha
Apartamento Floresta / VAGA

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Arquitetos: VAGA
- Área: 66 m²
- Ano: 2026
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Fabricantes: Reynaers Aluminium, Arte & Decoração, Atlas Revestimentos, Bali Madeiras, Bellouchi, +8
A arte do design de sorveterias

A sorveteria funciona como um exercício de branding por meio do lúdico em espaços comerciais e de varejo, um pequeno gesto arquitetônico projetado para atrair pessoas que passam pela rua ou pelo parque. De centros urbanos densos a tranquilas cidades litorâneas, profissionais de design recorrem repetidamente a cores, materialidade e à curiosidade infantil como as principais ferramentas para esses espaços. Essa consistência parece persistir independentemente do clima, da cultura ou do contexto, indicando que os fios condutores do design estão interligados pela experiência e pela indulgência.
Casa Limoeiro / Mana arquitetura

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Arquitetos: Mana arquitetura
- Área: 214 m²
- Ano: 2025
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Fabricantes: Tramontina, Deca, Konkre, Paulo Alves
Projetando com som: como o áudio molda a arquitetura residencial

O que define a atmosfera de uma casa? Para além das paletas de materiais e da luz natural, o som desempenha um papel decisivo na forma como os espaços são percebidos e habitados. A reverberação dos passos sobre a pedra, a calmaria atenuada de um cômodo revestido de tecidos ou a maneira como a música se propaga por um interior em plano aberto moldam a identidade sensorial do espaço doméstico. A arquitetura não é vivenciada apenas visualmente, mas também acusticamente.
O conceito de "paisagem sonora" descreve essa relação entre as pessoas, o som e o ambiente construído. Na arquitetura residencial, o som vai além do ruído de fundo ou do desempenho técnico; ele influencia a privacidade, a concentração, o descanso e o conforto emocional. A geometria e a materialidade atuam como os principais condutores acústicos: enquanto o concreto, o vidro e a pedra refletem e amplificam, a madeira e os estofados suavizam e absorvem. Alturas de pé-direito, fluxos de circulação e proporções dos cômodos moldam ainda mais a maneira como o som se propaga e se dissipa pelo espaço.
Residência JL / Kiko Castello Branco Arquitetura + Lucas Cunha

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Arquitetos: Kiko Castello Branco Arquitetura + Lucas Cunha
- Área: 926 m²
- Ano: 2025
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Fabricantes: Arkos - Arkowood E Line, Eliane, Ornare, Terra Cor
Casa Ramenzoni / KA2R Arquiteura

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Arquitetos: KA2R Arquiteura
- Área: 1400 m²
- Ano: 2024
Casa Renda / André Luque

Apartamento Hípica / Mana arquitetura

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Arquitetos: Mana arquitetura
- Área: 130 m²
- Ano: 2024
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Fabricantes: Portobello, Tramontina
Apartamento Heritage / André Luque

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Arquitetos: André Luque
- Área: 570 m²
- Ano: 2024
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Fabricantes: Docol, Portobello
Casa FL / Sowa Arquitetura
Anexo Capivari / VAGA
Projetar para plantas: a arquitetura das estufas e sua relação com o entorno

Ao investigar a envoltória da edificação e como o interior se relaciona com o exterior, a figura das estufas surge como uma oportunidade de gerar vida em um espaço interno a partir de fatores externos (ou não). Conhecida como o espaço revestido por vidro ou qualquer outro material plástico transparente, a estufa permite cultivar hortaliças e plantas ornamentais em épocas cujas condições climáticas externas não permitiriam o cultivo ao ar livre. No entanto, o que envolve projetar para plantas? O clima, as espécies, o projeto estrutural e o tipo de cobertura são apenas algumas das considerações a serem levadas em conta.
A arte negligenciada do design de portas: um guia introdutório aos tipos de portas internas

Portas estão entre os elementos arquitetônicos mais utilizados em qualquer edificação habitada, funcionando como limiares móveis que articulam a transição entre os espaços privados e públicos. Elas facilitam tanto a conexão quanto a separação entre coabitantes. Contudo, apesar de seu papel fundamental, as portas costumam ser um dos elementos de projeto mais negligenciados, especialmente pelos/as clientes. Em diálogos com profissionais do setor sobre diversos projetos de interiores, surge um consenso comum: os/as clientes geralmente prestam pouca atenção aos tipos e detalhes de portas, desde que o sentido de abertura corresponda às suas expectativas. No entanto, o universo do design de portas é complexo, oferecendo uma infinidade de possibilidades de acabamentos, métodos de instalação e modos de funcionamento — cada um deles capaz de moldar significativamente a experiência espacial, indo muito além da simples direção de abertura.
A escolha do tipo de porta e de seus detalhes pode definir ou redefinir completamente um espaço. Algumas portas oferecem um isolamento acústico superior, ao passo que outras permanecem abertas para conectar ambientes, potencializando a fluidez espacial de forma contínua. Certos modelos exigem uma instalação minuciosa e manutenção constante, enquanto outros são praticamente livres de manutenção. Além disso, o tipo de porta selecionado — especialmente o tipo de dobradiça — influencia não apenas a construção da parede, mas também as camadas de piso e as transições de acabamento, acrescentando uma camada extra de complexidade ao processo de projeto.
Apartamento Ziper / Mana arquitetura

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Arquitetos: Mana arquitetura
- Área: 79 m²
- Ano: 2023
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Fabricantes: Tramontina
As 50 melhores casas de 2024

A cada ano, a equipe de Curadoria de Projetos do ArchDaily rememora a vasta gama de obras publicadas ao longo desse período, apresentando retrospectivas que permitem não apenas identificar tendências e variações na produção arquitetônica, mas também reconhecer de que forma impactam a nossa audiência. No ArchDaily Brasil, a seleção anual de melhores casas – que ano após ano, segue permanecendo como nossa categoria de projeto mais popular – representa uma amostra das variadas soluções, estratégias, técnicas e materiais encontrados na arquitetura residencial dos países de língua portuguesa.
Residência São Carlos / Gui Mattos

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Arquitetos: Gui Mattos
- Área: 806 m²
- Ano: 2023
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Fabricantes: Indusparquet
Vivacidade e Utilidade: Adotando Cores em Cozinhas de Apartamentos Urbanos

Apartamentos urbanos são frequentemente elogiados pelo uso inteligente do espaço, mas como tem sido sua abordagem em relação às cores? Incorporar cores de forma pensada vai além de uma decisão estética; tem o potencial de moldar respostas emocionais, influenciar o humor e criar ilusões espaciais. Pesquisas em psicologia das cores mostram que as cores afetam nossas reações sociais, culturais e psicológicas, tornando-se ferramentas de projeto poderosas. Variações de azul, por exemplo, demonstraram retardar a produção de melatonina, mantendo as pessoas mais despertas e alertas, enquanto tons de verde aliviam a tensão do sistema nervoso, ajudando-nos a sentir mais calma e equilíbrio. A cor nos espaços arquitetônicos pode inclusive alterar nossa percepção, criando ilusões de profundidade, movimento e textura que influenciam a maneira como vivenciamos o espaço. Tons mais quentes, como laranjas e vermelhos, tendem a tornar o ambiente mais íntimo e acolhedor, ao passo que brancos e azuis frios conferem uma sensação de abertura, fazendo com que os espaços pareçam mais altos e amplos.

















































































