Romullo Baratto é arquiteto, doutor em arquitetura pela FAUUSP e Gerente Editorial do ArchDaily Global. Coordenou a equipe editorial da 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo em 2017 e atuou como Gerente Editorial do ArchDaily Brasil entre 2019 e 2024, período em que a plataforma conquistou o Prêmio FNA, tornando-se o primeiro veículo de mídia a receber a honraria. Colaborou na edição do livro "Concrete Jungle", publicado pela gestalten, e foi responsável pela curadoria de exposições de arquitetura no Brasil, Chile, Dinamarca e Itália, além de ter realizado palestras e moderações de debates na Espanha, Estados Unidos e Portugal. Sua tese de doutorado, intitulada "Comoções", investiga as paisagens urbanas de São Paulo a partir do cinema. Seu trabalho articula pesquisa acadêmica e prática editorial, comunicando a arquitetura por meio de textos, entrevistas, curadoria e fotografia. Siga no Instagram @romullobf.
Um site criado pela Prefeitura de Salvador mostra a localização precisa das últimas árvores plantadas na capital. Ao acessar o Minha Árvore - Salvador, é possível ver as fotos da espécie, as coordenadas geográficas onde a muda foi plantada e até a pessoa que fez o plantio. A ação faz parte do projeto Salvador, Capital da Mata Atlântica, criado pela Secretaria Municipal da Cidade Sustentável e Inovação (SECIS).
O Instituto Lina Bo e P. M. Bardi e a Romano Guerra Editora realizam no IABsp, no dia 22 de agosto de 2017, a partir das 19h, o lançamento de Abrahão Sanovicz, arquiteto, livro que acompanha sua formação e o desdobramento de suas atividades profissionais nas áreas de arquitetura, artes plásticas e design.
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Cortesia de Urbanização e o futuro das cidades | TED-Ed
TED-Ed é parte da organização sem fins lucrativos TED, mundialmente reconhecida por difundir ideias de variados assuntos com o objetivo de provocar mudanças nas atitudes, vidas e, em última instância, no mundo.
Diferente do formato padrão mais comum do TED em que os autores ditam conversas sobre uma ideia, no TED-Ed são elaboradas animações que dão vida às chamadas palestras. Desta forma, os vídeos seguem sendo educativos, mas com um caráter muito mais direto e lúdico.
Então, como a cada certo tempo compartilhamos TED Talks, desta vez quisemos mostrar três palestras do TED-Ed que abordam o tema das cidades a partir de diferentes perspectivas.
A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, criada em 21 de junho de 1948 através da Lei nº 104 aprovada pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, celebra em 2018 seus 70 anos de existência.
Em comemoração à data, a instituição - famosa não apenas por seu emblemático edifício, mas também por gerações de importantes arquitetos que vem formando - anunciou que reeditará alguns trabalhos e livros importantes da história da faculdade e que há tempos estão esgotados.
A Prefeitura de São Paulo acaba de estabelecer um acordo com a concessionária de energia elétrica da cidade - Eletropaulo - em que a empresa ficará responsável por enterrar 52 quilômetros de fios elétricos em 117 ruas, removendo mais de dois mil postes da cidade.
Na primeira fase do acordo, os distritos que terão os fios enterrados serão Consolação, Bela Vista, República, Santa Cecília, Jardim Paulista, Bom Retiro e Brás, todos localizados na região central da cidade. Em algumas ruas destes bairros a companhia já passou para baixo da superfície as instalações elétricas, mas ainda deslocar os cabos de telefonia, TV e internet e a remoção dos próprios postes. A conclusão desta fase está prevista para julho de 2018.
A partir do fim de semana passado, Bicho, Teatrinho & Fogo são os novos “brinquedos” das crianças no Bairro das Campinas no Porto. O Bicho amarelo, o Teatrinho azul, o Fogo vermelho foram desenhados e finalmente construídos. Foram apresentados aos residentes numa festa onde não faltou música, danças, refrigerantes e pipocas.
Neste fim de semana, será realizada a terceira edição da Jornada do Patrimônio paulistana, nos moldes do que já ocorre em diversos países, como as Journées du Patrimoine na França e o Open House em Nova Iorque, Lisboa, Porto e outras cidades. Com o tema “Construindo Histórias”, a edição de 2017 se difere das anteriores, abordando o diálogo do patrimônio histórico com o presente e o futuro da cidade.
A Fundação Bienal de São Paulo disponibilizou em julho deste ano o conteúdo histórico das 32 edições do evento de arte já realizadas. A plataforma online gratuita reúne textos, fotos, visitas virtuais, plantas expográficas, publicações, cartazes e outros materiais documentais das exposições disponibilizados pelo Arquivo Histórico Wanda Svevo - o Arquivo Bienal.
A nova seção do site da Fundação está integrada ao Banco de Dados do acervo documental da Bienal, uma página de buscas que oferece acesso às informações sobre artistas e obras que já participaram das exposições realizadas pela Fundação Bienal. O banco de dados inclui também as representações oficias do Brasil nas exposições de arte e arquitetura de Veneza e outras mostras promovidas pela instituição no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, projetado por Oscar Niemeyer.
Pintor, escultor, arquiteto, matemático, engenheiro, botânico, historiador, músico... parece que a lista de aptidões de Leonardo da Vinci é realmente universal - e talvez seja justamente por isso que ele seja um dos artistas mais famosos do mundo, dentro e fora dos círculos da arte.
Em vida, parte de suas ideias e reflexões foram registradas em seus cadernos de anotações. Alguns destes manuscritos foram perdidos com o passar dos séculos e os que restaram se tornaram objetos raríssimos acessados apenas por um seleto grupo de colecionadores e historiadores - até agora.
Na cidade do Porto, no Bairro das Campinas, os trabalhos seguem com grande entusiasmo.
Estamos a dois dias da inauguração e, depois de muito trabalho pesado a abrir valas, carregar blocos de concreto para fundações, errar e corrigir, errar e improvisar, já é possível ter uma visão do que será o resultado final.
Maior cidade da América do Sul, São Paulo já é, possivelmente, a metrópole com o maior número de atrativos culturais do país, entretanto, isso não parece ser impedimento para a criação de novos centros voltados à cultura, lazer e esportes.
Em 2017 a capital paulista verá aparecer em seus guias culturais quatro novos centros de grande importância, atendendo a um público bastante heterogêneo habituado tanto ao centro da cidade quanto à sua avenida mais emblemática: a Paulista.
Veja, a seguir, os quatro novos centros de cultura que abrirão suas portas ainda este ano:
A Beoogé uma plataforma de empregos e aprimoramento profissional exclusiva aos profissionais de arquitetura. Feita por arquitetos para arquitetos, buscando suprir a lacuna entre os estagiários, arquitetos, as empresas e os escritórios. A ideia dos desenvolvedores é simplificar o processo seletivo de arquitetura e cultivar melhores relações profissionais entre candidato e empregador, na qual ambos formam parcerias.
A proposta não se enquadra em um site de empregos comum, onde os candidatos procuram por empregos e empresas procuram por candidatos. Funciona como um site de relacionamentos, apropriando-se da ideia de “match”, algo como o “jeito” do candidato combina com o “jeito” da vaga ou do lugar onde trabalha e vice-versa, ou seja, o sistema é intuitivo para economizar seu tempo, de modo a tornar essa tarefa muito simples e rápida.
Entidades de arquitetura e urbanismo, movimentos sociais e pesquisadores de todo o Brasil estão lançando um manifesto em defesa de um projeto para as cidades brasileiras.
“É urgente elaborar, por meio de uma construção social, um projeto para as cidades do Brasil, no médio e longo prazo, tendo como parâmetros a justiça espacial, intraurbana e regional; a sustentabilidade social, econômica e ambiental; o combate a toda sorte de desigualdade – social, racial e de gênero – o respeito à diversidade geográfica e cultural, além do controle social e o respeito aos recursos públicos”, diz o texto, assinado pelo IAB-DF, IAB-RS, Sindicato dos Arquitetos de São Paulo (SASP), Observatório das Metrópoles, Instituto Pólis, Instituto de Pesquisa Planejamento Urbano de Curitiba e a Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (FeNEA), entre muitos outros.
À convite do IVM Brasil - Instituto Cidade em Movimento, o arquiteto e urbanista francês, Pierre Alain Trévelo, esteve na cidade de São Paulo em maio deste ano. Além de conhecer alguns dos principais espaços públicos da região central da cidade, participou de visitas, reuniões e debates. Em todos os eventos, Trévelo destacou a concepção da “super superfície”, de um espaço livre para todos, que somente pode ser concebido a partir da consulta e da participação da sociedade civil na avaliação do espaço público.
Em uma praça entre quatro prédios no bairro de Campinas, no Porto, 25 alunos de 4 continentes se reúnem com os arquitetos Roberto Cremascoli, Ivo Poças Martins e Nicolò Galeazzi para realizar um laboratório de autoconstrução. Lá, estamos no processo de construir equipamentos que pretendem requalificar aquele espaço, com a intenção de unir os moradores e providenciar espaços de convivência, incentivando projetos como esse a serviço da comunidade, além de repensar nosso papel como estudantes de arquitetura.
Em seu artigo intitulado Cidades brasileiras: a pior verticalização do mundo, Anthony Ling explica porque a verticalização nas cidades brasileiras produz resultados negativos. Em seu texto, mostra que a crítica à verticalização está mal direcionada: o problema não é a altura dos prédios em si, mas as interferências regulatórias que eles carregam para se tornarem altos.
Dentre estas interferências, aponta os recuos exigidos por lei, que acabam afastando os edifícios da rua, a falta de incentivo para construir no térreo, e a obrigatoriedade de estacionamentos, que explicita a ênfase no transporte individual motorizado. Combinados, estes fatores acarretam prejuízos sociais enormes para a cidade e seus habitantes.
A Associação Nacional de Funcionários de Transporte Urbano de Nova Iorque, NACTO, lançou um novo guia orientado a melhorar o desenho das ruas, desta vez focado em como esses espaços públicos podem estar melhor preparados para enfrentar as chuvas.
A partir da perspectiva de que na cidade é mais complexa a absorção das águas pluviais devido à alta presença de concreto, seja nos edifícios, nas diversas infra-estruturas viárias, ou nas calçadas, torna-se necessário introduzir mudanças para melhorar a qualidade de vida.
Por isso, no novo guia desenvolvido em colaboração com o setor de Cidades Sustentáveis da Fundação Summit, são propostas estratégias orientadas a tornar as ruas locais mais seguros, sobretudo através da mobilidade, para que as cidades tenham uma melhor relação com seus corpos d'água já existentes.