
Historicamente, a arquitetura é uma disciplina que durante muitos anos foi território masculino, até que, em 1939, María Luisa Dehesa se tornou a primeira arquiteta mexicana. No entanto, apesar de termos a percepção de termos alcançado a paridade de gênero na formação de arquitetas e arquitetos no México, o conceito de masculinidade (que pode ser exercido tanto por homens quanto por mulheres) continua permeando a arquitetura. Isso se reflete nos processos de projeto, na figura do “arquiteto inalcançável”, no senso de competição, na ordem hierárquica e, nos casos mais lamentáveis, na ideia de que as mulheres projetam interiores, enquanto os homens projetam arquitetura de verdade.

































