Stefanie Suárez

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A cor e a busca pelo pertencer de Charles Fréger no Armani/Silos

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“Decidi chamá-lo de Silos porque este edifício costumava armazenar alimentos, o que é, naturalmente, essencial para a vida. Para mim, assim como a comida, a roupa também faz parte da vida” [1].

Construído em 1950, o antigo armazém de cereais de 4.500 metros quadrados, hoje Armani Silos, por Giorgio Armani, expandiu-se e transformou-se em um espaço único. Distribuído em quatro pavimentos, o local abriga uma impressionante seleção de criações do estilista, dividida por temas, paletas de cores e texturas, em que cada uma narra uma história distinta.

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Uma reflexão entre o objeto e a forma através dos materiais no Pirelli Hangar Bicocca

Uma reflexão entre o objeto e a forma através dos materiais no Pirelli Hangar Bicocca - Image 1 of 4Uma reflexão entre o objeto e a forma através dos materiais no Pirelli Hangar Bicocca - Image 2 of 4Uma reflexão entre o objeto e a forma através dos materiais no Pirelli Hangar Bicocca - Image 3 of 4Uma reflexão entre o objeto e a forma através dos materiais no Pirelli Hangar Bicocca - Image 4 of 4Uma reflexão entre o objeto e a forma através dos materiais no Pirelli Hangar Bicocca - Mais Imagens+ 6

A mostra dedicada a Mario Merz (Milão, 1925-2003) exibe, pela primeira vez, a maior reunião e interação de iglus vindos de diversas coleções privadas e museus, com o objetivo de destacar a profunda exploração entre a humanidade e a natureza proposta pela Arte Povera – movimento artístico que surgiu na Itália na segunda metade da década de 1960, batizado por Germano Celant (historiador da arte, crítico e diretor artístico da Fondazione Prada desde 1993) –, no qual se destaca o uso de materiais simples e geralmente não industriais que, com o passar do tempo, se deterioram e, consequentemente, transformam a obra de maneira natural.