Mestrando pela FAUUSP, é arquiteto e urbanista pela UFSC e estudou na Universidade Politécnica de Valência durante a graduação. Colaborador do ArchDaily desde 2012, é editor de conteúdo, comunidade e redes sociais. Profissionalmente, também atua na área de expografia e cenografia.
Para algumas pessoas pendurar quadros nem sempre é uma tarefa fácil, afinal, além das obras retratarem uma imagem que traduz parte da personalidade dos moradores, imaginar formas de composição que tornem o ambiente ainda mais agradável pode ser desafiador. Pensando nisso, trazemos aqui alguns exemplos e diretrizes que podem ser adotadas para facilitar o momento de criar uma exposição na sua casa.
Assim como outras profissões, Arquitetura e Urbanismo muitas vezes gira em torno de um linguajar próprio. O que pode parecer um termo básico para profissionais da área, muitas vezes podem soar completamente estranho ou sem sentido para aqueles que iniciam seus estudos ou são curiosos pelo campo. Por esse motivo, criamos um pequeno glossário com algumas palavras que são importantes para ampliar o seu vocabulário e colaborar para uma futura discussão sobre o seu projeto.
Cada projeto pode ser uma poderosa ferramenta de transformação do contexto. Esse é um dos fundamentos conceituais do BLOCO Arquitetos, fundado por Daniel Mangabeira, Henrique Coutinho e Matheus Seco. Baseados em Brasília, capital brasileira e símbolo da arquitetura moderna mundial, o escritório trabalha em diferentes escalas e programas, e é caracterizado por sua atuação multidisciplinar que abrange iniciativas de valorização da cultura arquitetônica brasileira e da própria profissão.
Pensar em pontos de foco, biomas, espaços de descanso, criar ritmo junto da arquitetura, como facilitar a manutenção e fruição dos espaços, são apenas alguns dos desafios de um projeto paisagístico. Hoje, mais do que servir como um elemento de composição espacial, a relação entre o paisagismo e o espaço construído é cada vez mais valorizada ao passo que compreendemos como a presença da natureza é benéfica para a saúde e conforto humano e de outras espécies. Assim, pensar e projetar a paisagem se tornou um exercício cada vez mais complexo e valorizado.
Pensar um espaço limitado como um apartamento pode ser um verdadeiro desafio. Criar novas plantas e projetos sobre o que já foi imaginado por outra pessoa é um exercício que exige um olhar apurado e respeito à estrutura existente. Somado a isso, vem a necessidade de trazer caráter ao espaço a partir do design de interiores sem esquecer da funcionalidade espacial, para que a qualidade de vida de seus habitantes seja a melhor.
Mais um ano chega ao fim e com ele mais uma lista que ajuda a revisar o que aconteceu de mais marcante nos últimos doze meses. Dessa vez, analisamos as fotografias que tiveram maior número de interação (curtidas, comentários, compartilhamentos, salvas) no Instagram do ArchDaily Brasil.
Neste episódio de "Nos Bastidores", onde mostramos o trabalho de fotógrafos visionários e perguntamos sobre suas experiências além do que é visto pelo público, apresentamos Pablo Casals-Aguirre, arquiteto, professor, fotógrafo e cineasta baseado em Santiago, Chile. Aqui, ele compartilha sua metodologia, desenvolvida a partir de referências do cinema, e destaca suas intenções de traduzir as obras arquitetônicas em imagens - sejam elas fixas ou em movimento.
Montagem realizada sob o trabalho "Invisíveis no Visível: Cinco Ensaios para São Paulo". Imagem cortesia de Luiz Sakata.
Anualmente, realizamos uma chamada de trabalhos finais de graduação do nosso público aberta a todos os países lusófonos. Com isso, buscamos selecionar os projetos que consideramos os mais interessantes a fim de apresentar visões inspiradoras e debates para o campo da arquitetura e do urbanismo.
Ancestrais, porém ofuscadas por outras tecnologias que surgiram ao decorrer do tempo, as paredes de barro estão novamente ganhando destaque por serem uma solução de baixo impacto, sustentável e econômica. Trata-se de um sistema rudimentar de construção no qual a terra é comprimida em caixas de madeira até atingir uma densidade ideal que permita uma estrutura resistente e duradoura.
Planejar o mobiliário de uma casa envolve não apenas construir áreas de armazenamento, mas também contribuir com a funcionalidade e imagem de cada ambiente. Um bom exemplo para ilustrar essa frase está nos closets, normalmente localizados nos quartos, estes espaços que antes eram voltados apenas para guardar roupas, hoje já integram outras funções, ganhando uma maior importância de acordo com o desejo do cliente.
O termo loft inicialmente se refere ao nível mais alto das construções - como os sótãos, por exemplo - que passaram a ser habitados tanto para moradias como estúdios. Logo se tornou sinônimo de espaços que possuem poucas ou nenhuma divisão entre os ambientes, gerando um grande cômodo que abriga todo o programa arquitetônico, fato que resultou numa tendência dentro do mercado.
Cada vez mais pessoas buscam por espaços flexíveis e abertos, por isso, reunimos aqui uma seleção com 25 lofts que trazem diferentes soluções no momento de abordar esses ambientes: seja através da criação de mezaninos para aproveitar um grande pé-direito ou apenas pela distribuição do mobiliário.
Mais um ano chega ao fim e, com ele, trazemos mais uma retrospectiva que explora os acontecimentos mais marcantes dos últimos doze meses. Neste artigo, reunimos as fotos que receberam mais interações (curtidas, comentários, compartilhamentos e salvamentos) no Instagram do ArchDaily.
Também conhecido como fogão caipira, o fogão à lenha é mais comum em zonas rurais. Ao cozinhar nele, os alimentos tendem a ter um sabor com maior intensidade, pois envolve um processo artesanal e lento que resulta em pratos mais encorpados. Por esse motivo, algumas pessoas tem optado por construir um fogão desses em casa, compondo um ambiente único para reunir família e amigos para um delicioso banquete.
Antes de ser um motorista ou ciclista, todos somos pedestres. Pensar modos mais seguros do trânsito a pé, mas que também tragam alternativas de lazer e contemplação para os transeuntes, é conceber uma cidade mais justa e que brinda uma maior qualidade de vida - que respeita a todos seus cidadãos e preza pela saúde destes. Sendo assim, reunimos aqui alguns parques, travessias e passarelas que foram pensadas exclusivamente para o uso não motorizado.
Edward James, um dos mais interessantes excêntricos do século XX, colecionador de arte surrealista e identificado por uma fina sensibilidade, chegou em Xilitla, México, no final da década de 40. O escritor britânico ficou cativado pelo esplendor da paisagem de "Las Pozas", onde criou um lar fantástico, que integra um espaço escultórico único em seu tipo no mundo inteiro.
O Surrealismo, que têm nos sonhos e inconsciente suas fontes de inspiração e criação, em teoria jamais poderia ser edificado. Edward James – descrito por Salvador Dalí como “mais louco que todos os surrealistas juntos” – concebeu um Jardim de Esculturas que desafia qualquer rótulo arquitetônico e nos convida a um novo olhar, que transita entre a fantasia e a realidade.
Colunas com capitéis de flores gigantes, arcos góticos, portões dramáticos, pavilhões com níveis indeterminados e escadas em espiral que terminam abruptamente no meio do ar - como um convite ao horizonte. Em síntese, Edward James fez o concreto florescer junto da exuberante flora e fauna de Xilitla, concebendo uma possível arquitetura surrealista.
O verão está chegando e com ele a vontade de aprimorar os espaços ao ar livre de nossas casas. Seja para tomar um sol, aproveitar a brisa ou encontrar amigos, ambientes como os pátios, quintais e varandas podem ser extremamente versáteis de acordo com a forma que ocupamos. Por isso, selecionamos algumas dicas fundamentais para tirar maior proveito desses lugares.
Diversas são as possibilidades no momento de pensar a transição entre os espaços público e privado. No caso da arquitetura residencial, o paisagismo realizado na fachada principal do projeto possui um papel fundamental nesse sentido. Através de distintos elementos como a vegetação, pavimentação, escadas e até mesmo obras de artes, é possível gerar uma composição que não enalteça apenas a arquitetura, mas que seja generosa também com o espaço público.
Oficina Brennand | Foto: Breno e Gabriel Laprovitera
A Oficina Brennand, um dos marcos de Recife, surgiu em 1971 nas ruínas de uma fábrica de cerâmica, como projeto do artista Francisco Brennand. O espaço, um complexo monumental de 15km2, "tornou-se fonte inspiradora e depositária da história do artista pernambucano" e agora passa por um novo momento institucional e terá um novo plano diretor que propõe intervenções nos espaços desativados do instituto, assinado pelo escritório paulistano METRO Arquitetos Associados.